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Após o marido morrer em um acidente de trabalho, Beth Macauley (Jessica Lange) se vê forçada a vender sua casa e ir com seus dois filhos para Baltimore, na tentativa de um trabalho melhor. Ela sofre forte oposição de Chris Macauley (Chris O'Donnell), o filho mais velho, e é Beth quem acaba se opondo a ele quando Chris, com apenas 17 anos, se envolve com Jody (Joan Cusack), uma enfermeira moradora do mesmo prédio e planeja viver junto com a nova namorada.
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Muito bom, Jessica Lange coleciona acertos na carreira. Chris O'Donnell e Joan Cusack no elenco, massa tb.
Este filme teria tudo para ser um grande drama, tanto pelo seu tema sensível e grandioso quanto pelo elenco envolvido. Mas não passou de um "daminha" sem muita substância daqueles exibidos numa sessão da tarde. Jessica Lange está bem. Os coadjuvantes dão conta do recado com as presenças das sempre ótimas coadjuvações de Kathy Bates e Joan Cusack. A estréia de Chris O'Donnell no cinema com boa interpretação de um dos filhos da personagem de Jéssica Lange. E o garoto Charlie Korsmo rouba a cena como o filho mais novo de Lange numa interpretação sensível. Poderia ser um filme mais lembrado, a forma que foi conduzido por Paul Brickman deixou o filme sem muita densidade. Contudo, vale como bom filme de sessão vespertina com bons desempenhos de todo o elenco.
Apesar do tema me ser de grande apreço, o filme é muito arrastado. Tive dificuldade em me apegar à história e acabava me distraindo com muita facilidade.
A jornada de Beth para se reencontrar em meio à nova vida que lhe é possível após a morte prematura do marido deixa muito a desejar. Apesar de explorar os principais pontos dramáticos da situação (a queda econômica, mudança de cidade, encontro com o novo amor), a maioria das situações me soou superficial e pouco acrescentava à trama.
Apesar de ter cara de produção para TV, o filme ganha fôlego em cada cena em que Joan Cusack surge. Certamente seu arco é muito mais interessante do que o da família Macauley, e é uma pena ter sido apenas pincelado.