Confesso que já assisti a inúmeros filmes sobre o assassino Jack, O Estripador, sobretudo de grandes produções, mas para mim o mais verossímil foi este telefilme produzido pela Scotland Yard. Este telefilme longuíssimo foi exibido, primeiramente, na TV Globo, que tinha o direito sobre a exibição, posto e anunciado com uma minissérie, dividida em quatro capítulos. Depois, a TV Gazeta quis exibir em sua emissora e negociou com a Globo para ter direito de exibição cujo a emissora global liberou. Fiquei impressionado como a produção foi tão fidedigna ao período retratado, desde os figurinos, cenários, tudo muito bem ambientado na Londres vitoriana. Muitas super produções para o cinema são muito bem feitas, entretanto, há adaptações que fogem demais da história original, não é o caso deste ótimo telefilme. A direção é ótimo! E o elenco idem! Acho que não teria ator melhor para interpretar o Chefe Inspetor Frederick Abberline que Michael Caine. E o filme nos faz refletir como a alta sociedade é podre, imunda!
O caso do psicopata assassino, Jack foi sumariamente abafado por ser uma figura da alts sociedade Londrina daquele período. Ele era um renomado médico e grande pesquisador, inclusive, o médico da Rainha. Totalmente, absolvido, abafado o caso do assassinato de várias mulheres. Tudo para abafar a podridão da alta sociedade local de evitar o escândalo. O assassino morreu sem ser preso, sem um julgamento, infelizmente!
Encontrei apenas 13 episódios desta antiga série do Homem Invisível que lembro ser exibida na TV aberta lá nos tempos da onça (creio eu que foi passado na Globo no início dos anos 80). Agora fiquei sem saber ao certo se só teve uma temporada ou teve outras? Pelo menos aqui no filmow não encontrei indícios , a não ser de outra série chamada O Homem Invisível com outro ator no papel do homem invisível. Boa e divertida série!
Não lembro ao certo se, GALERIA DO TERROR, passou em alguma emissora de TV aberta, TV Globo, eu creio. Acabei encontrando três temporadas, com áudio original e Espanhol (em alguns episódios) na TV Box. Acabei não gostando muito dos episódios que tá era uma bagunça só; episódios de 50 minutos inteiros, dois episódios em 50 minutos, um episódio de 5o minutos, de 35 minutos e outros com 15 minutos, emfim, apresentando os episódios de maneira descomunal. E as estórias de suspense em si, nunca empolgam. Não satisfeito com a primeira temporada, talvez eu não veja as demais temporadas.
AS PANTERAS, chegava a quinta e última temporada, adentrando o ano de 1980. Sem dúvida, esta última temporada é mais inferior a todas outras. A série ia perdendo o fôlego depois de mudanças em seu cast principal. Entretanto, mesmo sendo inferior as quatro anteriores, ainda possui episódios boninhos (exceto aquele último episódio que achei deprimente e desnecessário) Jaclyn Smith desde a temporada anterior vinha perdendo protagonismo, muito pela entrada e carisma da Cheryl Ladd (que após ter substituído a Farrah Fawcett, tomou conta da série para ela). E nesta quinta temporada há outra mudança, a entrada da atriz Tanya Roberts que inicialmente vem com uma personagem , corajosa, cheia de personalidade e foi tolhida nos demais episódios, sendo apenas a garota comportada do Charlie. Adorei assistir na íntegra todas as temporadas de As Panteras, série estadunidense que fez a cabeça de muitos adolescentes na época que foi estreada e aqui, no Brasil no início dos anos 80 quando era exibida na TV aberta. Felicíssimo em ter encontrado na TV BOX todas as temporadas em sua versão dublada da TV com excelente qualidade de imagem e áudio. As Panteras marcou época e a vida de uma geração que nenhum filme posterior, foi capaz de superá-lo.
As Panteras foi uma série tão gostosa de assistir que nem sentimos a falta de quem saia da série. Desta vez, foi a saída de Kate Jackson e a entrada da timida, retraída, porém, fina e chique Shelley Hack, como a novata, Tiffany Welles. Os episódios contimuam envolvendo o passado das detetives particulares mais charmosa de Los Angeles. Incrivel como Cheryl Ladd tomou para si o protagonismo da série, deixando até mesmo Jaclyn Smith em muitos episódios apagada. Na sala das participações, tem uma lista incrível de gente boa participando dos episódios; Bo Hopkins, Barbara Harris, Barbara Stanwyck, Barry Sullivan, Cameron Mitchell, Cesar Romero, Kim Cattrall, Ed Begley Jr., Patrick Duffy, Robert Loggia (pela segunda vez) Timothy Dalton, Sally Kirkland, Tab Hunter e a ex-pantera, Farrah Fawcett novamente dando ar de sua graça. Esta quarta temporada, apesar de mais uma mudança, a série para mim continuou muito boa, apesar de que na época, a audiência tenha caído. Concluindo a quarta temporada muito satisfeito!
Concluída a terceira temporada de As Panteras ficou visível o quanto Cheryl Ladd protagonizou bem seu papel na série, destacando-se e, em muitos episódios roubando a cena de suas colegas de elenco com sua simpatia, talento e carisma. Nesta terceira temporada há a participação da ex-pantera Farrah Fawcett em três episódios e, notadamente, percebe-se que as aparições da Fawcett passa meio 'blasé' em dois episódios, sendo o primeiro o mais expressivo para atriz. Já David Doyle, o John Bosley é um fofo, um ator muito carismático e, junto ao trio de atrizes proporciona ótimos momentos em cena. Nesta temporada, também tem boas participações de gente como Dean Martin, Bubba Smith, Jamie Lee Curtis, do inusitado Zalman King, Vic Morrow, Robert Urich, Steven Collins, Rossano Brazzi e Cesare Danova. Agora, sigo ansioso para quarta temporada!
Havia assistido os dois filmes que tinha dado o pontapé a esta série que só durou mesmo uma temporada com o apatetado repórter investigativo de casos sobrenaturais, Carl Kolchak. Tanto Pânico e Morte na Cidade e A Noite do Estrangulador são melhores que esta série que pode até ter servido de referência a série Sobrenatural, como muitos dizem, mas para mim a série não conseguiu se manter intacta e envelheceu mal. Pelo menos há momentos cômicos interpretado pelo Darren McGavin com seu personagem Carl Kolchak. No que tange a construção de suspense/terror esta série falha, sendo a série Supernatural muito mais competente neste quesito. No mais, serve como curiosidade e resgate nostálgico.
Caramba! Que temporada excelente! Todos os episódios são ótimos, bem dirigidos e atuados. Empolguei-me desde a primeira temporada que, já foi muito boa, por sinal. Confesso que minhas expectativas não eram muito boas, uma vez que, uma das protagonistas mais carismáticas, Farraw Fawcett, sairia, tendo feito apenas a primeira temporada. Surpreendentemente, a falta da Farraw fawcett não foi sentida, muito pela entrada apoteótica da carismática e ótima Cheryl Ladd, que substituiu a Fawcett de maneira ótima e entrosada com as demais protagonistas, um trio, diga-se de passagem, maravilhosas! Daivd Doyle está um fofo como John Bosley. Já me organizando para ir para terceira temporada, com um gostinho de "quero mais". Esta segunda temporada, superou as minhas expectativas. O que já era bom ficou melhor! Amei esta segunda temporada!
As Panteras foi um tremendo sucesso nos anos 70. Aqui no Brasil, os homens se deliciavam com suas protagonistas, as carismáticas, Kate Jackson, Jaclyn Smith e, sobretudo, a loira Farrah Fawcett, a mais popular do trio. Com ar de saudosismo, o cinema favoreceu nos anos 2000, ao grande público, a versão de filme para o cinema, com as também carismáticas, Drew Barrymore, Cameron Dias e Lucy Liu, que causou frisson, rendendo dois filmes de sucesso de bilheteria. O enredo de três mulheres que trabalharam na polícia e são convidadas para serem três detetives particulares do misterioso "Charlie" foi o suficiente para a série tomar fôlego e percorrer 5 temporadas, de 1976 a 1980, com muito charme e humor das atrizes que as interpretam, todas elas muito charmosas. Assistia flashes de lampejo quando passava na TV aberta, e alguns episódios isolados na internet. Agora, no UNITV, estou tendo a oportunidade de assistir na íntegra com áudio original/dublado da TV. É uma série longa, constando, 5 temporadas. Pretendo ver todas as temporadas, mesmo que esporadicamente. Acabei de ver esta primeira temporada, com episódios que ilustram o início de carreira de artistas como Tommy Lee Jones, Tom Selleck, Kim Basinger. E realçam também astros já consagrados como: Bo Hopkins, Fernando Lamas, Ida Lupino, Rosemary Forsythe e Robert Loggia. Gostei de conhecer melhor a série que deu origem ao filme. Partindo para segunda temporada!
Já estava namorando há algumas semanas ter um tempo disponível para rever, PÁSSAROS FERIDOS, série clássica oitentista exibido muito pelo SBT. Devido a sua longa extensão filmica esperei as férias chegar para eu pudesse adentrar nesta sessão saudosíssima, e queria rever, muito por que minha amada mãe (In Memori) era fã deste filme/série. A série foi dividida em quatro capítulos na TV aberta aqui no Brasil. Minha mãe amava o padre, personagem do saudoso Richard Chamberlain e o seu amor proibido com a única mulher da família que vinha da Nova Zelândia tentar a vida na Austrália. Via sempre 'flashs' deste série na TV quando criança e por ser tão criança não entendia muito. Visto hoje, me surpreendi com algumas questões, muito comuns a essa época e criminal hoje em dia: o fato do padre um homem adulto já ter interesse amoroso com uma criança (hoje visto como pedofilia). Essa verdadeira saga e épico histórico de uma família que parecia ter intimidade com a tragédia (aqui mostrada uma após outras) é interpretada por um excelente elenco com grandes atuações (de todos aqui!); (Todos memoráveis em seus papéis!). A trilha cancional a cargo de Henri Mancini traz uma melancolia ímpar em sua notas musicais (perfeita!). Sem falar na condução directiva soberba! Grande trabalho de direção técnica e de atores. Para mim está série foi um marco na televisão brasileira a qual corríamos para ver o horário que ia ser exibida quando passava a sua chamada pelo SBT. Minissérie vencedora dos prêmios "Globo de Ouro" e "Emmy", é uma épica história sobre décadas de ambição, medo, persistência, paixão e vingança e de muito sucesso aqui no Brasil. Amei ❤️ poder rever PÁSSAROS FERIDOS! Desejo realizado!
Concluído a 3° temporada desta série saudosa que marcou a TV americana dos anos 70 e, e início dos anos 80 aqui no Brasil, período em que a série foi exibida aqui. Como de praxe, Lynda Carter e Lyle Waggoner estão lindos e carismáticos e foi inadmissível eles não formarem um par romântico. Os episódios são legais (um pouco abaixo das outras temporadas) mas, ainda bons e divertidos. Poderiam ainda produzirem uma quarta temporada com algumas novidades e talvez o desfecho da série, porém, nunca foi produzido não se sabe porque. O seriado MULHER MARAVILHA, deixou saudades e vendo as duas últimas temporadas, entrei no sabor de nostalgia total cujo a TV aberta de antigamente exibiam séries bacanas em suas sessões vespertinas.
Vista há muito tempo a 1° temporada, num BOX/DVD que presenteei minha irmã, chegando agora tardiamente a 2° temporada da série estadunidense MULHER MARAVILHA. Esta segunda temporada não fica nada a dever a primeira, de modo que, alguns elementos são ainda melhores que na primeira; os episódios estão mais dinâmicos, nesta segunda temporada as participações especiais são maiores de outros atores e atrizes, o guarda roupa da mulher maravilha ganha novidades como o capacete, a capa, a roupa de motoqueira e de mergulho, portanto, ganha outros elementos. Os episódios são bons. E, claro, Lynda Carter e Lyle Waggoner, estão lindos e charmoso, como Diana Prince e Steve Trevor. E seria as últimas participações de Beatrice Straight como The Queen rainha das Amazonas de Themyscira , mãe da Mulher-Maravilha. Ótima temporada! Estou concluindo a terceira temporada!
Desde quando este nostálgico documentário estreou ano passado fiquei ansioso para conferir, mas, no meio de turbilhão de atividades e a dificuldade de encontrá-lo, acabei demorando muito para assistir. Hoje, finalmente , pude vê-lo na íntegra, de uma vez só, uma vez que, este documentário é dividido em três capítulos. O ar de nostalgia e saudades foi imenso, numa época em que tudo era difícil economicamente (as dificuldades eram imensas no meu caso) cujo ter acesso a tecnologia de época como TVs à cores (ou mesmo preto-e-branco), aparelho de som e até mesmo adquirir o disco da banda (naquela época pobre era pobre de verdade). Então, o espírito de confraternização era imenso, pois, o colega que ti há TV assistimos em sua casa e quem tinha LP emprestava aos que não tinha. Enfim...Muito embora o tempo fosse difícil, a magia daquela época, a alegria imperavam e encontrávamos brechas para sermos felizes. O documentário passou muito bem as angústias do quarteto (Mike, Tobe, Simony e Jairzinho), mas também a alegria de estarem ali naquele momento histórico da música infantil brasileira e da indústria fonográfica (vendo ali uma forma infalível de de ganhar muito dinheiro) cujo as gravadoras e empresários tinham receitas lucrativas no que tangiam o mercado fonográfico voltado as crianças. O pioneirismo da época foi sensacional (as crianças explodiria naquela década divertida, esfuziante, contagiante e multi-colorida). E o poeta, letrista espanhol Edgar Poças foi pioneiro e gênio neste segmento que, após, A Turma do Balão Mágico, continuou a escrever letras de artistas de sucesso como Angélica (também da mesma gravadora CBS). O capitalismo altamente imbuído por empresários e gravadoras fizeram fortuna em cima daquela garotada. As alegrias, as emoções e as dores tiveram centradas neste competente documentário dirigido, surpreendente pela Tatiana Issa (muitíssimo bem produzido e conduzido). Quando Fábio Jr., Pepeu Gomes e Baby do Brasil dão o seu depoimento foi como uma ode ao saudosismo de uma época áurea para a alegria (para mim os melhores depoimentos artísticos). A mulher palhaça Miriam Lemos também me fez sair lágrimas dos olhos, assim como, Edgar Poças, O fofão do Orival Pessini, Castrinho e alguns produtores que se emocionam. Já a participação de gente como Lázaro Ramos, Gretchen não veio a calhar. Mara Maravilha provou que era uma chata, mala e malquista no meio artístico. Marcos Maynard apenas um oportunista. No mais, um documentário que encheu meus olhos. Futuramente, pretendo revê-lo.
Filme com três contos da série de terror GALERIA DO TERROR, que foi exibida na TV aberta nos primórdios dos anos 80 aqui no Brasil. As antologias as melhores são a primeira e a segunda, a terceira é a mais fraca.
* Rapaz que mora com o Tio anseia sua morte para ficar com a herança, uma vez que, na morte de sua mãe o contemplado a ficar com a herança é ele. Mas haverá uma surpresa inesperada. Roddy MacDowall está ótimo como sobrinho ambicioso e sarcástico.
* Mulher cega faz de tudo para enxergar nem que seja por algumas horas. Um homem com dividas aceita o dinheiro para que retire a córnea de seus olhos para que a mulher enxergue, porém, surpresas ocorrerá com a amarga mulher, muitíssimo bem interpretada pela diva do cinema Joan Crawford e Dirigida pelo então novato Steven Spielberg, numa direção já cheia de estilo.
* A terceira e última antologia conta o caso de um ex- combatente de guerra que agora num país da América do Sul, vive enclausurado até visitar um museu e se deparar com a pintura de um marinheiro que fisicamente se parece com ele.
A série GALERIA DO TERROR era muito boa. É uma pena que antologias como estás não passem mais nas madrugadas da TV aberta. Saudades deste tempo!
Encontrei casualmente no Canal TV DE TUBO FILMES, numa boa versão dublada da TV. Inicialmente, surpreendi-me bastante com a extensão fílmica baseada claramente numa história real. John Wayne Gacy é um homem empreendedor de sucesso em sua região, mas que esconde uma vida esdrúxula de seco e violência com menores. A polícia começa a suspeitar das andanças do empresário e começa a investigação acerca dele. Embora passasse 2h 42min o filme não é cansativo e nos prende a atenção pela história e pelos bons personagens. O roteiro não esconde o mistério e o revela desde o epílogo e a projeção segue o filme todo nos arcabouços jurídicos e policiais para prender o serial killer. Bryan Dennehy está bem na figura de um psicótico e maníaco sexual de meninos (adolescentes). Quem diria que ele fosse interpretar um personagem assim; passeando em sua filmografia ele tem mais papéis de mocinho que de bandido; dentre eles fez muito policial justiceiro. O personagem do policial que é responsável pela investigação atua bem também passando a angústia de encontrar (inicialmente) e condenar o culpado pelos crimes ediondos. Muitas cenas dele reflexivo perpassava o fato dele ter um filho adolescente. E imaginei no decorrer do filme que o filho dele talvez pudesse ser perseguido pelo serial killer, porém, como o filme foi baseado em fatos reais, a fidedignidade tinha que ser tal qual, sem muitas ondas criativas de roteiro. E Margot Kidder embora seja a segunda atriz na chamada do elenco não tem grande presença, aliás, pouca presença como uma cartomante que revela parte dos assassinatos. Ela aparece bem em seu papel, no entanto, parece ser mais uma peça roteirísticas que propriamente uma personagem realística (veredicta) da trama. Caçada Implacável é um telefilme competente com boas atuações digna de ser visto e reconhecido.
Território Brutal foi um série americana que só durou uma temporada e contava a estória de uma mulher ( Branda Vaccaro) que reside na parte leste americana e acostumada a vida mais liberal. Ela resolve ir morar no meio-oste americano dando aula numa única de uma cidadezinha do interior onde a população são extremante conservadora. Consegui assistir a uma cópia não muito boa disponível no You Tube onde o filme vem com um episódio da série lançado em VHS. Brenda Vaccaro é a única razão de assistir este filme e seu papel é carismático.
A CASA DO TERROR marcou história na TV brasileira e foi exibida na TV aberta nos anos 80. Era uma série britânica produzida pela conhecidíssima produtora Hammer. Está disponível no streaming DARKFLIX a 1° temporada completa o que eu, gradativamente, estou saboreando os episódios.
1° Episódio: Bruxa retorna a uma fazenda depois de séculos para atormentar a vida de um homem.
2°Episódio: Jornalista investiga as mortes de pessoas gordas numa tétrica casa funeral no qual estão envolvidos o dono de uma clínica.
3° Episódio: Homem casado que tem caso com a secretaria quer se separar da esposa. Só que estranhos sonhos ocorrem antes que a separação aconteça.
4° Episódio: Casal perde sei único filho com um falecimento estranho. Eles então, resolvem adotar um menino. Mas coisas estranhas começam a acontecer quando o novo filho vai morar com eles.
5° Episódio: Família se muda para uma casa que ocorrera caso assombroso e terão incômodas visões.
6° Episódio: Uma Jovem herda uma escultura africana e logo descobre que é um objeto de vodu.
7° Episódio: Suposto dono de um Pet Shop na verdade é um remanescente nazista e cria uma armadilha para ser testado num ex-detento.
8° Episódio: casal perde o controle do carro e se perde na floresta. Ao caminhar pela estrada encontra uma casa onde uma mulher e oito crianças não são nada normais.
9° Episódio: Investigador da polícia investiga assassinatos de homens. E nem imagina que o assassino está tão próximo dele.
10° Episódio: Colecionador se envolve com seita satanista depois de adquirir um espelho amaldiçoado e de dar carona para um bonita jovem que está envolvida com cultos satanicos.
11° Episódio: Mulher mata um estranho homem que ia cobrar dívidas de seu esposo e, iria estuprá-la. Ela agora busca ajuda de uma vidente, junto a seu marido para livrar-se do espírito do homem.
12° Episódio: Família dá carona a um desconhecido e sofrem um acidente. A partir daí, as coisas não são mais o que era antes.
Muito boa série de mistério e terror. Sinto falta na TV aberta passar séries assim. Hoje relegada a programas de auditório e Reality Shows da vida. Uma chatice! Que bom era os anos 80 com seus filmes e séries de terror quando víamos na madrugada.
Ótima série de estórias fantasmagóricas dos anos 70. Fez grande sucesso na TV americana e aqui no Brasil. A série tem uma excelente escalação de elenco e grandes diretores da época. Muito bom! Assisti alguns episódios pelo You Tube com ótima qualidade de áudio e imagem. Mas, infelizmente sem legendas.
Assisti toda primeira temporada em um único dia. Confesso que é bem novelão mexicano, porém me distraiu bastante e fiquei envolvido com a trama e subtramas da série. Querendo ver a segunda temporada.
Série muito maneira com o saudoso Wiliam Shatner dos saudosos anos 80. Engraçado são os carros da policia norte-americanas antigamente. E a Heatler Locklear era uma fofinha mesmo! Muito boa série.
O Sacrifício Final foi transformado em uma mini série de 4 capítulos no inicio dos anos 90 exibida pela Rede Globo. Interessante a Globo fazer deste filme longo (2h59min) em mini série. Funcionou direitinho! O filme/série conta a história verídica de uma mulher Diana Downs (Farrah Fawcett) que chega com seus filhos num hospital e, em seguida, é acusada de maltratar seus filhos. David Greene mergulha o quanto pode na vida tresloucada desta personagem e tem como grande interprete Farrah Fawcett que brilha e se entrega totalmente ao personagem. O seu olhar frio e, por vezes, indiferente com o sofrimento dos filhos é de dar medo. Em contrapartida, possui um amor por um homem casado (Ryan O'neill) que não a quer e ainda tem outros casos com homens. A atriz soube bem compor seu personagem que é uma sociopata em potencial. Percebemos os distúrbios emocionais cujo a personagem percorre durante a projeção. Um bom drama televisivo!
Boa série americana exibida pela Rede Globo em 1985. A série obteve muito sucesso aqui no Brasil. O visual da mota é um barato, assim como, os raios lasers que a moto atirava. O fera e charmoso Rex Smith desfilava simpatia e carisma naquela moto hiper moderna. As séries dos anos 80 eram demais! E Moto Laser é um delas que deixou saudades.
Uma série saudosa o qual nasceu derivada da série O Homem de Seis Milhões de Dólares. Não podia dar outra. Lindsay Wagner linda como a Mulher Biônica. Seu companheiro Lee Major (protagonista do Homem de Seis Milhões de Dólares) também não fica atrás. Os episódios são muito bons e dá uma saudade danada dessas séries legais da TV. Muito bom!
Um dos apresentadores mais imitados de todos os tempos, em segundo lugar, ganha o Sílvio Santos. (outra lenda da nossa televisão). Um programa descontraído, desleixado, nada era estudado e ensaiado, tudo era feito de forma improvisada, natural, tinha uma energia muito espontânea, assim como qualquer programa brasileiro de auditório oitentista. Chacretes com roupas escrotas, ótimos artistas da época. Hoje dá náuseas de assistir programas de humor e de auditórios de tão superficiais e forçados em serem engraçados. Para mim um dos melhores programas televisivos. Muitas saudades!
Jack - O Estripador
3.6 15Confesso que já assisti a inúmeros filmes sobre o assassino Jack, O Estripador, sobretudo de grandes produções, mas para mim o mais verossímil foi este telefilme produzido pela Scotland Yard. Este telefilme longuíssimo foi exibido, primeiramente, na TV Globo, que tinha o direito sobre a exibição, posto e anunciado com uma minissérie, dividida em quatro capítulos. Depois, a TV Gazeta quis exibir em sua emissora e negociou com a Globo para ter direito de exibição cujo a emissora global liberou. Fiquei impressionado como a produção foi tão fidedigna ao período retratado, desde os figurinos, cenários, tudo muito bem ambientado na Londres vitoriana. Muitas super produções para o cinema são muito bem feitas, entretanto, há adaptações que fogem demais da história original, não é o caso deste ótimo telefilme. A direção é ótimo! E o elenco idem! Acho que não teria ator melhor para interpretar o Chefe Inspetor Frederick Abberline que Michael Caine. E o filme nos faz refletir como a alta sociedade é podre, imunda!
O caso do psicopata assassino, Jack foi sumariamente abafado por ser uma figura da alts sociedade Londrina daquele período. Ele era um renomado médico e grande pesquisador, inclusive, o médico da Rainha. Totalmente, absolvido, abafado o caso do assassinato de várias mulheres. Tudo para abafar a podridão da alta sociedade local de evitar o escândalo. O assassino morreu sem ser preso, sem um julgamento, infelizmente!
O Homem Invisível (1ª Temporada)
3.4 4Encontrei apenas 13 episódios desta antiga série do Homem Invisível que lembro ser exibida na TV aberta lá nos tempos da onça (creio eu que foi passado na Globo no início dos anos 80). Agora fiquei sem saber ao certo se só teve uma temporada ou teve outras? Pelo menos aqui no filmow não encontrei indícios , a não ser de outra série chamada O Homem Invisível com outro ator no papel do homem invisível. Boa e divertida série!
Galeria do Terror - A Série (1ª Temporada)
4.4 3 Assista AgoraNão lembro ao certo se, GALERIA DO TERROR, passou em alguma emissora de TV aberta, TV Globo, eu creio. Acabei encontrando três temporadas, com áudio original e Espanhol (em alguns episódios) na TV Box. Acabei não gostando muito dos episódios que tá era uma bagunça só; episódios de 50 minutos inteiros, dois episódios em 50 minutos, um episódio de 5o minutos, de 35 minutos e outros com 15 minutos, emfim, apresentando os episódios de maneira descomunal. E as estórias de suspense em si, nunca empolgam. Não satisfeito com a primeira temporada, talvez eu não veja as demais temporadas.
As Panteras (5ª Temporada)
4.0 5AS PANTERAS, chegava a quinta e última temporada, adentrando o ano de 1980. Sem dúvida, esta última temporada é mais inferior a todas outras. A série ia perdendo o fôlego depois de mudanças em seu cast principal. Entretanto, mesmo sendo inferior as quatro anteriores, ainda possui episódios boninhos (exceto aquele último episódio que achei deprimente e desnecessário) Jaclyn Smith desde a temporada anterior vinha perdendo protagonismo, muito pela entrada e carisma da Cheryl Ladd (que após ter substituído a Farrah Fawcett, tomou conta da série para ela). E nesta quinta temporada há outra mudança, a entrada da atriz Tanya Roberts que inicialmente vem com uma personagem , corajosa, cheia de personalidade e foi tolhida nos demais episódios, sendo apenas a garota comportada do Charlie. Adorei assistir na íntegra todas as temporadas de As Panteras, série estadunidense que fez a cabeça de muitos adolescentes na época que foi estreada e aqui, no Brasil no início dos anos 80 quando era exibida na TV aberta. Felicíssimo em ter encontrado na TV BOX todas as temporadas em sua versão dublada da TV com excelente qualidade de imagem e áudio. As Panteras marcou época e a vida de uma geração que nenhum filme posterior, foi capaz de superá-lo.
As Panteras (4ª Temporada)
4.2 5As Panteras foi uma série tão gostosa de assistir que nem sentimos a falta de quem saia da série. Desta vez, foi a saída de Kate Jackson e a entrada da timida, retraída, porém, fina e chique Shelley Hack, como a novata, Tiffany Welles. Os episódios contimuam envolvendo o passado das detetives particulares mais charmosa de Los Angeles. Incrivel como Cheryl Ladd tomou para si o protagonismo da série, deixando até mesmo Jaclyn Smith em muitos episódios apagada. Na sala das participações, tem uma lista incrível de gente boa participando dos episódios; Bo Hopkins, Barbara Harris, Barbara Stanwyck, Barry Sullivan, Cameron Mitchell, Cesar Romero, Kim Cattrall, Ed Begley Jr., Patrick Duffy, Robert Loggia (pela segunda vez) Timothy Dalton, Sally Kirkland, Tab Hunter e a ex-pantera, Farrah Fawcett novamente dando ar de sua graça. Esta quarta temporada, apesar de mais uma mudança, a série para mim continuou muito boa, apesar de que na época, a audiência tenha caído. Concluindo a quarta temporada muito satisfeito!
As Panteras (3ª Temporada)
4.2 4Concluída a terceira temporada de As Panteras ficou visível o quanto Cheryl Ladd protagonizou bem seu papel na série, destacando-se e, em muitos episódios roubando a cena de suas colegas de elenco com sua simpatia, talento e carisma. Nesta terceira temporada há a participação da ex-pantera Farrah Fawcett em três episódios e, notadamente, percebe-se que as aparições da Fawcett passa meio 'blasé' em dois episódios, sendo o primeiro o mais expressivo para atriz. Já David Doyle, o John Bosley é um fofo, um ator muito carismático e, junto ao trio de atrizes proporciona ótimos momentos em cena. Nesta temporada, também tem boas participações de gente como Dean Martin, Bubba Smith, Jamie Lee Curtis, do inusitado Zalman King, Vic Morrow, Robert Urich, Steven Collins, Rossano Brazzi e Cesare Danova. Agora, sigo ansioso para quarta temporada!
Kolchak e os Demônios da Noite
4.1 9Havia assistido os dois filmes que tinha dado o pontapé a esta série que só durou mesmo uma temporada com o apatetado repórter investigativo de casos sobrenaturais, Carl Kolchak. Tanto Pânico e Morte na Cidade e A Noite do Estrangulador são melhores que esta série que pode até ter servido de referência a série Sobrenatural, como muitos dizem, mas para mim a série não conseguiu se manter intacta e envelheceu mal. Pelo menos há momentos cômicos interpretado pelo Darren McGavin com seu personagem Carl Kolchak. No que tange a construção de suspense/terror esta série falha, sendo a série Supernatural muito mais competente neste quesito. No mais, serve como curiosidade e resgate nostálgico.
As Panteras (2ª Temporada)
4.2 6Caramba! Que temporada excelente! Todos os episódios são ótimos, bem dirigidos e atuados. Empolguei-me desde a primeira temporada que, já foi muito boa, por sinal. Confesso que minhas expectativas não eram muito boas, uma vez que, uma das protagonistas mais carismáticas, Farraw Fawcett, sairia, tendo feito apenas a primeira temporada. Surpreendentemente, a falta da Farraw fawcett não foi sentida, muito pela entrada apoteótica da carismática e ótima Cheryl Ladd, que substituiu a Fawcett de maneira ótima e entrosada com as demais protagonistas, um trio, diga-se de passagem, maravilhosas! Daivd Doyle está um fofo como John Bosley. Já me organizando para ir para terceira temporada, com um gostinho de "quero mais". Esta segunda temporada, superou as minhas expectativas. O que já era bom ficou melhor! Amei esta segunda temporada!
As Panteras (1ª Temporada)
4.2 22As Panteras foi um tremendo sucesso nos anos 70. Aqui no Brasil, os homens se deliciavam com suas protagonistas, as carismáticas, Kate Jackson, Jaclyn Smith e, sobretudo, a loira Farrah Fawcett, a mais popular do trio. Com ar de saudosismo, o cinema favoreceu nos anos 2000, ao grande público, a versão de filme para o cinema, com as também carismáticas, Drew Barrymore, Cameron Dias e Lucy Liu, que causou frisson, rendendo dois filmes de sucesso de bilheteria. O enredo de três mulheres que trabalharam na polícia e são convidadas para serem três detetives particulares do misterioso "Charlie" foi o suficiente para a série tomar fôlego e percorrer 5 temporadas, de 1976 a 1980, com muito charme e humor das atrizes que as interpretam, todas elas muito charmosas. Assistia flashes de lampejo quando passava na TV aberta, e alguns episódios isolados na internet. Agora, no UNITV, estou tendo a oportunidade de assistir na íntegra com áudio original/dublado da TV. É uma série longa, constando, 5 temporadas. Pretendo ver todas as temporadas, mesmo que esporadicamente. Acabei de ver esta primeira temporada, com episódios que ilustram o início de carreira de artistas como Tommy Lee Jones, Tom Selleck, Kim Basinger. E realçam também astros já consagrados como: Bo Hopkins, Fernando Lamas, Ida Lupino, Rosemary Forsythe e Robert Loggia. Gostei de conhecer melhor a série que deu origem ao filme. Partindo para segunda temporada!
Pássaros Feridos
4.0 85Já estava namorando há algumas semanas ter um tempo disponível para rever, PÁSSAROS FERIDOS, série clássica oitentista exibido muito pelo SBT. Devido a sua longa extensão filmica esperei as férias chegar para eu pudesse adentrar nesta sessão saudosíssima, e queria rever, muito por que minha amada mãe (In Memori) era fã deste filme/série. A série foi dividida em quatro capítulos na TV aberta aqui no Brasil. Minha mãe amava o padre, personagem do saudoso Richard Chamberlain e o seu amor proibido com a única mulher da família que vinha da Nova Zelândia tentar a vida na Austrália. Via sempre 'flashs' deste série na TV quando criança e por ser tão criança não entendia muito. Visto hoje, me surpreendi com algumas questões, muito comuns a essa época e criminal hoje em dia: o fato do padre um homem adulto já ter interesse amoroso com uma criança (hoje visto como pedofilia). Essa verdadeira saga e épico histórico de uma família que parecia ter intimidade com a tragédia (aqui mostrada uma após outras) é interpretada por um excelente elenco com grandes atuações (de todos aqui!); (Todos memoráveis em seus papéis!). A trilha cancional a cargo de Henri Mancini traz uma melancolia ímpar em sua notas musicais (perfeita!). Sem falar na condução directiva soberba! Grande trabalho de direção técnica e de atores. Para mim está série foi um marco na televisão brasileira a qual corríamos para ver o horário que ia ser exibida quando passava a sua chamada pelo SBT. Minissérie vencedora dos prêmios "Globo de Ouro" e "Emmy", é uma épica história sobre décadas de ambição, medo, persistência, paixão e vingança e de muito sucesso aqui no Brasil. Amei ❤️ poder rever PÁSSAROS FERIDOS! Desejo realizado!
Mulher-Maravilha (3ª Temporada)
3.7 5Concluído a 3° temporada desta série saudosa que marcou a TV americana dos anos 70 e, e início dos anos 80 aqui no Brasil, período em que a série foi exibida aqui. Como de praxe, Lynda Carter e Lyle Waggoner estão lindos e carismáticos e foi inadmissível eles não formarem um par romântico. Os episódios são legais (um pouco abaixo das outras temporadas) mas, ainda bons e divertidos. Poderiam ainda produzirem uma quarta temporada com algumas novidades e talvez o desfecho da série, porém, nunca foi produzido não se sabe porque. O seriado MULHER MARAVILHA, deixou saudades e vendo as duas últimas temporadas, entrei no sabor de nostalgia total cujo a TV aberta de antigamente exibiam séries bacanas em suas sessões vespertinas.
Mulher-Maravilha (2ª Temporada)
3.7 6Vista há muito tempo a 1° temporada, num BOX/DVD que presenteei minha irmã, chegando agora tardiamente a 2° temporada da série estadunidense MULHER MARAVILHA. Esta segunda temporada não fica nada a dever a primeira, de modo que, alguns elementos são ainda melhores que na primeira; os episódios estão mais dinâmicos, nesta segunda temporada as participações especiais são maiores de outros atores e atrizes, o guarda roupa da mulher maravilha ganha novidades como o capacete, a capa, a roupa de motoqueira e de mergulho, portanto, ganha outros elementos. Os episódios são bons. E, claro, Lynda Carter e Lyle Waggoner, estão lindos e charmoso, como Diana Prince e Steve Trevor. E seria as últimas participações de Beatrice Straight como The Queen rainha das Amazonas de Themyscira , mãe da Mulher-Maravilha. Ótima temporada! Estou concluindo a terceira temporada!
A Superfantástica História do Balão
4.0 44 Assista AgoraDesde quando este nostálgico documentário estreou ano passado fiquei ansioso para conferir, mas, no meio de turbilhão de atividades e a dificuldade de encontrá-lo, acabei demorando muito para assistir. Hoje, finalmente , pude vê-lo na íntegra, de uma vez só, uma vez que, este documentário é dividido em três capítulos. O ar de nostalgia e saudades foi imenso, numa época em que tudo era difícil economicamente (as dificuldades eram imensas no meu caso) cujo ter acesso a tecnologia de época como TVs à cores (ou mesmo preto-e-branco), aparelho de som e até mesmo adquirir o disco da banda (naquela época pobre era pobre de verdade). Então, o espírito de confraternização era imenso, pois, o colega que ti há TV assistimos em sua casa e quem tinha LP emprestava aos que não tinha. Enfim...Muito embora o tempo fosse difícil, a magia daquela época, a alegria imperavam e encontrávamos brechas para sermos felizes. O documentário passou muito bem as angústias do quarteto (Mike, Tobe, Simony e Jairzinho), mas também a alegria de estarem ali naquele momento histórico da música infantil brasileira e da indústria fonográfica (vendo ali uma forma infalível de de ganhar muito dinheiro) cujo as gravadoras e empresários tinham receitas lucrativas no que tangiam o mercado fonográfico voltado as crianças. O pioneirismo da época foi sensacional (as crianças explodiria naquela década divertida, esfuziante, contagiante e multi-colorida). E o poeta, letrista espanhol Edgar Poças foi pioneiro e gênio neste segmento que, após, A Turma do Balão Mágico, continuou a escrever letras de artistas de sucesso como Angélica (também da mesma gravadora CBS). O capitalismo altamente imbuído por empresários e gravadoras fizeram fortuna em cima daquela garotada. As alegrias, as emoções e as dores tiveram centradas neste competente documentário dirigido, surpreendente pela Tatiana Issa (muitíssimo bem produzido e conduzido). Quando Fábio Jr., Pepeu Gomes e Baby do Brasil dão o seu depoimento foi como uma ode ao saudosismo de uma época áurea para a alegria (para mim os melhores depoimentos artísticos). A mulher palhaça Miriam Lemos também me fez sair lágrimas dos olhos, assim como, Edgar Poças, O fofão do Orival Pessini, Castrinho e alguns produtores que se emocionam. Já a participação de gente como Lázaro Ramos, Gretchen não veio a calhar. Mara Maravilha provou que era uma chata, mala e malquista no meio artístico. Marcos Maynard apenas um oportunista. No mais, um documentário que encheu meus olhos. Futuramente, pretendo revê-lo.
Retratos de um Pesadelo
4.1 25Filme com três contos da série de terror GALERIA DO TERROR, que foi exibida na TV aberta nos primórdios dos anos 80 aqui no Brasil.
As antologias as melhores são a primeira e a segunda, a terceira é a mais fraca.
* Rapaz que mora com o Tio anseia sua morte para ficar com a herança, uma vez que, na morte de sua mãe o contemplado a ficar com a herança é ele. Mas haverá uma surpresa inesperada. Roddy MacDowall está ótimo como sobrinho ambicioso e sarcástico.
* Mulher cega faz de tudo para enxergar nem que seja por algumas horas. Um homem com dividas aceita o dinheiro para que retire a córnea de seus olhos para que a mulher enxergue, porém, surpresas ocorrerá com a amarga mulher, muitíssimo bem interpretada pela diva do cinema Joan Crawford e Dirigida pelo então novato Steven Spielberg, numa direção já cheia de estilo.
* A terceira e última antologia conta o caso de um ex- combatente de guerra que agora num país da América do Sul, vive enclausurado até visitar um museu e se deparar com a pintura de um marinheiro que fisicamente se parece com ele.
A série GALERIA DO TERROR era muito boa. É uma pena que antologias como estás não passem mais nas madrugadas da TV aberta. Saudades deste tempo!
Assassino por Natureza
3.3 7Encontrei casualmente no Canal TV DE TUBO FILMES, numa boa versão dublada da TV. Inicialmente, surpreendi-me bastante com a extensão fílmica baseada claramente numa história real. John Wayne Gacy é um homem empreendedor de sucesso em sua região, mas que esconde uma vida esdrúxula de seco e violência com menores. A polícia começa a suspeitar das andanças do empresário e começa a investigação acerca dele.
Embora passasse 2h 42min o filme não é cansativo e nos prende a atenção pela história e pelos bons personagens. O roteiro não esconde o mistério e o revela desde o epílogo e a projeção segue o filme todo nos arcabouços jurídicos e policiais para prender o serial killer.
Bryan Dennehy está bem na figura de um psicótico e maníaco sexual de meninos (adolescentes). Quem diria que ele fosse interpretar um personagem assim; passeando em sua filmografia ele tem mais papéis de mocinho que de bandido; dentre eles fez muito policial justiceiro.
O personagem do policial que é responsável pela investigação atua bem também passando a angústia de encontrar (inicialmente) e condenar o culpado pelos crimes ediondos. Muitas cenas dele reflexivo perpassava o fato dele ter um filho adolescente. E imaginei no decorrer do filme que o filho dele talvez pudesse ser perseguido pelo serial killer, porém, como o filme foi baseado em fatos reais, a fidedignidade tinha que ser tal qual, sem muitas ondas criativas de roteiro.
E Margot Kidder embora seja a segunda atriz na chamada do elenco não tem grande presença, aliás, pouca presença como uma cartomante que revela parte dos assassinatos. Ela aparece bem em seu papel, no entanto, parece ser mais uma peça roteirísticas que propriamente uma personagem realística (veredicta) da trama.
Caçada Implacável é um telefilme competente com boas atuações digna de ser visto e reconhecido.
Território Brutal
3.0 1Território Brutal foi um série americana que só durou uma temporada e contava a estória de uma mulher ( Branda Vaccaro) que reside na parte leste americana e acostumada a vida mais liberal. Ela resolve ir morar no meio-oste americano dando aula numa única de uma cidadezinha do interior onde a população são extremante conservadora. Consegui assistir a uma cópia não muito boa disponível no You Tube onde o filme vem com um episódio da série lançado em VHS. Brenda Vaccaro é a única razão de assistir este filme e seu papel é carismático.
A Casa do Terror (1ª Temporada)
3.8 37A CASA DO TERROR marcou história na TV brasileira e foi exibida na TV aberta nos anos 80. Era uma série britânica produzida pela conhecidíssima produtora Hammer. Está disponível no streaming DARKFLIX a 1° temporada completa o que eu, gradativamente, estou saboreando os episódios.
1° Episódio: Bruxa retorna a uma fazenda depois de séculos para atormentar a vida de um homem.
2°Episódio: Jornalista investiga as mortes de pessoas gordas numa tétrica casa funeral no qual estão envolvidos o dono de uma clínica.
3° Episódio: Homem casado que tem caso com a secretaria quer se separar da esposa. Só que estranhos sonhos ocorrem antes que a separação aconteça.
4° Episódio: Casal perde sei único filho com um falecimento estranho. Eles então, resolvem adotar um menino. Mas coisas estranhas começam a acontecer quando o novo filho vai morar com eles.
5° Episódio: Família se muda para uma casa que ocorrera caso assombroso e terão incômodas visões.
6° Episódio: Uma Jovem herda uma escultura africana e logo descobre que é um objeto de vodu.
7° Episódio: Suposto dono de um Pet Shop na verdade é um remanescente nazista e cria uma armadilha para ser testado num ex-detento.
8° Episódio: casal perde o controle do carro e se perde na floresta. Ao caminhar pela estrada encontra uma casa onde uma mulher e oito crianças não são nada normais.
9° Episódio: Investigador da polícia investiga assassinatos de homens. E nem imagina que o assassino está tão próximo dele.
10° Episódio: Colecionador se envolve com seita satanista depois de adquirir um espelho amaldiçoado e de dar carona para um bonita jovem que está envolvida com cultos satanicos.
11° Episódio: Mulher mata um estranho homem que ia cobrar dívidas de seu esposo e, iria estuprá-la. Ela agora busca ajuda de uma vidente, junto a seu marido para livrar-se do espírito do homem.
12° Episódio: Família dá carona a um desconhecido e sofrem um acidente. A partir daí, as coisas não são mais o que era antes.
Muito boa série de mistério e terror. Sinto falta na TV aberta passar séries assim. Hoje relegada a programas de auditório e Reality Shows da vida. Uma chatice!
Que bom era os anos 80 com seus filmes e séries de terror quando víamos na madrugada.
Histórias Fantásticas
3.8 2Ótima série de estórias fantasmagóricas dos anos 70. Fez grande sucesso na TV americana e aqui no Brasil. A série tem uma excelente escalação de elenco e grandes diretores da época. Muito bom!
Assisti alguns episódios pelo You Tube com ótima qualidade de áudio e imagem. Mas, infelizmente sem legendas.
Alto Mar (1ª Temporada)
3.5 62 Assista AgoraAssisti toda primeira temporada em um único dia. Confesso que é bem novelão mexicano, porém me distraiu bastante e fiquei envolvido com a trama e subtramas da série. Querendo ver a segunda temporada.
Carro Comando (1ª Temporada)
3.5 12Série muito maneira com o saudoso Wiliam Shatner dos saudosos anos 80. Engraçado são os carros da policia norte-americanas antigamente. E a Heatler Locklear era uma fofinha mesmo!
Muito boa série.
Sacrifício Final
3.4 8O Sacrifício Final foi transformado em uma mini série de 4 capítulos no inicio dos anos 90 exibida pela Rede Globo. Interessante a Globo fazer deste filme longo (2h59min) em mini série. Funcionou direitinho!
O filme/série conta a história verídica de uma mulher Diana Downs (Farrah Fawcett) que chega com seus filhos num hospital e, em seguida, é acusada de maltratar seus filhos.
David Greene mergulha o quanto pode na vida tresloucada desta personagem e tem como grande interprete Farrah Fawcett que brilha e se entrega totalmente ao personagem. O seu olhar frio e, por vezes, indiferente com o sofrimento dos filhos é de dar medo. Em contrapartida, possui um amor por um homem casado (Ryan O'neill) que não a quer e ainda tem outros casos com homens. A atriz soube bem compor seu personagem que é uma sociopata em potencial. Percebemos os distúrbios emocionais cujo a personagem percorre durante a projeção. Um bom drama televisivo!
Moto Laser
3.2 10Boa série americana exibida pela Rede Globo em 1985. A série obteve muito sucesso aqui no Brasil. O visual da mota é um barato, assim como, os raios lasers que a moto atirava. O fera e charmoso Rex Smith desfilava simpatia e carisma naquela moto hiper moderna. As séries dos anos 80 eram demais! E Moto Laser é um delas que deixou saudades.
A Mulher Biônica (1ª Temporada)
3.8 12 Assista AgoraUma série saudosa o qual nasceu derivada da série O Homem de Seis Milhões de Dólares. Não podia dar outra. Lindsay Wagner linda como a Mulher Biônica. Seu companheiro Lee Major (protagonista do Homem de Seis Milhões de Dólares) também não fica atrás. Os episódios são muito bons e dá uma saudade danada dessas séries legais da TV. Muito bom!
Cassino do Chacrinha
4.2 6Um dos apresentadores mais imitados de todos os tempos, em segundo lugar, ganha o Sílvio Santos. (outra lenda da nossa televisão). Um programa descontraído, desleixado, nada era estudado e ensaiado, tudo era feito de forma improvisada, natural, tinha uma energia muito espontânea, assim como qualquer programa brasileiro de auditório oitentista. Chacretes com roupas escrotas, ótimos artistas da época. Hoje dá náuseas de assistir programas de humor e de auditórios de tão superficiais e forçados em serem engraçados. Para mim um dos melhores programas televisivos. Muitas saudades!