Assassinos Silenciosos é um daquelas fitas TRASH e toscas exibido aos borbotões na sessão filmíca "Força Total" da Rede Bandeirantes, em plenos anos 90, sobretudo, na primeira metade da década. A imagem de Linda Blair segurando uma arma induz que ela é uma protagonista, puro charmiz de capa, sua personagem é desperdiçada com brigas e momentos `loves` com o policial protagonista cafuçú cujo ela não tem nenhuma cena de ação durante todo filme, sendo uma personagem secundária. Mistura de fita de ação com arte marcial (tem um cast asiático) serve como distração de fitas de porrada tosca.
O primeiro filme de Brian de Palma que assisti, de modo que, à época locado numa videolocadora de outra cidade tive que pegar 15 fitas de uma vez para entregar com prazo 20 dias. Dentre os títulos, VESTIDA PARA MATAR, foi um dos escolhidos, no meio de tantas fitas boas. Lembro que adentrei a sessão com bastante ansiedade, uma vez que, tinha lido críticas positivas deste suspense de Brian de Palma na extinta REVISTA SET. Fui logo arrebatado pela sensual e dúbia cena de abertura, explorando o corpo de Angie Dickinson com excelente trilha sonora do compositor italiano Pino Donaggio ao fundo. O roteiro bem amarrado e conduzido com maestria por De Palma, oferece boas doses de sustos até culminar em seu desfecho pra lá de dúbio e insuportavelmente agoniante. O filme envelheceu nalguns aspectos, contudo, ainda mantém aquele charme oitentista de filmes que eram exibidos nas noites da TV aberta. Brian de Palma repaginando Alfredo Hitchcoock em plenos anos 80, imprimindo sua marca e personalidade.
Tinha prometido a mim mesmo que não iria mais dar sequência a esta trilogia, depois de visto o péssimo, Deixados para Trás II, que aliás, é uma trilogia baseado no apocalipse bíblico que não me empolgou muito. Não sei por que cargas d`água, eu resolvi ver este filme? Para minha surpresa, achei este um pouco melhor que os anteriores, melhor dirigido e com bons efeitos. Não curti tanto a trilogia, de modo que, em tempos em que as igrejas estão altamente ideológicas ao raciocínio da extrema direita brasileira, os preceitos bíblicos parecem estar nas mãos de gente mal intencionada ( As igrejas Evangélicas, Lagoinha da vida são exemplos precisos). Portanto, cai bastante a confiabilidade!
MENTES PERIGOSAS, passou muito no SBT na segunda metade do anos 90. Produzido por Jerry Buckeheimmer (produtor muito popular nas décadas de 90 e 2000) tem em seu maior apelo a presença sempre agradável da Michelle Pfeifer. Não é drama feroz sobre vulnerabilidade social retratado no ambiente escolar, mas deixa a[gumas boas lições e reflexões. A protagonista é a melhor do filme, uma vez que, o resto do elenco fica meio a deriva num roteiro fraco e personagens mal desenvolvidos. Vale pela curiosidade!
Lembro que vi este filme na ocasião do lançamento em DVD, de modo que, eo roteiro m sua época era o ápice ver fitas de ação e aventura como estás numa qualidade de imagem e áudio, sumamente, melhores que seu formato anterior, o Home Vídeo VHS. Por esta razão, LIMITE VERTICAL, foi uma muito bem locada nas vídeo locadoras da época. Decerto, foi bom ver esta fita em formato DVD na época para conferir as qualidades técnicas da nova tecnologia em um filme repleto de ação e lindas imagens das montanhas nevadas. Em uma época em que o gatíssimo Chris O'Donnell ainda era sinônimo de audiência (talvez tendo aqui seu último apogeu do cinema) depois deste filme sua estrela se apagaria. Os demais atores se apresentam bem e a direção de Martin Campbell é assertiva no quesito cenas de ação bem filmadas de tirar o fôlego. Que pena que Limite Vertical não temha tido sorte melhor na memória dos cinéfilos e do público em geral. Acho um bom título de ação aventura.
Este faroeste incomum atuado por Burt Reynolds poderia ter tido sorte melhor e é um filme pouquíssimo lembrado do grande público e fãs do ator- protagonista. Burt Reynolds vive o fora da lei Jay Grobart que sequestra uma mulher (Sarah Miles) que aos poucos vai se apaixonando por ele. Enquanto ele busca incessantemente a recuperação de seus filhos. É um faroeste com toques de romance e drama encabeçado pelo um bomelenco e boa direção de Richard C. Sarafian com belas locações e fotografia. Não é aquele faroeste de tiroteios intermináveis, centra-se mais no drama psicológico dos personagens onde, inclusive, tem muitos diálogos e com um clima, sobretudo, melancólico. Foi muito interessante o modo diversificado que Burt Reynolds conduzia dia carreira no final dos anos 60 e 70, sempre vc om bons papéis diversificando na escolha dos filmes em que ia atuar. Nos anos 80 primou mais pelas fitas de ação. Nos anos 90 fez pouco coisa considerável até ganhar o Oscar de melhor ator coadjuvante em Boggie Nights em 1997. E nos anos 2000 só foi ladeira abaixo. Amor Feito de Ódio é um bom filme.
O filme começa até bem percorrendo interessante até seus 30 minutos iniciais, depois disso, a estória começa a cansar e ficar desenteressante, principalmente, depois que os personagens passam por um portal e acabam indo para outro local. É visivelmente uma produção barata que possui ideias muito interessantes, porém, mal executada por uma e produção tosca. Serve apenas como aperitivo para os curiosos e para quem curte fitas de baixo orçamento.
Demorei bastante para ver esta segunda sequência de Baile de Formatura, de modo que, fiquei com ranço da fita que deu origem a sequência, por ter sido um péssimo filme. Surpreendentemente, mas nem tanto esta sequência é bem melhor que a primeira. Embora não seja um slasher marcante, pelo menos é mais movimentado que o primeiro, mesmo que tenha sido descaradamente plagiado Carrie A Estranha.
Formanda trai o namorado, ele revoltado ateia fogo em seu vestido. Trinta anos após o assassinato o espírito da garota retorna no corpo de uma adolescente formanda.
Este filme me marcou muito quando era exibido no Super Cine e, após, Sessão de Gala, nos idos tempos do fim dos anos 80 cujo eu e minha mãe (In Memóri) varavam a noite vendo filmes, mesmo que não tivesse a aprovação de meu pai, em me deixar dormir de madrugada pela idade que tinha. PAGUE PARA ENTRAR E REZE PARA SAIR, foi um filme que marcou bastante e, comumente, ficávamos apavorados com o clima noturno, macabro e tosco que rodeava aquele circo e seus personagens que ali trabalhavam (todos esquisitíssimos, tal qual é a comunidade circense). Passado anos, fiz algumas revisões, de modo que, quis ver novamente seduzido pelo bom clima do filme. Os personagens do circo são marginalizados e é a crise capitalista que convertia os anseios sexuais traumáticos em pessoas de caráter dúbio. A montagem, fotografia, trilha e direção são ótimas! Tobe Hooper consegue rodar ótimos anglos de câmera e está muito seguro (e estava numa fase ótima em sua criatividade artística). É um filme saudoso, dos velhos tempos em que a TV aberta exibia filmes instigantes e interessantes. Gostei bastante de poder rever este "clássico cult" oitentista tenebroso que à época não foi valorizado e até passado despercebido, mas que atualmente, tem o seu valor na galeria dos bons filmes de terror.
Gostei da narração documental do Orson Welles acerca da adivinhações de Nostradamus, de modo que, este curioso filme-documental se vale de dramatizações, clipes, noticiários de TV e entrevistas para narrar os feitos de uma das figuras mais enigmáticas da história da humanidade. Contudo, embora, a curta duração, tive a sensação que era mais longa devido uma narrativa arrastada.
Estava muito afim de assistir um bom suspense quando me deparei com este filme, quis logo conferir. Tinha potencial para ser melhor, não gostei como o roteiro conduziu as coisas, e achei algumas partes monótonas. Bonnie Bedelia está bonita e sua personagem passa a maior parte do tempo desmomeriada. Poderia ser melhor!
Jovem retorna a cidade para praticar roubo a banco, passados muitos anos afastado do crime. Junto ao seu bando ele comete outro roubo e o xerife do condado resolve prendê-lo e julgá-lo a pena de morte, mesmo que sua filha seja apaixonado pelo rapaz. Gostei da tensão envolvida, dos discussos e diálogos e da postura ética do xerife, bem interpretado por Fred MacMurray até o plot twist final que confirmava que o jovem não mudava suas reais intenções. É um foreste que não possui grandes tiroteios, centra -se na boa narrativa e direção de Nathan Juran.
Sandra Bullock já vinha desde o início de sua carreira apostando nas comédias românticas as quais foram expressivas em sua filmografia, sendo sempre mencionada uma espécie de segunda Julia Roberts das comédias românticas, sobretudo, em décadas subsequentes: 1990 e 2000, período em que emplacou muitos filmes deste gênero em seu currículo. POÇÃO DO AMOR n 9, tem um enredo bobinho de um cientista que não tem sorte no Amor e consegue um "elixir" dado por uma cigana para que toda mulher se apaixonei por ele. Para confusão ser maior ele resolve ceder o elixir para sua amiga (Sandra Bullock) os dois entram em confusão.
Clichê televisivo dirigido por Armand Mastroianni que põe Daryl Hannah como uma guarda costa do Presidente americano (trivial) cujo ele será vítima de um atentado. O Alvo Principal é daquelas fitas clichês que passam muito no Super Cine. Achei bem meia boca, mas dá para passar o tempo se não tiver algo melhor para se fazer.
Tinha uma curiosidade enorme de conferir este filme do grego Nico Mastorakis, de modo que, achei que a personagem (enigmática) ficaria ótima para a então enigmática Meg Foster, com seus o;olhos azuis felinos. E realmente ficou, Meg Foster sempre se dá bem em filmes de suspense. Entretanto, o roteiro não oferece nada de muito relevante a trama, a não ser um corre corre interminável da protagonista com o vizinho psicótico. Mas, no geral, gostei muito da ótima ambientação do lugarejo numa ilha grega, da ventania assustadora. Esperei que o personagem de David McCallum ( O homem invisível) iria aparecer lá na ilha, porém, não rolou. Escritora se isola numa ilha da Grécia para escrever o seu livro, só não esperava que seu vizinho fosse um psicótico assassino.
Filmes sobre esportes, mas precisamente, sobre beisebol é geralmente, um pé no saco. Este título aqui, embora tenha o beisebol como pano de fundo, o enredo dá ênfase a um romance trisal meio doido e sem graça entre os três protagonistas: Kevin Costner, Susan Sarandon e Tim Robbins que para mim não estão em seus melhores momentos no cinema. Sorte no Amor é uma fita irregular do diretor Ron Shelton que, surpreendentemente, foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original (as zebras do Oscar). Não é lá essas coisas todas, mas serve como entretenimento.
Boa cinebiografia do casal cientista Pierre Curie e Marie Curie, ambos, interpretados magnificamente por Walter Pidgeon e Greer Garson. Há alguns anos tinha dado um tempo em assistir filmes autobiográficos, se tratando da vida de alguma celebridade, aqui no caso de dois cientistas. "Depois de se apaixonar e se casar com seu professor de física Pierre Curie, Marie Curie trabalha com o marido para tentar isolar uma substância radioativa que ela acaba descobrindo e identificando como rádio". (texto da sinopse 👆). Gostei das atuações, cenários, figurinos, do colorido Technicolor e da ambientação da França.
Vinha agariando este faroeste setentista há algum tempo, visto numa pesquisa na filmografia do lendário ator Kirk Douglas e, comumente, em ver a parceria dele com o cantor Country Johnny Cash. Finalmente, pude vê -lo hoje e achei o filme, simplista em feitura, sem tiroteios mirabolantes como a maioria dos faroestes mostram, mas com uma proposta roteirística um tanto quanto diferente dos demais exemplares deste gênero. Dois famosos pistoleiros se encontram pela primeira vez num pequeno condado e levando em conta a vida difícil que ambos vivem, decidem fazer um duelo no qual o vencedor ficará todo o dinheiro. O bom do filme é mostrar a expectativa que o povo do condado faz ao receberem a notícia do duelo entre os dois. A química entre os protagonistas até que funciona. E o elenco secundário também segura a fita. Mas não consegui vizualizar a participação meteórica de Keith Carradine e Karen Black.
Minha irmã, alugou este filme, nos áureos tempos do videocassete 📼 e fazia certo alvoroço em relação a este longa -metragem. Eu aos meus 14 anos de idade não compreendia bem a proposta deste filme de estrada 🛣️ dirigido com vigor por Ridley Scott. Nem me lembrava nada dele, até que hoje tive a oportunidade de vê-lo num pleno feriado municipal, descanso em casa. Agora, finalmente, entendi a substância do enredo e ponto tramático de duas mulheres, que vivem vidas monótonas, com seus traumas e submissa aos maridos dão asas a liberdade e pegam um automóvel e partem para as estradas desérticas do Arizona em busca de liberdade, e de se conhecerem a si mesmas e uma a outra. A coisa se complica quando uma delas, tira a vida de um homem em legítima defesa. E acabam sendo perseguidas pela polícia cruzando estradas desertas do interior americano. Susan Sarandon e Geena Davis, estão fantásticas numa química que lembra Bonnie & Clyde. O elenco coadjuvante está vigoroso também; Harvey Keitel, Michael Madsen e Brad Pitt em quase início de carreira, tem muito boas performances. Thelma & Louise, sem dúvida, é um dos grandes libelos feministas que ultrapassou a barreira do tempo, e permaneceu discursivamente e cinematograficamente, mais atual que nunca. Grande filme!
Há bastante tempo não via, O ADVOGADO DO DIABO, de modo que, titubiando pelo aparelho da TV BOX, acabei me deparando com outro título igual, não em qualidade cinematográfica, mas acabei vendo-o. Seguidamente, revi este excelente filme de Taylor Hackmann. Al Pacino está numa extravagância cênica dos diabos (desculpe o trocadilho!!) mas é verdade, está perfeitamente diabólico. Keanu Reeves que é um ator que nunca consegui gostar muito está esforçado aqui na pele de um advogado ambicioso que nunca perdeu um caso no qual defendeu. E Charlize Theron (lindíssima!) já demonstrava que era ótima atriz. Desconhecia o livro, havia assistido ao filme, mas tinha esquecido boa parte da estória. É um filme de muitas camadas, fala de ambição, ego, narcisismo, vaidade, soberba ... Tudo que há em nós, nosso lado podre. Portanto, bastante atual em tempos de egos inflados.
Tenho lembrança deste filme numa exibição noturna na Tela Quente no finalzinho dos anos 80. Revisto algumas vezes depois de anos e agora novamente dei outra revisada. É incrível como nos anos 80 era exibido na TV aberta produções de baixo orçamento como esta, hoje era quase impossível. A canção romântica do The Platters caiu muito bem na proposta "romântica" inicialmente. O plot pode ser até absurdo manter um corpo humano entubado durante 27 anos. Mas isso é mero pretexto para muita diversão, tiros na cabeça, e bichos que rastejam e entram pelos orifícios do corpo. A extensão filmíca é curtinha, nem vemos o tempo passar. Boa sessão nostalgia 'Cine Trash' das boas! Divertidinho!
Talvez este telefilme quisesse pegar carona no aclamado filme de Taylor Hackford protagonizado por Keanu Reeves e Al Pacino. Em todo caso com o mesmo título este telefilme até que não é de todo ruim, é um destes filmes exibidos num super cine. Advogado defende um jogador de basquete de estupro, mesmo tendo cometido outros estupros anteriormente. Assistível!
Tive a grata surpresa de conseguir assistir a esta comédia gostosinha com a participação do icônico Louis Armstrong e uma banda de jazz respeitável. A mulher de um mafioso refugia-se na casa de um professor de música cujo se apaixona por ela. Muito boa química entre a bela Virginia Mayo e Danny Kaye. O único desdem foi a duração e longas cenas desnecessárias. Mas no geral, é um agradável programa de fim de tarde.
Vi este filme dando sopa na TV BOX e, mesmo com o antipático título ufanista americanóide, não me rendi ao apelo chamativo de seu elenco. E como tal, Maureen O'Hara e John Payne estão sumamente lindos! E Randolph Scott chama a atenção. Defensores da Bandeira na verdade serve como propaganda ufanista de recrutamento naval americana. Ao menos rendem boas cenas entre os protagonistas apaixonados e momentos cômicos.
Assassinos Silenciosos
2.7 4Assassinos Silenciosos é um daquelas fitas TRASH e toscas exibido aos borbotões na sessão filmíca "Força Total" da Rede Bandeirantes, em plenos anos 90, sobretudo, na primeira metade da década. A imagem de Linda Blair segurando uma arma induz que ela é uma protagonista, puro charmiz de capa, sua personagem é desperdiçada com brigas e momentos `loves` com o policial protagonista cafuçú cujo ela não tem nenhuma cena de ação durante todo filme, sendo uma personagem secundária. Mistura de fita de ação com arte marcial (tem um cast asiático) serve como distração de fitas de porrada tosca.
Vestida Para Matar
3.8 294 Assista AgoraO primeiro filme de Brian de Palma que assisti, de modo que, à época locado numa videolocadora de outra cidade tive que pegar 15 fitas de uma vez para entregar com prazo 20 dias. Dentre os títulos, VESTIDA PARA MATAR, foi um dos escolhidos, no meio de tantas fitas boas. Lembro que adentrei a sessão com bastante ansiedade, uma vez que, tinha lido críticas positivas deste suspense de Brian de Palma na extinta REVISTA SET. Fui logo arrebatado pela sensual e dúbia cena de abertura, explorando o corpo de Angie Dickinson com excelente trilha sonora do compositor italiano Pino Donaggio ao fundo. O roteiro bem amarrado e conduzido com maestria por De Palma, oferece boas doses de sustos até culminar em seu desfecho pra lá de dúbio e insuportavelmente agoniante. O filme envelheceu nalguns aspectos, contudo, ainda mantém aquele charme oitentista de filmes que eram exibidos nas noites da TV aberta. Brian de Palma repaginando Alfredo Hitchcoock em plenos anos 80, imprimindo sua marca e personalidade.
Deixados para Trás 3: Mundo em Guerra
3.3 55 Assista AgoraTinha prometido a mim mesmo que não iria mais dar sequência a esta trilogia, depois de visto o péssimo, Deixados para Trás II, que aliás, é uma trilogia baseado no apocalipse bíblico que não me empolgou muito. Não sei por que cargas d`água, eu resolvi ver este filme? Para minha surpresa, achei este um pouco melhor que os anteriores, melhor dirigido e com bons efeitos. Não curti tanto a trilogia, de modo que, em tempos em que as igrejas estão altamente ideológicas ao raciocínio da extrema direita brasileira, os preceitos bíblicos parecem estar nas mãos de gente mal intencionada ( As igrejas Evangélicas, Lagoinha da vida são exemplos precisos). Portanto, cai bastante a confiabilidade!
Mentes Perigosas
3.7 285 Assista AgoraMENTES PERIGOSAS, passou muito no SBT na segunda metade do anos 90. Produzido por Jerry Buckeheimmer (produtor muito popular nas décadas de 90 e 2000) tem em seu maior apelo a presença sempre agradável da Michelle Pfeifer. Não é drama feroz sobre vulnerabilidade social retratado no ambiente escolar, mas deixa a[gumas boas lições e reflexões. A protagonista é a melhor do filme, uma vez que, o resto do elenco fica meio a deriva num roteiro fraco e personagens mal desenvolvidos. Vale pela curiosidade!
Limite Vertical
2.9 169 Assista AgoraLembro que vi este filme na ocasião do lançamento em DVD, de modo que, eo roteiro m sua época era o ápice ver fitas de ação e aventura como estás numa qualidade de imagem e áudio, sumamente, melhores que seu formato anterior, o Home Vídeo VHS. Por esta razão, LIMITE VERTICAL, foi uma muito bem locada nas vídeo locadoras da época. Decerto, foi bom ver esta fita em formato DVD na época para conferir as qualidades técnicas da nova tecnologia em um filme repleto de ação e lindas imagens das montanhas nevadas. Em uma época em que o gatíssimo Chris O'Donnell ainda era sinônimo de audiência (talvez tendo aqui seu último apogeu do cinema) depois deste filme sua estrela se apagaria. Os demais atores se apresentam bem e a direção de Martin Campbell é assertiva no quesito cenas de ação bem filmadas de tirar o fôlego. Que pena que Limite Vertical não temha tido sorte melhor na memória dos cinéfilos e do público em geral. Acho um bom título de ação aventura.
Amor Feito de Ódio
3.1 2Este faroeste incomum atuado por Burt Reynolds poderia ter tido sorte melhor e é um filme pouquíssimo lembrado do grande público e fãs do ator- protagonista. Burt Reynolds vive o fora da lei Jay Grobart que sequestra uma mulher (Sarah Miles) que aos poucos vai se apaixonando por ele. Enquanto ele busca incessantemente a recuperação de seus filhos. É um faroeste com toques de romance e drama encabeçado pelo um bomelenco e boa direção de Richard C. Sarafian com belas locações e fotografia. Não é aquele faroeste de tiroteios intermináveis, centra-se mais no drama psicológico dos personagens onde, inclusive, tem muitos diálogos e com um clima, sobretudo, melancólico. Foi muito interessante o modo diversificado que Burt Reynolds conduzia dia carreira no final dos anos 60 e 70, sempre vc om bons papéis diversificando na escolha dos filmes em que ia atuar. Nos anos 80 primou mais pelas fitas de ação. Nos anos 90 fez pouco coisa considerável até ganhar o Oscar de melhor ator coadjuvante em Boggie Nights em 1997. E nos anos 2000 só foi ladeira abaixo. Amor Feito de Ódio é um bom filme.
Circuitry Man
2.3 8O filme começa até bem percorrendo interessante até seus 30 minutos iniciais, depois disso, a estória começa a cansar e ficar desenteressante, principalmente, depois que os personagens passam por um portal e acabam indo para outro local. É visivelmente uma produção barata que possui ideias muito interessantes, porém, mal executada por uma e produção tosca. Serve apenas como aperitivo para os curiosos e para quem curte fitas de baixo orçamento.
Baile de Formatura II - Vestida para a Vingança
3.2 58Demorei bastante para ver esta segunda sequência de Baile de Formatura, de modo que, fiquei com ranço da fita que deu origem a sequência, por ter sido um péssimo filme. Surpreendentemente, mas nem tanto esta sequência é bem melhor que a primeira. Embora não seja um slasher marcante, pelo menos é mais movimentado que o primeiro, mesmo que tenha sido descaradamente plagiado Carrie A Estranha.
Formanda trai o namorado, ele revoltado ateia fogo em seu vestido. Trinta anos após o assassinato o espírito da garota retorna no corpo de uma adolescente formanda.
Pague Para Entrar, Reze Para Sair
3.1 355Este filme me marcou muito quando era exibido no Super Cine e, após, Sessão de Gala, nos idos tempos do fim dos anos 80 cujo eu e minha mãe (In Memóri) varavam a noite vendo filmes, mesmo que não tivesse a aprovação de meu pai, em me deixar dormir de madrugada pela idade que tinha. PAGUE PARA ENTRAR E REZE PARA SAIR, foi um filme que marcou bastante e, comumente, ficávamos apavorados com o clima noturno, macabro e tosco que rodeava aquele circo e seus personagens que ali trabalhavam (todos esquisitíssimos, tal qual é a comunidade circense). Passado anos, fiz algumas revisões, de modo que, quis ver novamente seduzido pelo bom clima do filme. Os personagens do circo são marginalizados e é a crise capitalista que convertia os anseios sexuais traumáticos em pessoas de caráter dúbio. A montagem, fotografia, trilha e direção são ótimas! Tobe Hooper consegue rodar ótimos anglos de câmera e está muito seguro (e estava numa fase ótima em sua criatividade artística). É um filme saudoso, dos velhos tempos em que a TV aberta exibia filmes instigantes e interessantes. Gostei bastante de poder rever este "clássico cult" oitentista tenebroso que à época não foi valorizado e até passado despercebido, mas que atualmente, tem o seu valor na galeria dos bons filmes de terror.
O Homem Que Viu O Amanhã
3.3 13 Assista AgoraGostei da narração documental do Orson Welles acerca da adivinhações de Nostradamus, de modo que, este curioso filme-documental se vale de dramatizações, clipes, noticiários de TV e entrevistas para narrar os feitos de uma das figuras mais enigmáticas da história da humanidade. Contudo, embora, a curta duração, tive a sensação que era mais longa devido uma narrativa arrastada.
Fragmentos de um Crime
3.1 3Estava muito afim de assistir um bom suspense quando me deparei com este filme, quis logo conferir. Tinha potencial para ser melhor, não gostei como o roteiro conduziu as coisas, e achei algumas partes monótonas. Bonnie Bedelia está bonita e sua personagem passa a maior parte do tempo desmomeriada. Poderia ser melhor!
A Dois Passos da Forca
3.5 3 Assista AgoraJovem retorna a cidade para praticar roubo a banco, passados muitos anos afastado do crime. Junto ao seu bando ele comete outro roubo e o xerife do condado resolve prendê-lo e julgá-lo a pena de morte, mesmo que sua filha seja apaixonado pelo rapaz. Gostei da tensão envolvida, dos discussos e diálogos e da postura ética do xerife, bem interpretado por Fred MacMurray até o plot twist final que confirmava que o jovem não mudava suas reais intenções. É um foreste que não possui grandes tiroteios, centra -se na boa narrativa e direção de Nathan Juran.
Poção do Amor nº 9
3.1 69Sandra Bullock já vinha desde o início de sua carreira apostando nas comédias românticas as quais foram expressivas em sua filmografia, sendo sempre mencionada uma espécie de segunda Julia Roberts das comédias românticas, sobretudo, em décadas subsequentes: 1990 e 2000, período em que emplacou muitos filmes deste gênero em seu currículo. POÇÃO DO AMOR n 9, tem um enredo bobinho de um cientista que não tem sorte no Amor e consegue um "elixir" dado por uma cigana para que toda mulher se apaixonei por ele. Para confusão ser maior ele resolve ceder o elixir para sua amiga (Sandra Bullock) os dois entram em confusão.
O Alvo Principal
2.4 7Clichê televisivo dirigido por Armand Mastroianni que põe Daryl Hannah como uma guarda costa do Presidente americano (trivial) cujo ele será vítima de um atentado. O Alvo Principal é daquelas fitas clichês que passam muito no Super Cine. Achei bem meia boca, mas dá para passar o tempo se não tiver algo melhor para se fazer.
O Sopro do Demônio
2.8 13Tinha uma curiosidade enorme de conferir este filme do grego Nico Mastorakis, de modo que, achei que a personagem (enigmática) ficaria ótima para a então enigmática Meg Foster, com seus o;olhos azuis felinos. E realmente ficou, Meg Foster sempre se dá bem em filmes de suspense. Entretanto, o roteiro não oferece nada de muito relevante a trama, a não ser um corre corre interminável da protagonista com o vizinho psicótico. Mas, no geral, gostei muito da ótima ambientação do lugarejo numa ilha grega, da ventania assustadora. Esperei que o personagem de David McCallum ( O homem invisível) iria aparecer lá na ilha, porém, não rolou. Escritora se isola numa ilha da Grécia para escrever o seu livro, só não esperava que seu vizinho fosse um psicótico assassino.
Sorte no Amor
3.0 41 Assista AgoraFilmes sobre esportes, mas precisamente, sobre beisebol é geralmente, um pé no saco. Este título aqui, embora tenha o beisebol como pano de fundo, o enredo dá ênfase a um romance trisal meio doido e sem graça entre os três protagonistas: Kevin Costner, Susan Sarandon e Tim Robbins que para mim não estão em seus melhores momentos no cinema. Sorte no Amor é uma fita irregular do diretor Ron Shelton que, surpreendentemente, foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original (as zebras do Oscar). Não é lá essas coisas todas, mas serve como entretenimento.
Madame Curie
4.0 30Boa cinebiografia do casal cientista Pierre Curie e Marie Curie, ambos, interpretados magnificamente por Walter Pidgeon e Greer Garson. Há alguns anos tinha dado um tempo em assistir filmes autobiográficos, se tratando da vida de alguma celebridade, aqui no caso de dois cientistas.
"Depois de se apaixonar e se casar com seu professor de física Pierre Curie, Marie Curie trabalha com o marido para tentar isolar uma substância radioativa que ela acaba descobrindo e identificando como rádio".
(texto da sinopse 👆).
Gostei das atuações, cenários, figurinos, do colorido Technicolor e da ambientação da França.
O Duelo
3.3 7Vinha agariando este faroeste setentista há algum tempo, visto numa pesquisa na filmografia do lendário ator Kirk Douglas e, comumente, em ver a parceria dele com o cantor Country Johnny Cash. Finalmente, pude vê -lo hoje e achei o filme, simplista em feitura, sem tiroteios mirabolantes como a maioria dos faroestes mostram, mas com uma proposta roteirística um tanto quanto diferente dos demais exemplares deste gênero. Dois famosos pistoleiros se encontram pela primeira vez num pequeno condado e levando em conta a vida difícil que ambos vivem, decidem fazer um duelo no qual o vencedor ficará todo o dinheiro. O bom do filme é mostrar a expectativa que o povo do condado faz ao receberem a notícia do duelo entre os dois. A química entre os protagonistas até que funciona. E o elenco secundário também segura a fita. Mas não consegui vizualizar a participação meteórica de Keith Carradine e Karen Black.
Thelma & Louise
4.2 995 Assista AgoraMinha irmã, alugou este filme, nos áureos tempos do videocassete 📼 e fazia certo alvoroço em relação a este longa -metragem. Eu aos meus 14 anos de idade não compreendia bem a proposta deste filme de estrada 🛣️ dirigido com vigor por Ridley Scott. Nem me lembrava nada dele, até que hoje tive a oportunidade de vê-lo num pleno feriado municipal, descanso em casa. Agora, finalmente, entendi a substância do enredo e ponto tramático de duas mulheres, que vivem vidas monótonas, com seus traumas e submissa aos maridos dão asas a liberdade e pegam um automóvel e partem para as estradas desérticas do Arizona em busca de liberdade, e de se conhecerem a si mesmas e uma a outra. A coisa se complica quando uma delas, tira a vida de um homem em legítima defesa. E acabam sendo perseguidas pela polícia cruzando estradas desertas do interior americano. Susan Sarandon e Geena Davis, estão fantásticas numa química que lembra Bonnie & Clyde. O elenco coadjuvante está vigoroso também; Harvey Keitel, Michael Madsen e Brad Pitt em quase início de carreira, tem muito boas performances. Thelma & Louise, sem dúvida, é um dos grandes libelos feministas que ultrapassou a barreira do tempo, e permaneceu discursivamente e cinematograficamente, mais atual que nunca. Grande filme!
Advogado do Diabo
4.0 1,5K Assista AgoraHá bastante tempo não via, O ADVOGADO DO DIABO, de modo que, titubiando pelo aparelho da TV BOX, acabei me deparando com outro título igual, não em qualidade cinematográfica, mas acabei vendo-o. Seguidamente, revi este excelente filme de Taylor Hackmann. Al Pacino está numa extravagância cênica dos diabos (desculpe o trocadilho!!) mas é verdade, está perfeitamente diabólico. Keanu Reeves que é um ator que nunca consegui gostar muito está esforçado aqui na pele de um advogado ambicioso que nunca perdeu um caso no qual defendeu. E Charlize Theron (lindíssima!) já demonstrava que era ótima atriz. Desconhecia o livro, havia assistido ao filme, mas tinha esquecido boa parte da estória. É um filme de muitas camadas, fala de ambição, ego, narcisismo, vaidade, soberba ... Tudo que há em nós, nosso lado podre. Portanto, bastante atual em tempos de egos inflados.
Noite dos Arrepios
3.5 216Tenho lembrança deste filme numa exibição noturna na Tela Quente no finalzinho dos anos 80. Revisto algumas vezes depois de anos e agora novamente dei outra revisada. É incrível como nos anos 80 era exibido na TV aberta produções de baixo orçamento como esta, hoje era quase impossível. A canção romântica do The Platters caiu muito bem na proposta "romântica" inicialmente. O plot pode ser até absurdo manter um corpo humano entubado durante 27 anos. Mas isso é mero pretexto para muita diversão, tiros na cabeça, e bichos que rastejam e entram pelos orifícios do corpo. A extensão filmíca é curtinha, nem vemos o tempo passar. Boa sessão nostalgia 'Cine Trash' das boas! Divertidinho!
O Advogado do Diabo
2.9 7Talvez este telefilme quisesse pegar carona no aclamado filme de Taylor Hackford protagonizado por Keanu Reeves e Al Pacino. Em todo caso com o mesmo título este telefilme até que não é de todo ruim, é um destes filmes exibidos num super cine. Advogado defende um jogador de basquete de estupro, mesmo tendo cometido outros estupros anteriormente. Assistível!
A Canção Prometida
3.7 5Tive a grata surpresa de conseguir assistir a esta comédia gostosinha com a participação do icônico Louis Armstrong e uma banda de jazz respeitável. A mulher de um mafioso refugia-se na casa de um professor de música cujo se apaixona por ela. Muito boa química entre a bela Virginia Mayo e Danny Kaye. O único desdem foi a duração e longas cenas desnecessárias. Mas no geral, é um agradável programa de fim de tarde.
Defensores da Bandeira
3.8 2Vi este filme dando sopa na TV BOX e, mesmo com o antipático título ufanista americanóide, não me rendi ao apelo chamativo de seu elenco. E como tal, Maureen O'Hara e John Payne estão sumamente lindos! E Randolph Scott chama a atenção. Defensores da Bandeira na verdade serve como propaganda ufanista de recrutamento naval americana. Ao menos rendem boas cenas entre os protagonistas apaixonados e momentos cômicos.