Este filme teria tudo para ser um grande drama, tanto pelo seu tema sensível e grandioso quanto pelo elenco envolvido. Mas não passou de um "daminha" sem muita substância daqueles exibidos numa sessão da tarde. Jessica Lange está bem. Os coadjuvantes dão conta do recado com as presenças das sempre ótimas coadjuvações de Kathy Bates e Joan Cusack. A estréia de Chris O'Donnell no cinema com boa interpretação de um dos filhos da personagem de Jéssica Lange. E o garoto Charlie Korsmo rouba a cena como o filho mais novo de Lange numa interpretação sensível. Poderia ser um filme mais lembrado, a forma que foi conduzido por Paul Brickman deixou o filme sem muita densidade. Contudo, vale como bom filme de sessão vespertina com bons desempenhos de todo o elenco.
Tenho o DVD original de O Monstro da Lagoa Negra de 1958, bom filme dos clássicos filmes dos "Monstros da Universal", de modo que, não sabia da existência de um segundo filme do 'monstro aquático'. O monstrengo agora sai da inóspita lagoa capturado por cientistas que querem transformá-lo em um ser humano. Não foi tão marcante como o seu original, mas, passou o tempo.
Diantede sua exibição distrai-me um pouco, após o bom ponto de partida, a boa interpretação de Oliver Reed e trilha sonora assinada por Enio Morricone. Contudo, lá pelas tantas, o filme vai perdendo o ritmo começando a ficar enfadonho e meu interesse em concluído. Não é culpa, obviamente, do filme em si, mas do modo de vida em que estamos, onde vamos assistindo filmes e de olho num celular. Talvez volte a assisti-lo para uma revisão.
Finalmente vi este filme depois de tê-lo procrastisnado por algum tempo. O filme mostra uma boa interação entre os protagonistas, Tony Curtis e Sidney Poltier, como dois prisioneiros acorrentados após fugirem de um ônibus cujo eram transportados. O filme possui bons diálogos e boa química entre os dois atores, de modo que, o discussão sobre o racismo e seus preconceitos estão marcandos nos diálogos dos personagens. Algo do seu meio terço final quanto o desfecho não agradou-me por completo. Creio que numa revisão futura ele crescerá. Há um movimento remake com o nome de A Caçada refilmada na década de noventa com Laurence Fishburne e Stephen Baldwin, em 1996, que serviu apenas para divertir os telespectadores numa exibição da tela quente da época.
Espera ao menos um telefilme com mais emoção, sobretudo, tendo em seu enredo uma história baseado em fatos reais de um piloto profissional que precisou de ajuda em pleno oceano pacífico num vôo noturno cujo sua aeronave de pequeno porte vão ficando sem combustível e perdendo altitude. Só para passar o tempo!
Alguns filmes são superestimados pelo Oscar , e são sumamente indicados e premiados pela academia. É o que ocorreu com Atlantic City que teve indicações as atuações de Burt Lancaster e Susan Sarandon, ambas indicações exageradas. Burt e Sarandon estão bem, mas não vi nada de fenomenal que justificasse as indicações. O filme em si não tem nada demais com enredos, roteiros e direção triviais. Para mim um filme assistivel dentro do regular, nada demais.
As Panteras foi um tremendo sucesso nos anos 70. Aqui no Brasil, os homens se deliciavam com suas protagonistas, as carismáticas, Kate Jackson, Jaclyn Smith e, sobretudo, a loira Farrah Fawcett, a mais popular do trio. Com ar de saudosismo, o cinema favoreceu nos anos 2000, ao grande público, a versão de filme para o cinema, com as também carismáticas, Drew Barrymore, Cameron Dias e Lucy Liu, que causou frisson, rendendo dois filmes de sucesso e bilheteria. O enredo de três mulheres que trabalharam na polícia e são convidadas para serem três detetives particulares do misterioso "Charlie" foi o suficiente para a série tomar fôlego e percorrer 5 temporadas, de 1976 a 1980, com muito charme e humor das atrizes que as interpretam, todas elas muito charmosas. Assistia flashes de lampejo quando passava na TV aberta, e alguns episódios isolados na internet. Agora, no UNITV, estou tendo a oportunidade de assistir na íntegra com áudio original/dublado da TV. É uma série longa, constando, 5 temporadas. Pretendo ver todas as temporadas, mesmo que esporadicamente. Acabei de ver esta primeira temporada, com episódios que ilustram o início de carreira de bons artistas como Tommy Lee Jones, Tom Selleck, Kim Basinger. E realçam também já astros consagrados como: Bo Hopkins, Fernando Lamas, Ida Lupino, Rosemary Forsythe e Robert Loggia. Gostei de conhecer melhor a série que deu origem ao filme. Partindo para segunda temporada!
Os Espertinhos, marca uma fase em baixa do astro do fim dos anos setenta, John Travolta que, tomou conta do megalomaníaco mundo da discoteca em filmes musicais como, Os Embalos de Sábado a Noite e o sucesso de bilheteria e Grase - Nos Temos da Brilhantina, tornando-se, instantaneamente, um ator muito popular de sua geração. Depois disso, nos idos anos 80, Travolta teve pouquíssimos filmes realmente bons, com projetos que não foram bem, a exemplo, deste filminho sessão da tarde. Dois amigos largados são convidados por um homem estranho para abrir uma boate "onde judas perdeu as botas", sem saberem que toda lugar é esconderijo de russos em solo americano. A velha história batida que o cinema americano explorou a exaustão sobre os russos, o comunismo...AFF!! Pouca coisa se aproveita desta comédia sem graça, talvez o atrativo seja o primeiro encontro no cinema de John Travolta e sua linda esposa e já falecida Kelly Preston.
Mais um filme do Rei do Rock visto, de modo que, segue a fórmula de tantos outros, com seu enredo bobo e situações corriqueiras de paquera, ciúmes e conquistas. Comumente, a filmografia seu diretor, Norman Taurog, em toda sua extensa filmografia, foi comédias pastelonas e românticas, e muitas delas bem fraquinhas. Elvis Presley está belo em sua juventude. E Stella Stevens é o pretenso par romântico. Boa fotografia do litoral americano completa alguns atrativos deste filme pipoca.
Achei um filme esquisito, com roteiro e fotografia soturna de sua época, meio deprê! Como tal, o personagem de Anthony Hopkyns (aqui, esbanjando um charme inquestionável) com um papel meio psicótico e melancólico. O filme passa a mensagem de homens ingleses separados de suas esposas, mas que quer ter a guarda de seus filhos, um mero pretexto para manter a relação com as ex-esposas, mesmo elas não querendo nada com eles. Isso hoje era considerado "relação tóxica", abusiva. O filme soa machista e misógino como qual aquele diálogo entre um advogado e um amigo do personagem principal questionando a guarda de sua ex-esposa, agora tendo uma relação homoafetiva como outra mulher. Deu asco! No geral não curti muito não! Gostei da fotografia, do clima, do charme do Anthony Hopkins.
Encontrei este filme por acaso na TV BOX dublado, e seduzido pelo elenco, adentrei a sessão e me diverti muito com o filme. As situações em que os personagens se metem são hilárias. O roteiro também é comumente bom explorando nem os personagens. A direção é dinâmica e nunca cai no marasmo. E o elenco é mui carismático, sendo; George Segal, o paspalho charmoso! Natalie Wood a dona de casa bonita e querendo dar um UP na relação conjugal com seu marido. Dom De Luise, Richard Benjamim, Valerie Harper, Bob Dishy, estão engraçados em seus papéis. Uma comédia muito simpática e inteligente que fala sobre relacionamentos amorosos, traição e vida conjugal de maneira muito leve e divertida. Feliz por ter descoberta esta comédia.
Tinha marcado este filme há alguns anos, e acabei procrastinando-o por um bom tempo, hoje, finalmente, pude assisti-lo. Simplesmente Alice é um devaneio cinematográfico que é a cara de seu idealizador (Woody Allen) e muito bem interpretada por sua atriz (e esposa Mia Farrow). O elenco de apoio também é ótimo, sendo Joe Mantegna, William Hurt, Judy Davis bons destaques coadjuvantes e Alec Baldwin numa participação menor. Bom filme!
Nunca fui fã cético da filmografia e, nem tampouco, da figura polêmica e duvidosa que rodeou toda sua vida. O textos de Woody Allen são inteligentes e sua análise detida a crônica de costumes da conservadora sociedade americanas trazendo leveza é o ponto alto de seus filmes, sobretudo as crônicas das conturbadas relações humanas. E isso é evidente Em Hannah e Seus Irmãs, tendo a seu dispor um ótimo elenco! Talvez não seja o seu melhor filme, mas diverte, especialmente pelo ótimo trio de atrizes; Mia Farrow (sua esposa na época e fiel protagonista em seus filmes), Barbara Hershey e Dianne Wiest.
Não me lembrava deste título do universo de Nelson Rodrigues, dirigido por Mario Bava. O Alerta Vermelho da Loucura possui bons momentos, sobretudo, altamente psicanalíticos que o roteiro expõe. A fotografia é primorosa, e as tomadas de câmera, inclusive as de cima vendo o personagem dançando com uma mulher em meio a vários manequins vestido de noiva são esplêndidas. Stephen Forsyth na pele de John Harrington, está sumamente atormentado. Contudo, há problemas de ritmo narrativo que nos deixa cansados. Mas sendo de Mario Bava, não tem como não conferir.
A Ilha do Tesouro é um daqueles programas convidativos para aquela sessão da tarde. Não achei essa versão tão movimentada, mas a fotografia exuberante e os cenários são ótimos!
Tinha muito vontade de conferir este filme, protagonizado por Sidney Poltier (ator muito popular nos anos 60 e 70) cujo viveu seu apogeu no cinemão Hollywoodiano. Hoje, finalmente, encontrei-o dublado e fui logo entrar na sessão. Que filme delicado, sensível e bonito! A fotografia em preto e branco, dá a melancolia que o filme tem. Com grandes desempenhos de seu elenco, sendo que, Elizabeth Hartman foi indicada pela sua delicada personagem a melhor atriz principal e Shelley Winters ganhará a estatueta de melhor atriz coadjuvante com uma soberba atuação. Saudades de filmes humanos e delicados!
Elvis Presley "atuava" em vários filmes ruins ( e pouquíssimos filmes acima da média). O Bacana do Volante figura dentre eles. O enredo é pra lá de bovo. A química entre Elvis Presley e Nancy Sinistra é inexistente. E a presença do eterno Hulk, antes do papel do mostro verde, Bill Bixby pagava esse mico aqui. É tudo muito monótono, sem ritmo, com cenas musicais que beiram ao ridículo. Pouca coisa salvou da pifia filmografia do Rei do Rock.
A Sétima Vítima tinha potencial para muito mais, porém, o roteiro esculhambado e mal escrito comprometeu a obra ao todo. No entanto, o filme reserva até alguns bons momentos de suspense e a fotografia é ótima! Seria um bom filme noir se não fosse tão mal roteirizado. Kim Hunter marca aqui, seu primeiro filme no cinema.
Finalmente, encontrei este filme, dificílimo de achar. Ele está disponível, legendado na TV BOX e fiquei, sumamente contente com o achado. Entretanto, tinha há anos lido uma crítica dele na extinta Revista SET na ocasião de seu lançamento em video. E lembro que a crítica era negativa ao filme. E realmente foi confirmado, nessa minha primeira sessão, após mais de duas décadas depois: O enredo remete àqueles filmes de sci-fi dos anos 50, mas com a verve tecnológica e de produção dos anos 2000. Nastassja Kinski e Randy Quaid, em papéis mais do mesmo. A estranhesa das pessoas da cidade estão no filme, como noutros e em tantas fitas sci-fi, com personagens de caráter duvidoso que escondem um segredo. Tem até alguns bons momentos de suspense, mas, não sustenta o filme ao todo.
O Diabo Riu por último tem um elenco magistral, com astros e estrelas de sua época, porém, achei um filme irregular, mediano em detrimento ao envolvimento de tanta gente talentosa, sobretudo o seu idealizador (sendo, talvez, o filme mais fraco de seu currículo). Grupo de golpistas se juntam para tomar posse de algumas terras ricas em urânio, de forma ilegal.
Tinha salvado este filme no histórico do UNITV para ser assistido posteriormente. Enfim, tirei um tempo para conferir e fiquei fascinado com sua fotografia em P&B e também pelas performances do elenco, sobretudo, da lasciva personagem Suzanne Pleshette, menina rica que embora tenha vários relacionamentos amorosos com homens, existe uma dificuldade nesses relacionamentos. Aqui, o diretor Walter Grauman, toma coragem e põe e expõe) uma personagem feminina (quebrando o estigma de mulher submissa, e por extensão, o machismo) que a antiga Hollywood pregava. Enfim, era os anos 60, e por essa razão, rompimento de muitos paradigmas. Também o filme aborda na Seara dos relacionamentos tóxicas, amorosos e que culmina em tragédias. Todo o elenco está muito bem, cada um brilhando ao seu modo. E a direção muito acertada de Walter Grauman deu um toque especial a este drama que, particularmente, envelheceu muitíssimo bem e há bastante conexão com os "devaneios" atuais das relações e relacionamentos, portamto, além de ser um filme de seu tempo, é um filme atualíssimo. Só deixo aqui um demérito em seu desfecho meio que repentino. No mais é um ótimo filme!
Decerto, não figura entre os melhores filmes sobre, O CONDE DRÁCULA, que apesar de uma produção modesta, acerta na fidedignidade. É um Drácula sem muita frescura, sem o tom esnobe das fitas da HAMMER, comumente aqui, dirigido por um diretor espanhol, o Jesus Franco. Tem um bom elenco, e só a convite de Christopher Lee, como icônico personagem Drácula e a participação de Klaus Kinski, já merece atenção e vale uma conferida.
Certa vez, pesquisando a filmografia de Pierce Bronsnan, vi este filme e fiquei, sumamente, curioso por vê-lo. Encontrei-o, disponível no UNITV legendado quis conferir. O filme começa muito bem, com a personagem Lesley-Anne Down sendo domada por forças estranhas. Mas lá pelas tantas o filme degringola dando espaços a coisas e situações sem nexo e estapafúrdias e confusas. A direção de fotografia é por sinal muito boa! Mas a direção e roteiro conduzido pelo estreante John McTiernan comprometeu negativamente. Por sorte ele se redimiu depois com o ótimo, O Predador ( com Arnold Schazenneger) e, sequentemente, Duro de Matar ( com Bruce Willis).
Vinha adiando a sessão, até encarar este filme que conta a estória de um motociclista transportado no tempo do velho oeste americano contando com um Fred Ward bem mais jovem. É um filme minguado, fraco e nem esquecível, nem os fãs de filmes oitentistas comentam sobre ele. Não funcionou aqui!
Mulher Até o Fim
3.2 3Este filme teria tudo para ser um grande drama, tanto pelo seu tema sensível e grandioso quanto pelo elenco envolvido. Mas não passou de um "daminha" sem muita substância daqueles exibidos numa sessão da tarde. Jessica Lange está bem. Os coadjuvantes dão conta do recado com as presenças das sempre ótimas coadjuvações de Kathy Bates e Joan Cusack. A estréia de Chris O'Donnell no cinema com boa interpretação de um dos filhos da personagem de Jéssica Lange. E o garoto Charlie Korsmo rouba a cena como o filho mais novo de Lange numa interpretação sensível. Poderia ser um filme mais lembrado, a forma que foi conduzido por Paul Brickman deixou o filme sem muita densidade. Contudo, vale como bom filme de sessão vespertina com bons desempenhos de todo o elenco.
À Caça do Monstro
2.9 13Tenho o DVD original de O Monstro da Lagoa Negra de 1958, bom filme dos clássicos filmes dos "Monstros da Universal", de modo que, não sabia da existência de um segundo filme do 'monstro aquático'. O monstrengo agora sai da inóspita lagoa capturado por cientistas que querem transformá-lo em um ser humano. Não foi tão marcante como o seu original, mas, passou o tempo.
Os Raptores em Ação
3.9 6Diantede sua exibição distrai-me um pouco, após o bom ponto de partida, a boa interpretação de Oliver Reed e trilha sonora assinada por Enio Morricone. Contudo, lá pelas tantas, o filme vai perdendo o ritmo começando a ficar enfadonho e meu interesse em concluído. Não é culpa, obviamente, do filme em si, mas do modo de vida em que estamos, onde vamos assistindo filmes e de olho num celular. Talvez volte a assisti-lo para uma revisão.
Acorrentados
3.8 55 Assista AgoraFinalmente vi este filme depois de tê-lo procrastisnado por algum tempo. O filme mostra uma boa interação entre os protagonistas, Tony Curtis e Sidney Poltier, como dois prisioneiros acorrentados após fugirem de um ônibus cujo eram transportados. O filme possui bons diálogos e boa química entre os dois atores, de modo que, o discussão sobre o racismo e seus preconceitos estão marcandos nos diálogos dos personagens. Algo do seu meio terço final quanto o desfecho não agradou-me por completo. Creio que numa revisão futura ele crescerá. Há um movimento remake com o nome de A Caçada refilmada na década de noventa com Laurence Fishburne e Stephen Baldwin, em 1996, que serviu apenas para divertir os telespectadores numa exibição da tela quente da época.
O Resgate do Vôo 771
3.4 12Espera ao menos um telefilme com mais emoção, sobretudo, tendo em seu enredo uma história baseado em fatos reais de um piloto profissional que precisou de ajuda em pleno oceano pacífico num vôo noturno cujo sua aeronave de pequeno porte vão ficando sem combustível e perdendo altitude. Só para passar o tempo!
Atlantic City
3.6 43 Assista AgoraAlguns filmes são superestimados pelo Oscar , e são sumamente indicados e premiados pela academia. É o que ocorreu com Atlantic City que teve indicações as atuações de Burt Lancaster e Susan Sarandon, ambas indicações exageradas. Burt e Sarandon estão bem, mas não vi nada de fenomenal que justificasse as indicações. O filme em si não tem nada demais com enredos, roteiros e direção triviais. Para mim um filme assistivel dentro do regular, nada demais.
As Panteras (1ª Temporada)
4.2 22 Assista AgoraAs Panteras foi um tremendo sucesso nos anos 70. Aqui no Brasil, os homens se deliciavam com suas protagonistas, as carismáticas, Kate Jackson, Jaclyn Smith e, sobretudo, a loira Farrah Fawcett, a mais popular do trio. Com ar de saudosismo, o cinema favoreceu nos anos 2000, ao grande público, a versão de filme para o cinema, com as também carismáticas, Drew Barrymore, Cameron Dias e Lucy Liu, que causou frisson, rendendo dois filmes de sucesso e bilheteria. O enredo de três mulheres que trabalharam na polícia e são convidadas para serem três detetives particulares do misterioso "Charlie" foi o suficiente para a série tomar fôlego e percorrer 5 temporadas, de 1976 a 1980, com muito charme e humor das atrizes que as interpretam, todas elas muito charmosas. Assistia flashes de lampejo quando passava na TV aberta, e alguns episódios isolados na internet. Agora, no UNITV, estou tendo a oportunidade de assistir na íntegra com áudio original/dublado da TV. É uma série longa, constando, 5 temporadas. Pretendo ver todas as temporadas, mesmo que esporadicamente. Acabei de ver esta primeira temporada, com episódios que ilustram o início de carreira de bons artistas como Tommy Lee Jones, Tom Selleck, Kim Basinger. E realçam também já astros consagrados como: Bo Hopkins, Fernando Lamas, Ida Lupino, Rosemary Forsythe e Robert Loggia. Gostei de conhecer melhor a série que deu origem ao filme. Partindo para segunda temporada!
Os Espertinhos
2.5 7Os Espertinhos, marca uma fase em baixa do astro do fim dos anos setenta, John Travolta que, tomou conta do megalomaníaco mundo da discoteca em filmes musicais como, Os Embalos de Sábado a Noite e o sucesso de bilheteria e Grase - Nos Temos da Brilhantina, tornando-se, instantaneamente, um ator muito popular de sua geração. Depois disso, nos idos anos 80, Travolta teve pouquíssimos filmes realmente bons, com projetos que não foram bem, a exemplo, deste filminho sessão da tarde. Dois amigos largados são convidados por um homem estranho para abrir uma boate "onde judas perdeu as botas", sem saberem que toda lugar é esconderijo de russos em solo americano. A velha história batida que o cinema americano explorou a exaustão sobre os russos, o comunismo...AFF!! Pouca coisa se aproveita desta comédia sem graça, talvez o atrativo seja o primeiro encontro no cinema de John Travolta e sua linda esposa e já falecida Kelly Preston.
Garotas e Mais Garotas
3.2 24Mais um filme do Rei do Rock visto, de modo que, segue a fórmula de tantos outros, com seu enredo bobo e situações corriqueiras de paquera, ciúmes e conquistas. Comumente, a filmografia seu diretor, Norman Taurog, em toda sua extensa filmografia, foi comédias pastelonas e românticas, e muitas delas bem fraquinhas. Elvis Presley está belo em sua juventude. E Stella Stevens é o pretenso par romântico. Boa fotografia do litoral americano completa alguns atrativos deste filme pipoca.
Amor e Vingança
3.2 1Achei um filme esquisito, com roteiro e fotografia soturna de sua época, meio deprê! Como tal, o personagem de Anthony Hopkyns (aqui, esbanjando um charme inquestionável) com um papel meio psicótico e melancólico. O filme passa a mensagem de homens ingleses separados de suas esposas, mas que quer ter a guarda de seus filhos, um mero pretexto para manter a relação com as ex-esposas, mesmo elas não querendo nada com eles. Isso hoje era considerado "relação tóxica", abusiva. O filme soa machista e misógino como qual aquele diálogo entre um advogado e um amigo do personagem principal questionando a guarda de sua ex-esposa, agora tendo uma relação homoafetiva como outra mulher. Deu asco! No geral não curti muito não! Gostei da fotografia, do clima, do charme do Anthony Hopkins.
O Último Casal Casado
3.0 2 Assista AgoraEncontrei este filme por acaso na TV BOX dublado, e seduzido pelo elenco, adentrei a sessão e me diverti muito com o filme. As situações em que os personagens se metem são hilárias. O roteiro também é comumente bom explorando nem os personagens. A direção é dinâmica e nunca cai no marasmo. E o elenco é mui carismático, sendo; George Segal, o paspalho charmoso! Natalie Wood a dona de casa bonita e querendo dar um UP na relação conjugal com seu marido. Dom De Luise, Richard Benjamim, Valerie Harper, Bob Dishy, estão engraçados em seus papéis. Uma comédia muito simpática e inteligente que fala sobre relacionamentos amorosos, traição e vida conjugal de maneira muito leve e divertida. Feliz por ter descoberta esta comédia.
Simplesmente Alice
3.5 96 Assista AgoraTinha marcado este filme há alguns anos, e acabei procrastinando-o por um bom tempo, hoje, finalmente, pude assisti-lo. Simplesmente Alice é um devaneio cinematográfico que é a cara de seu idealizador (Woody Allen) e muito bem interpretada por sua atriz (e esposa Mia Farrow). O elenco de apoio também é ótimo, sendo Joe Mantegna, William Hurt, Judy Davis bons destaques coadjuvantes e Alec Baldwin numa participação menor. Bom filme!
Hannah e Suas Irmãs
4.0 301 Assista AgoraNunca fui fã cético da filmografia e, nem tampouco, da figura polêmica e duvidosa que rodeou toda sua vida. O textos de Woody Allen são inteligentes e sua análise detida a crônica de costumes da conservadora sociedade americanas trazendo leveza é o ponto alto de seus filmes, sobretudo as crônicas das conturbadas relações humanas. E isso é evidente Em Hannah e Seus Irmãs, tendo a seu dispor um ótimo elenco! Talvez não seja o seu melhor filme, mas diverte, especialmente pelo ótimo trio de atrizes; Mia Farrow (sua esposa na época e fiel protagonista em seus filmes), Barbara Hershey e Dianne Wiest.
O Alerta Vermelho da Loucura
3.6 34 Assista AgoraNão me lembrava deste título do universo de Nelson Rodrigues, dirigido por Mario Bava. O Alerta Vermelho da Loucura possui bons momentos, sobretudo, altamente psicanalíticos que o roteiro expõe. A fotografia é primorosa, e as tomadas de câmera, inclusive as de cima vendo o personagem dançando com uma mulher em meio a vários manequins vestido de noiva são esplêndidas. Stephen Forsyth na pele de John Harrington, está sumamente atormentado. Contudo, há problemas de ritmo narrativo que nos deixa cansados. Mas sendo de Mario Bava, não tem como não conferir.
A Ilha do Tesouro
3.5 16 Assista AgoraA Ilha do Tesouro é um daqueles programas convidativos para aquela sessão da tarde. Não achei essa versão tão movimentada, mas a fotografia exuberante e os cenários são ótimos!
Quando Só o Coração Vê
4.2 55 Assista AgoraTinha muito vontade de conferir este filme, protagonizado por Sidney Poltier (ator muito popular nos anos 60 e 70) cujo viveu seu apogeu no cinemão Hollywoodiano. Hoje, finalmente, encontrei-o dublado e fui logo entrar na sessão. Que filme delicado, sensível e bonito! A fotografia em preto e branco, dá a melancolia que o filme tem. Com grandes desempenhos de seu elenco, sendo que, Elizabeth Hartman foi indicada pela sua delicada personagem a melhor atriz principal e Shelley Winters ganhará a estatueta de melhor atriz coadjuvante com uma soberba atuação. Saudades de filmes humanos e delicados!
O Bacana do Volante
3.0 5 Assista AgoraElvis Presley "atuava" em vários filmes ruins ( e pouquíssimos filmes acima da média). O Bacana do Volante figura dentre eles. O enredo é pra lá de bovo. A química entre Elvis Presley e Nancy Sinistra é inexistente. E a presença do eterno Hulk, antes do papel do mostro verde, Bill Bixby pagava esse mico aqui. É tudo muito monótono, sem ritmo, com cenas musicais que beiram ao ridículo. Pouca coisa salvou da pifia filmografia do Rei do Rock.
A Sétima Vítima
3.2 42A Sétima Vítima tinha potencial para muito mais, porém, o roteiro esculhambado e mal escrito comprometeu a obra ao todo. No entanto, o filme reserva até alguns bons momentos de suspense e a fotografia é ótima! Seria um bom filme noir se não fosse tão mal roteirizado. Kim Hunter marca aqui, seu primeiro filme no cinema.
O Dia Em Que o Mundo Acabou
2.2 22Finalmente, encontrei este filme, dificílimo de achar. Ele está disponível, legendado na TV BOX e fiquei, sumamente contente com o achado. Entretanto, tinha há anos lido uma crítica dele na extinta Revista SET na ocasião de seu lançamento em video. E lembro que a crítica era negativa ao filme. E realmente foi confirmado, nessa minha primeira sessão, após mais de duas décadas depois: O enredo remete àqueles filmes de sci-fi dos anos 50, mas com a verve tecnológica e de produção dos anos 2000. Nastassja Kinski e Randy Quaid, em papéis mais do mesmo. A estranhesa das pessoas da cidade estão no filme, como noutros e em tantas fitas sci-fi, com personagens de caráter duvidoso que escondem um segredo. Tem até alguns bons momentos de suspense, mas, não sustenta o filme ao todo.
O Diabo Riu Por Último
3.3 23 Assista AgoraO Diabo Riu por último tem um elenco magistral, com astros e estrelas de sua época, porém, achei um filme irregular, mediano em detrimento ao envolvimento de tanta gente talentosa, sobretudo o seu idealizador (sendo, talvez, o filme mais fraco de seu currículo). Grupo de golpistas se juntam para tomar posse de algumas terras ricas em urânio, de forma ilegal.
Obsessão de Amar
3.0 1Tinha salvado este filme no histórico do UNITV para ser assistido posteriormente. Enfim, tirei um tempo para conferir e fiquei fascinado com sua fotografia em P&B e também pelas performances do elenco, sobretudo, da lasciva personagem Suzanne Pleshette, menina rica que embora tenha vários relacionamentos amorosos com homens, existe uma dificuldade nesses relacionamentos. Aqui, o diretor Walter Grauman, toma coragem e põe e expõe) uma personagem feminina (quebrando o estigma de mulher submissa, e por extensão, o machismo) que a antiga Hollywood pregava. Enfim, era os anos 60, e por essa razão, rompimento de muitos paradigmas. Também o filme aborda na Seara dos relacionamentos tóxicas, amorosos e que culmina em tragédias. Todo o elenco está muito bem, cada um brilhando ao seu modo. E a direção muito acertada de Walter Grauman deu um toque especial a este drama que, particularmente, envelheceu muitíssimo bem e há bastante conexão com os "devaneios" atuais das relações e relacionamentos, portamto, além de ser um filme de seu tempo, é um filme atualíssimo. Só deixo aqui um demérito em seu desfecho meio que repentino. No mais é um ótimo filme!
Conde Drácula
3.3 30 Assista AgoraDecerto, não figura entre os melhores filmes sobre, O CONDE DRÁCULA, que apesar de uma produção modesta, acerta na fidedignidade. É um Drácula sem muita frescura, sem o tom esnobe das fitas da HAMMER, comumente aqui, dirigido por um diretor espanhol, o Jesus Franco. Tem um bom elenco, e só a convite de Christopher Lee, como icônico personagem Drácula e a participação de Klaus Kinski, já merece atenção e vale uma conferida.
Delírios Mortais
2.7 13Certa vez, pesquisando a filmografia de Pierce Bronsnan, vi este filme e fiquei, sumamente, curioso por vê-lo. Encontrei-o, disponível no UNITV legendado quis conferir. O filme começa muito bem, com a personagem Lesley-Anne Down sendo domada por forças estranhas. Mas lá pelas tantas o filme degringola dando espaços a coisas e situações sem nexo e estapafúrdias e confusas. A direção de fotografia é por sinal muito boa! Mas a direção e roteiro conduzido pelo estreante John McTiernan comprometeu negativamente. Por sorte ele se redimiu depois com o ótimo, O Predador ( com Arnold Schazenneger) e, sequentemente, Duro de Matar ( com Bruce Willis).
O Cavaleiro do Tempo
2.9 11Vinha adiando a sessão, até encarar este filme que conta a estória de um motociclista transportado no tempo do velho oeste americano contando com um Fred Ward bem mais jovem. É um filme minguado, fraco e nem esquecível, nem os fãs de filmes oitentistas comentam sobre ele. Não funcionou aqui!