🕷️ Chegamos ao terceiro filme do mítico O MONSTRO DA LAGOA NEGRA. A trama se entrelaça entre a caça à criatura e uma crise de relacionamento do doutor com a sua amada. Essa segunda parte faz a gente se perguntar o porquê ela estar aqui nesse filme, logo logo vamos ser surpreendidos com uma correlação relacionado ao comportamento do doutor.
🕷️ Organismo e mutações. Teorias sobre o estudo da Biologia e suas derivações vão ser acionadas. Humanos e sua obsessão, pois aqui as pesquisas e o grau de curiosidade continuam para saber a natureza do bicho. Ser o mesmo é ou não uma derivação da raça humana. A loucura ganha contornos inusitados, fazendo o filme dar uma guinada bastante diferente, nos pegando pela culatra.
🕷️ Sobre avanços tecnológicos, aqui a galera da expedição usa uma espécie de radar / sonar para detectar fontes de vida no fundo do mar. Brinquedo mais que útil nessa missão. Já a tal criatura, a mesma parece está vacinada em relação a instinto predador humano, fazendo suas atitudes serem mais violentas em comparação aos outros filmes.
“Animal ou Humano?”
🕷️ Para amortecer o seus sentidos, a galera está usando um negócio chamado “Rotenona”: um inseticida / pesticida natural derivado das raízes de plantas tropicais, como o timbó. Altamente tóxica, ela atua bloqueando a respiração celular em insetos e peixes. Vimos que esse mesmo veneno foi utilizado no segundo filme.
🕷️ A Caça do Monstro (1956) é surpreendentemente tão interessante quanto o primeiro. Graças às camadas psicológicas que são costuradas durante a sua trama. Um estudo de comportamento é ativado, uma briga intelectual e ciumenta entra em jogo. E isso aqui se transforma em um liquidificador. Depois de conferir a trilogia, fiquei pensando sobre os pontos fracos da franquia. E notei um elemento que está presente nos três filmes: O Ritmo e suas cenas repetidas sobre mergulhos, acho que essas se estendem.
Tenho o DVD original de O Monstro da Lagoa Negra de 1958, bom filme dos clássicos filmes dos "Monstros da Universal", de modo que, não sabia da existência de um segundo filme do 'monstro aquático'. O monstrengo agora sai da inóspita lagoa capturado por cientistas que querem transformá-lo em um ser humano. Não foi tão marcante como o seu original, mas, passou o tempo.
"A Criatura Caminha Entre Nós" é o terceiro e último da trilogia que começou com A "Criatura do Lago Negro" e seguiu com "A Vingança da Criatura". Embora eu entenda que os roteiristas dessa terceira parte quisessem fazer algo um pouco diferente do que havia sido feito anteriormente, não há como negar que foi um esforço de baixo orçamento e que decepcionou.
O filme é bastante curto, mas há uma boa quantidade de preenchimento e muitas cenas de personagens parados e tagarelando. Os personagens não são muito interessantes e a criatura em si é um pouco estranha, parecendo um clone corpulento de Michael Myers com uma máscara de cabeça de peixe, em vez da figura ágil e graciosa dos dois filmes anteriores. O filme só melhora um pouco no clímax. Não é um filme ruim em si, mas poderia ter sido muito melhor..
Esse não curti tanto quanto os anteriores. Essa parada de ''humanizar'' a criatura ficou muito viajada, muito forçada, fora a aparência bizarra que ele ficou.
“Tem medo do Desconhecido?”
🕷️ Chegamos ao terceiro filme do mítico O MONSTRO DA LAGOA NEGRA. A trama se entrelaça entre a caça à criatura e uma crise de relacionamento do doutor com a sua amada. Essa segunda parte faz a gente se perguntar o porquê ela estar aqui nesse filme, logo logo vamos ser surpreendidos com uma correlação relacionado ao comportamento do doutor.
🕷️ Organismo e mutações. Teorias sobre o estudo da Biologia e suas derivações vão ser acionadas. Humanos e sua obsessão, pois aqui as pesquisas e o grau de curiosidade continuam para saber a natureza do bicho. Ser o mesmo é ou não uma derivação da raça humana. A loucura ganha contornos inusitados, fazendo o filme dar uma guinada bastante diferente, nos pegando pela culatra.
🕷️ Sobre avanços tecnológicos, aqui a galera da expedição usa uma espécie de radar / sonar para detectar fontes de vida no fundo do mar. Brinquedo mais que útil nessa missão. Já a tal criatura, a mesma parece está vacinada em relação a instinto predador humano, fazendo suas atitudes serem mais violentas em comparação aos outros filmes.
“Animal ou Humano?”
🕷️ Para amortecer o seus sentidos, a galera está usando um negócio chamado “Rotenona”: um inseticida / pesticida natural derivado das raízes de plantas tropicais, como o timbó. Altamente tóxica, ela atua bloqueando a respiração celular em insetos e peixes. Vimos que esse mesmo veneno foi utilizado no segundo filme.
🕷️ A Caça do Monstro (1956) é surpreendentemente tão interessante quanto o primeiro. Graças às camadas psicológicas que são costuradas durante a sua trama. Um estudo de comportamento é ativado, uma briga intelectual e ciumenta entra em jogo. E isso aqui se transforma em um liquidificador. Depois de conferir a trilogia, fiquei pensando sobre os pontos fracos da franquia. E notei um elemento que está presente nos três filmes: O Ritmo e suas cenas repetidas sobre mergulhos, acho que essas se estendem.
Tenho o DVD original de O Monstro da Lagoa Negra de 1958, bom filme dos clássicos filmes dos "Monstros da Universal", de modo que, não sabia da existência de um segundo filme do 'monstro aquático'. O monstrengo agora sai da inóspita lagoa capturado por cientistas que querem transformá-lo em um ser humano. Não foi tão marcante como o seu original, mas, passou o tempo.
"A Criatura Caminha Entre Nós" é o terceiro e último da trilogia que começou com A "Criatura do Lago Negro" e seguiu com "A Vingança da Criatura". Embora eu entenda que os roteiristas dessa terceira parte quisessem fazer algo um pouco diferente do que havia sido feito anteriormente, não há como negar que foi um esforço de baixo orçamento e que decepcionou.
O filme é bastante curto, mas há uma boa quantidade de preenchimento e muitas cenas de personagens parados e tagarelando. Os personagens não são muito interessantes e a criatura em si é um pouco estranha, parecendo um clone corpulento de Michael Myers com uma máscara de cabeça de peixe, em vez da figura ágil e graciosa dos dois filmes anteriores. O filme só melhora um pouco no clímax. Não é um filme ruim em si, mas poderia ter sido muito melhor..
achei triste,sempre torço pelo o monstro o povo e mau nesse filme so faz maltratar o monstro.
Esse não curti tanto quanto os anteriores.
Essa parada de ''humanizar'' a criatura ficou muito viajada, muito forçada, fora a aparência bizarra que ele ficou.
05-04-2024