Wagner Andrade
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Últimas opiniões enviadas

  • Wagner Andrade
    3 dias atrás

    Pela primeira vez visto hoje(13/05/26) esse obscuro filme do início da década de 80.

    A premissa é ótima — uma nuvem radioativa transforma crianças em zumbis —, mas a atuação e a direção prejudicam o filme. As falhas no enredo eram abundantes e muito ficou sem explicação. Definitivamente, poderia ter sido melhor escrito. Tem um “final surpresa”, mas qualquer fã de terror consegue prever isso de longe. Mas como é um filme B típico você não irá esperar tramas profundas e intelectuais ou arcos de personagens complexos, mas o que é oferecido é certamente uma pequena e sombria história.

  • Wagner Andrade
    1 semana atrás

    Assisti na época quando passou nos cinemas em 89 e hoje(03/05/26) o revi.

    "Alien Nation" é um crossover entre ficção científica e o gênero de "policial parceiro". O que o diferencia do típico filme de parceiros é que, em vez de a diferença ser de etnia, classe ou gênero, é entre um humano (James Caan) e um alienígena (Mandy Patinkin).

    O filme se beneficia muito da atmosfera sombria e misteriosa do ambiente, o que lhe dá uma vantagem em relação a muitos filmes de ficção científica que pecam por serem excessivamente “brilhantes”. "Alien Nation" provou ser um dos últimos bons filmes de ficção científica sem CGI.

  • Wagner Andrade
    2 semanas atrás

    Finalmente conseguir assisti esse obscuro e raro filme nacional.

    No início da década de 1980, uma nova década se iniciava e, com ela, a lei de anistia e o relaxamento de algumas leis arbitrárias impostas pelo regime militar permitiram que as pessoas vislumbrassem dias melhores, um futuro mais promissor e novas possibilidades, chegando até mesmo a criticar o que estava errado no passado. A AI-5 e suas restrições haviam terminado, mas a censura nas artes e na televisão persistia, embora outras coisas já não fossem vistas como subversivas. Nesse cenário, muitas bandas de rock se formaram e se tornaram a cara da década, com letras poéticas, críticas e inteligentes, um som poderoso, mais do que apenas música para as massas. Em Brasília, a capital do país, surgiram diversos grupos importantes: Legião Urbana, Capital Inicial e muitos outros; a mesma Brasília que serve de cenário para "O Sonho Não Acabou", uma obra de ficção que reflete muito da realidade do Brasil dos anos 1980. O filme de Sergio Rezende é uma carta de amor à cidade, uma cidade relativamente jovem, repleta de rebeldes, pensadores profundos e sonhadores que acreditavam e esperavam por um futuro melhor. Este é o melhor filme representativo da geração de Brasília.

    "O Sonho Não Acabou" aposta em alguns clichês e talvez até deixe de lado uma história mais profunda, mas há algo irresistível ali. A atmosfera é incrível, parece que o diretor está tentando criar um manifesto de incentivo para a juventude do país: "Esperem, porque o melhor ainda está por vir". E estava mesmo. Foi naquele mesmo ano que ocorreram as primeiras eleições diretas (limitadas à eleição do governador do estado) depois de quase 20 anos; e três anos depois, o regime acabou, um novo presidente foi eleito e, em poucos anos, uma nova Constituição foi criada, com mais liberdades e direitos. Houve problemas e injustiças pelo caminho, mas aquela geração nunca deixou de acreditar em uma sociedade justa, com liberdade, justiça e respeito. Acho que este filme reflete esse espírito indomável. Aquela geração, que talvez não tivesse tudo, mas certamente sabia que era feliz e pode olhar para trás agora e dizer com orgulho: "Aqueles foram os melhores tempos".

    A cena de amor entre Lucélia e Corona. É tão belamente feita e tragicamente irônica quando você assiste aos eventos do filme se desenrolarem e compara com a vida real, e a tomada não autorizada da comitiva do presidente Figueiredo, com Corona tentando alcançá-lo, mas sendo impedido por um soldado. Dá para perceber que a cinematografia é diferente, obscura, e ainda me pergunto por que a cena não foi cortada pela Censura Federal na época. Um bom retrato de como era aquela época.

    Tudo o que posso dizer é que a geração atual não conseguiria encontrar um filme semelhante. Não tem ideologia, nenhuma luta a ser travada, nenhuma causa, nada além de datas e um senso de individualismo tedioso. Assim, o sonho chega ao fim e precisa ser reinventado. Mas a geração de Brasília dos anos 80 ? Esse sonho estava prestes a se tornar realidade.

    editado
  • Pedro Dantas 1 mês atrás
  • Pedro Dantas 1 mês atrás

    Oi, conversamos lá na página de Sol de Verão e tomei a liberdade de te adicionar como amigo :)
    Adoro novelas antigas também. Você é de Maceió? Estive aí há dois anos e gostei muito (moro na Bahia). Abs

  • LegenDario 4 anos atrás

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