Dirigido por
Data de lançamento
9 Dez. 1988Duração
O colegial Hoax Wilmoth vive sonhando com a atraente garota do trailer e evitando sua mãe, que além de superprotetora é também uma fanática religiosa. Mas sua vida se transforma assustadoramente quando seu primo lhe mostra um novo hobby nada convencional - ligar para a previsão do seu "horroróscopo". Ao invés de receber aquelas tradicionais previsões astrológicas, Hoax se conecta a uma força demoníaca que lentamente começa a tomar conta de sua vida. Agora, qualquer um que se atreva a passar pela vizinhança terá muito mais que uma simples conta de telefone para pagar.
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"A carne é fraca, mas o pecado é forte!"
"Nós somos o que escolhemos ouvir no escuro."
Antecipa em décadas o terror cibernético (filmes sobre a deep web, maldições via internet), mostrando a tecnologia doméstica como vetor de condenação
Kevin Yagher na transformação de Hoax é soberbo. Tátil, grotesco e fisicamente imponente, representa o ápice da maquiagem protética dos anos 80
Englund aprendeu com Wes Craven (A Hora do Pesadelo). Ele utiliza fumaça, sombras profundas e iluminação gótica para transformar um subúrbio californiano em uma sucursal do purgatório
A Toxidade da Vingança. O Pacto Faustiano na Era do Consumo.
Englund por vezes perde o controle da narrativa em prol de set-pieces visuais isolados. O segundo ato sofre com barrigas e repetições
Sandy e Stephen adotam um tom exagerado, os demais atores tentam uma abordagem realista. Esse choque de tons gera momentos não intencionalmente cômicos
Distorce a realidade metafísica ao dar substância quase onipotente ao mal temporal; mas acerta ao mostrar o pecado como autodestrutivo.
Ausência de personagens virtuosos sólidos. O bem é ofuscado pela vingança.
A mãe do protagonista representa uma fé desprovida de caridade, um obstáculo, não um caminho para Deus.
Um péssimo filme, tinha muita curiosidade por ele ser dirigido pelo Robert Englund, pena que o filme tenha uma trama que leva 40 minutos pra acontecer e não melhora muita coisa.
A única coisa boa desse filme são os efeitos práticos, de resto, tudo aqui é bastante esquecível!
Revi pra saber se talvez mudasse de opinião, e continuo achando bem fraquinho.
03-06-2026 - Revisto
Provavelmente nunca assisti por n ter lembrado de nenhuma cena.
Com uma duração de 1 hora e 32 minutos, leva 40 minutos para chegar a um ponto em que os poderes malignos de fato são exibidos, e apenas 20 minutos para o personagem principal adquirir superpoderes e se tornar completamente assassino e maligno. O filme teria sido muito melhor se tivesse estabelecido o protagonista como um cara bom que gradualmente se corrompe pelo mal, com sua decadência se desenrolando ao longo dos primeiros 50 minutos. Devido ao seu ritmo, o filme consegue parecer lento e, ao mesmo tempo, apressado em momentos cruciais.
Embora um pouco toscos em alguns momentos, os efeitos são muito bons no geral. O demônio em que o personagem principal se transforma é genuinamente assustador, e há vários efeitos de terror corporal impressionantes. Apesar de alguns efeitos serem inferiores, considerando que o filme é de 1988, eles ainda funcionam.
As cenas finais se desenvolvem de forma decente, mas o final é abrupto demais. Embora interessante, o filme não funciona. Com uma edição diferente, mais tempo dedicado ao desenvolvimento dos personagens e uma execução mais refinada desses arcos, poderia ter sido realmente bom.
Acho que Robert Englund, o eterno Freddy Krueger, deveria ter insistido mais no.oficio de diretor, de modo que, o filme não é todo de ruim tendo uma fotografia muito bonita e estilosa, um enredo aceitável,.porém um roteiro que careceu ser melhor trabalhado. Tem algum estilo, mas faltou substância.