Quando sua irmã mais velha Jacqueline desaparece, Mary Gibson é forçada a deixar sua escola particular e viajar para Nova Iorque para procurar por ela. Ingênua, ela não está completamente certa de como encontrá-la. Eventualmente ela conhece Gregory Ward, marido da irmã e um misterioso psiquiatra, Dr. Louis Judd que afirma saber o paradeiro de Jacqueline. O que ela não percebe é que sua irmã se envolveu com adoradores do diabo que agora querem eliminar-lhe por ter revelado a sua existência.
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A direção até que faz um trabalho eficiente, mas nem ela salva o filme do seu péssimo roteiro que desenvolve muito mal a história com personagens tomando decisões pouco inteligentes. Os diálogos também são sofríveis. O elenco na sua maior parte mediano também não ajuda muito.
Estava esperando um Bebê de Rosemary dos anos 1940, mas o filme só fica rodando em círculos para depois passar uma mensagem moral no fim
Visto hoje(24/04/26) e pela primeira vez.
Filme extremamente enfadonho. Basicamente, assisti ao filme inteiro esperando pelo terror, esperando pela atmosfera, esperando que algo interessante acontecesse, e nada aconteceu. Não que o filme não tenha seus méritos: a atuação foi razoavelmente boa, a fotografia era bonita e o elenco de personagens era variado e bem desenvolvido, considerando a maioria das porcarias que se dizem de terror hoje em dia. Mas, como filme de terror, simplesmente não funcionou. Os antagonistas foram revelados de uma forma tão seca e simplesmente não causaram nenhuma sensação de ameaça, e o principal obstáculo que nossa heroína enfrentou mal parecia minimamente ameaçador.
Os chamados adoradores de Satanás não fazem absolutamente nada, exceto ficar sentados em salas escuras, vestidos com trajes de gala, falando sobre sua majestade satânica. Este filme não é assustador, arrepiante, aterrorizante ou sequer de terror. A melhor maneira de descrevê-lo é como um drama levemente noir. Só porque há um culto satânico na sinopse não significa que seja automaticamente um filme de terror.
A Sétima Vítima tinha potencial para muito mais, porém, o roteiro esculhambado e mal escrito comprometeu a obra ao todo. No entanto, o filme reserva até alguns bons momentos de suspense e a fotografia é ótima! Seria um bom filme noir se não fosse tão mal roteirizado. Kim Hunter marca aqui, seu primeiro filme no cinema.
The Seventh Victim 1943 no Brasil A Sétima Vítima, eu esperava muito mais, o clima noir, para mim, foi a única coisa boa e que realmente se destacou, principalmente pelo uso das sombras e etc., criando aquela atmosfera mais densa e misteriosa que combina muito com esse tipo de história.
Porém, na parte dos satanistas, que é um monte de velho que não põe medo em ninguém,
nem fisicamente, o que poderia até ser aceitável, mas nem mesmo psicologicamente, foi um ambiente muito fraco nesse sentido, faltou presença, tensão e qualquer sensação real de ameaça,
Gregory Ward (Hugh Beaumont) é totalmente forçada, não tiveram nenhum momento de convivência, muito menos intimamente, para se dizerem apaixonados, tudo acontece de forma muito rápida e pouco convincente, o que dificulta comprar essa ligação entre os dois personagens.
Enfim, a personagem Jacqueline (Jean Brooks) também é fraca e, apesar de a trama girar em torno dela, ela tem poucas cenas realmente relevantes e é apática na maior parte do tempo,
tudo bem, eu entendo que era para mostrar a melancolia dela e sua tristeza ou sofrimento, talvez até um certo vazio existencial, mas ficou chato pra caralho em vários momentos, porque essa abordagem acaba deixando o filme arrastado e sem muita energia.
Pecou em algumas coisas que não precisavam ser extraordinárias, bastava que fossem bem trabalhadas ou pelo menos razoáveis, já teria um resultado melhor e mais interessante, porque a premissa tinha potencial. No fim das contas, ficou bem abaixo do que eu esperava e também abaixo do que poderia ter sido, claramente, considerando os elementos que o filme tinha nas mãos.
Assistido em 09/03/2026