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Data de lançamento
30 Jan. 1991Duração
Clarice Starling (Jodie Foster), agente novata do FBI, procura por um assassino que ataca mulheres jovens e depois retira suas peles. Para construir o perfil psicológico deste psicopata, recorre à ajuda de um assassino preso que agia de forma semelhante. É o dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), um psiquiatra canibal. Lecter, de fato, pode ajudar na investigação, mas quer em troca um local mais confortável para ficar preso. E quer também se aproximar da durona Clarice, para que ela fale de seus traumas e revele seu lado vulnerável.
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Muito envolvente toda a investigação e o dr. Hannibal trazendo aquela atmosfera psicopata dele.
É um filme muito bem construído, principalmente pela tensão e pela relação entre os personagens. Gostei da atmosfera sombria e da forma como a história vai criando suspense aos poucos, mas em alguns momentos achei o ritmo um pouco irregular. No geral, uma boa experiência, mas esperava um pouco mais.
Achei superestimado.
Para mim, O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs, 1991) é um dos thrillers psicológicos mais fascinantes da história do cinema. O grande trunfo do filme não está no choque fácil, mas na tensão intelectual e psicológica que ele constrói do início ao fim.
O que mais me impressiona é a dinâmica inesquecível entre Clarice Starling (Jodie Foster) e o Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins). É incrível como Anthony Hopkins, mesmo aparecendo por pouco mais de 15 minutos na tela, consegue dominar a atmosfera do filme inteiro com um olhar hipnótico e uma postura perturbadora. Ao mesmo tempo, a jornada da Clarice tentando se afirnar em um ambiente predominantemente masculino no FBI traz uma camada humana de vulnerabilidade e determinação muito forte.
A direção de Jonathan Demme acerta em cheio ao usar enquadramentos muito próximos dos rostos, olhando direto para a câmera, o que nos faz sentir encarados pelos próprios personagens. No fim das contas, para mim, o filme se destaca porque investiga os traumas do passado e a mente humana com tanta precisão que a tensão permanece intacta do primeiro ao último minuto.
A atuação do Hopkins é uma coisa incrível, o melhor psicopata que eu vi no cinema, consegue superar Javier Barden como Anton Chigurt em Onde os fracos não tem vez