Homem negro e experiente passeia pelo parque quando encontra uma jovem linda, branca e cega. Eles ficam amigos e passam a se encontrar todos os dias. Aos poucos eles vão se tornando cada vez mais íntimos, mas a mãe da moça está convencida de que qualquer homem se interessaria pela filha apenas por sexo.
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Tinha muito vontade de conferir este filme, protagonizado por Sidney Poltier (ator muito popular nos anos 60 e 70) cujo viveu seu apogeu no cinemão Hollywoodiano. Hoje, finalmente, encontrei-o dublado e fui logo entrar na sessão. Que filme delicado, sensível e bonito! A fotografia em preto e branco, dá a melancolia que o filme tem. Com grandes desempenhos de seu elenco, sendo que, Elizabeth Hartman foi indicada pela sua delicada personagem a melhor atriz principal e Shelley Winters ganhará a estatueta de melhor atriz coadjuvante com uma soberba atuação. Saudades de filmes humanos e delicados!
Este filme já foi feito um milhão de vezes mas certamente um dos poucos bons é este aqui. Sinceramente não sei ou não compreendo qual a mágica ou milagre que faz a década de 60 ter gerado tantos grandes filmes mas nada melhor que este melodrama para exemplificar isto. Um drama singelo, cheio de química com um show de atuações em um conto sobre intolerância e racismo que faz os exemplares de 2020 passarem muita vergonha.
Atuações muito boas, até mesmo da megera da mãe. Poitier está muito bem, basicamente um super-herói. E a Elizabeth Hartman da vida a uma mulher privada de tudo e faz isso om muita competência, impossível não ter empatia. 17/11/2024
A mensagem desse filme contra a intolerância do ser humano com as diferenças sejam de qual tipo forem é algo atemporal. A história consegue ser comovente sem apelar para o melodrama e sem fugir da realidade considerando a época em que ela se passa. No elenco todos fazem grandes trabalhos. Sidney Poitier esbanja carisma, Elizabeth Hartman se mostra uma grande revelação e Shelley Winters está soberba como a megera mãe da protagonista. Hartman foi indicada ao Oscar para melhor atriz e Winters levou uma merecida estatueta de melhor atriz coadjuvante. Hartman faleceria depois precocemente ao cometer suicídio com 43 anos. Curiosamente aqui no Filmow o nome dela foi cadastrado em produções feitas no Brasil quando na verdade ela foi confundida com a atriz gaúcha Elizabeth Hartmann.
A premissa foi excelente, mas pecaram na finalização. A impressão deixada é que o filme não acabou, que foi pausado ou teria uma continuação. Uma pena, mas ainda assim é um bom filme.