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Audrey, uma menina de 10 anos, e os irmãos acordam numa residência isolada no meio de uma floresta e percebem que o pai desapareceu. Quando tentam voltar para casa, acabam se perdendo na floresta, que parece um labirinto interminável. Presa dentro da casa, Audrey tem que encontrar a criatura que a assombra para tentar salvar os irmãos da loucura.
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O filme fracassa por ser veiculado como terror, mas ganha muitos pontos quando o enxergamos sob uma ótica psicológica. Uma fantasia que retrata muito bem a luta diária contra os monstros que carregamos desde a infância. Foi surpreendente descobrir aos poucos o que ia acontecendo na mente daquelas crianças.
Vale a pena assistir uma segunda vez!
O filme se passa todo dentro da cabeça das crianças, já adultas e em processo de terapia conjunta, onde elas revisitam o passado para descortinar todos os acontecimentos e ajudá-las a entender o porquê de suas lutas diárias contra seus próprios monstros internos. Ali, elas ficam sabendo o que (ou quem) foi o monstro que desencadeou todos os traumas de infância que carregaram para a vida adulta. Muito interessante!
A Infância Perdida. Direção Michèle Jacob. Filme que oscila entre suspense e drama com toques de fantasia, criando tensa e psicológica. A trama do filme é sobre quatro crianças abandonadas em um chalé na floresta, sozinhas elas tentam lidar com o medo e os traumas que elas vivem. Primeiro filme da diretor Michèle Jacob, filme de baixo orçamento, roteiro fraco, sem muita explicação. Vale destacar a interpretação das crianças. É um filme sombrio que leva o espectador criar teorias sobre a história. Tem uma fotografia sombria, pouca luz natural tudo é escuro sujo, as próprias crianças vivem sujas, tristes. Filme mediano.
super raso , tem que ir passando pra frente , e quando descobre o plot , continua fraco e termina sem final kk