No início do século 20, uma mulher independente provoca uma briga entre dois irmãos, dando início a uma saga que se desenrola ao longo de duas gerações.
Amei a série! Fiquei completamente enebriada por essa história, que se revela em camadas e mais camadas de profundidade, complexidade e simbolismo. A luta entre o bem e o mal que habita cada um de nós, a predileção paterna que nos remete à rivalidade bíblica entre Caim e Abel… Tudo é carregado de significado. Florence Pugh entrega uma atuação incrível como Kate, e Lee conquistou meu coração com sua sabedoria e suas reflexões tão profundas sobre a natureza humana.
Um pouco acima da média das séries da Netflix estadunidense. O roteiro é bom, mas é conciliador, como praticamente todas as séries de lá. Tirando alguns feitos, é o melhor que podem fazer.
Impactante e profundo. É interessante pensar que as questões são passadas a cada geração como se fosse um fardo, mesmo que em situações diferentes. Personagens e atuações maravilhosas, roteiro excelente.
Que série densa! Camadas e mais camadas. Uma coisa meio bíblica e meio CAPS. 😂😂😂 Mostra como certas questões não curadas se perpetuam através de gerações. Se tivesse terapia e sertralina naquela época, muita coisa poderia ter sido evitada.
Sobre o Adam, achei crível todo o sofrimento e melancolia do personagem. O cara vinha de um milhão de traumas da infância e da adolescência, aí conhece a Cathy toda estrupiada e vulnerável, enxergando nela alguém que ele pode cuidar como talvez nunca tenha sido cuidado e, com ela, formar uma família como nunca teve. Ao ser abandonado como foi, ele desmorona psíquica e psicologicamente. Sobre a Cathy/Kate, me parece que ela passa a vida evitando vínculos por acreditar que sentimentos são fraquezas. Ela até sente, mas bloqueia. No fim, ao se reencontrar com os filhos, não acho que ela sinta um amor genuíno, mas sente o amor que deixou de viver ao fazer suas escolhas. E é aí que suas convicções começam a desmoronar e ela sente sua própria humanidade. O suicídio não é redenção, é o ato final de alguém que não aceita demonstrar sua vulnerabilidade.
Obs: Achei o Sam a cara do finado ator Paulo Goulart e Kate, em alguns momentos me lembrou a Alessandra Negrini 😂😂
Amei a série! Fiquei completamente enebriada por essa história, que se revela em camadas e mais camadas de profundidade, complexidade e simbolismo. A luta entre o bem e o mal que habita cada um de nós, a predileção paterna que nos remete à rivalidade bíblica entre Caim e Abel… Tudo é carregado de significado. Florence Pugh entrega uma atuação incrível como Kate, e Lee conquistou meu coração com sua sabedoria e suas reflexões tão profundas sobre a natureza humana.
Um pouco acima da média das séries da Netflix estadunidense. O roteiro é bom, mas é conciliador, como praticamente todas as séries de lá. Tirando alguns feitos, é o melhor que podem fazer.
Impactante e profundo.
É interessante pensar que as questões são passadas a cada geração como se fosse um fardo, mesmo que em situações diferentes.
Personagens e atuações maravilhosas, roteiro excelente.
Que série densa!
Camadas e mais camadas.
Uma coisa meio bíblica e meio CAPS. 😂😂😂
Mostra como certas questões não curadas se perpetuam através de gerações.
Se tivesse terapia e sertralina naquela época, muita coisa poderia ter sido evitada.
Sobre o Adam, achei crível todo o sofrimento e melancolia do personagem. O cara vinha de um milhão de traumas da infância e da adolescência, aí conhece a Cathy toda estrupiada e vulnerável, enxergando nela alguém que ele pode cuidar como talvez nunca tenha sido cuidado e, com ela, formar uma família como nunca teve. Ao ser abandonado como foi, ele desmorona psíquica e psicologicamente.
Sobre a Cathy/Kate, me parece que ela passa a vida evitando vínculos por acreditar que sentimentos são fraquezas. Ela até sente, mas bloqueia. No fim, ao se reencontrar com os filhos, não acho que ela sinta um amor genuíno, mas sente o amor que deixou de viver ao fazer suas escolhas. E é aí que suas convicções começam a desmoronar e ela sente sua própria humanidade. O suicídio não é redenção, é o ato final de alguém que não aceita demonstrar sua vulnerabilidade.
Obs: Achei o Sam a cara do finado ator Paulo Goulart e Kate, em alguns momentos me lembrou a Alessandra Negrini 😂😂
Caramba, muito boa!