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Data de lançamento
13 Fev. 2016Duração
Tan Yun Xian cresceu em uma família de médicos e era adorada por seus avós por sua inteligência, curiosidade e perspicácia médica. Apesar das diversas barreiras existente na China Antiga para as médicas mulheres, Yun Xian conseguiu provar que é uma habilidosa médica – e se tornou a médica mais famosa de toda a Dinastia Ming.
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Primeiramente, preciso dizer que não suporto mocinhas sonsas de cdramas. E ainda que essa mocinha tenha dado bons conselhos em diversos momentos, ou tenha lutado bravamente para exercer a medicina oriental, esse romance só me fez pegar ranço.
Até praticamente os últimos 10 episódios, eu ainda não tinha entendido quem era o verdadeiro par romântico.
Porque o Imperador era muito arrogante e infantil, no início. E o príncipe era muito bonzinho, mas ingênuo. E em muitos momentos eu fiquei sem entender, por que tudo indicava que o par seria um, mas ao mesmo tempo só o outro personagem agia como um parceiro deve agir.
Fiquei revoltadíssima com o desenvolvimento do romance entre a médica e o príncipe/imperador (chamarei de princípe, somente). Ele foi manipulado o tempo todo, depois ficou cego de ciúmes e pelo poder. Culminou naquele estupro, impediu ela de sair, de viver, de exercer a "profissão", e ainda assim, do nada, ela perdoou ele.
Ficou muito confuso, porque ela literalmente disse que não sentia mais nada por ele. E a empregada sugeriu que ela agradasse o príncipe para conseguir seus favores. No entanto, além de não pedir/conseguir nada, ela ainda ficou grávida e super feliz. Virou a esposa dedicada.
Até entendo que ela não poderia ficar com o imperador por consideração pela imperatriz que ela chamava de irmã. Poderia sim, na verdade, porque as concubinas não fugiram? E todo mundo sabia que o imperador tinha uma queda pela médica. Enfim, odiei esse romance dela com o príncipe e não fiquei satisfeita com o reencontro com o imperador no último segundo.
O que mais gostei da série foi como mostram a medicina como algo macro. Que a medicina verdadeira é feita de ervas, de química, de comida, de oração. Não existe a "melhor" medicina nem a "certa". Existe o que cura, e isso é o que importa.