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Um reflexo da sociedade coreana que aos poucos vem se abrindo às questões sobre adoção e laços não sanguíneos. Embora ainda haja uma certa resistência por parte da sociedade em reconhecer que ser mãe não é somente dar luz à uma criança, é bem interessante ver que as coisas andam mudando nesse país que sempre se importou muito mais com as relações de sangue do que com o afeto.
Esse filme faz pensar na aversão que os "clientes" normalmente tem às greves, sempre que eles são prejudicados por um serviço não oferecido. É muita falta de empatia, e cai como uma luva na situação atual do nosso país.
Em um momento que a Coreia do Sul enfrenta seus próprios monstros, esse drama surpreende não só por questionar o machismo, mas também a hierarquia e a corrupção no trabalho. É, principalmente, um drama que fala sobre empatia. Reflexões de outra sociedade que serve pra nós também.