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Data de lançamento
15 Fev. 1964Duração
Um entomologista amador resolve sair da cidade e passar o fim de semana numa área desértica do Japão, a fim de coletar insetos raros. Ele pernoita numa casa onde habita uma estranha mulher. Logo ele vai perceber que caiu em uma armadilha, a qual não existe saída.
É sufocante, esse calor intenso essa areia grudando na pele e em tudo. Tem delírio, sonho tudo misturado.
Fiquei com areiafobia.
É um filme que você precisa estar bem acordado pra assistir. Mas se o faz com a atenção que ele merece, vai estar diante de uma excelente experiencia. É um questionamento sobre a natureza humana e seu desejo incontrolavel da necessidade de estar sob controle das coisas, mas quando consegue, se sente vazio.
Li o livro e depois vi o filme, os dois são bons, mas acho que gosto um pouquinho mais do livro. Pouca coisa mais.
Gente, obra prima! Imperdível! 👏👏👏
Síntese da natureza humana, e dos gêneros masculino/feminino...
A cena mais marcante pra mim foi quando Jumpei consegue sair e ver o mar e percebe que ele não quer mais a liberdade, são dois seres humanos distintos, a mulher que não conhece outra vida a não ser ''trabalhar'' pela sobrevivência e mantimentos e o Entomologista que era livre, mas acaba caindo na armadilha e se acostumando com aquilo, Hiroshi Teshigahara gosta de mostrar conflitos da mente humana com simbolismos e metáforas e consegue muito bem fazer isso com pouco, um cenário e dois personagens.