Depois de assistir a um ótimo curta-metragem desse cineasta - e de ter ficado impressionado com a sua excelente direção de atores - resolvi conferir esta obra anterior e percebi que as qualidades são recorrentes em seu estilo: Jean-Claude Bernardet tem a sua melhor atuação aqui. Nalguns momentos, cheguei a esquecer que estava diante de um dos maiores críticos do país. Via um avô heterossexual e simpático, em constante luta com o esquecimento e o enrijecimento de sua pele. O roteiro é muito sutil e o protagonista é incrivelmente bonito. As passagens de tempo são ótimas, não há qualquer forçação de barra emocional. Tornei-me fã do diretor, que enviou-me uma mensagem de WhatsApp através de um amigo em comum: pensem na minha alegria! :) - WPC>
Sutilmente vemos a reconstrução de uma amizade e admiração entre avô e neto. Um despertamento comovente para valores que muitas vezes deixamos que o tempo ou afazeres afetem. Lembrei muito de minha avó...
Depois de assistir a um ótimo curta-metragem desse cineasta - e de ter ficado impressionado com a sua excelente direção de atores - resolvi conferir esta obra anterior e percebi que as qualidades são recorrentes em seu estilo: Jean-Claude Bernardet tem a sua melhor atuação aqui. Nalguns momentos, cheguei a esquecer que estava diante de um dos maiores críticos do país. Via um avô heterossexual e simpático, em constante luta com o esquecimento e o enrijecimento de sua pele. O roteiro é muito sutil e o protagonista é incrivelmente bonito. As passagens de tempo são ótimas, não há qualquer forçação de barra emocional. Tornei-me fã do diretor, que enviou-me uma mensagem de WhatsApp através de um amigo em comum: pensem na minha alegria! :) - WPC>
https://vimeo.com/111223484
Me trouxe diversas reflexões sobre o existir.
O Kauê sempre me surpreendeu... dessa vez não foi diferente.
Sutilmente vemos a reconstrução de uma amizade e admiração entre avô e neto. Um despertamento comovente para valores que muitas vezes deixamos que o tempo ou afazeres afetem. Lembrei muito de minha avó...