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Outros títulos
La Novena Configuración - Espanha
Twinkle, Twinkle, Killer Kane - Estados Unidos da América
Más Allá de la Locura - México
O Crepúsculo dos Heróis - Portugal
Sinopse
Um ex-fuzileiro naval chega a um asilo mental alojado em um castelo remoto para administrá-lo. Lá, ele tenta reabilitar os pacientes, deixando-os realizar suas fantasias e desejos mais loucos.
Comédia de humor negro, drama psicológico de mistério e suspense de horror em Metrocolor da Ninth Configuration, ITC Film Distributors e Warner Bros. indicado a 3 prêmios no Globo de Ouro: melhor filme de drama, melhor ator coadjuvante, Scott Wilson (1942-2018), e vencedor de melhor roteiro. O filme foi baseado no romance homônimo de Blatty de 1978 que, por sua vez, era uma releitura de seu romance de 1966, "Twinkle, Twinkle, "Killer" Kane!".
Estréia na direção do roteirista William Peter Blatty (1928-2017), que também escreveu, produziu e até fez uma participação especial no filme. Derivado de O Exorcista (73), onde o personagem Billy Cutshaw aparece em ambos os filmes. Parodiado em Dead end (85), numa cena que parodia uma fala deste filme:
"Cortei a cabeça dele com um arame, e ele continuou falando..."
Peter Blatty, Scott Wilson, Ed Flanders (1934-1995), George DiCenzo (1940-2010) e Jason Miller (1939-2001) colaboraram posteriormente em O Exorcista III (90).
William Peter Blatty afirmou que considera este filme a verdadeira sequência de O Exorcista (73), e não uma mera continuação. O romance e o filme "O Exorcista" abordam a existência do bem e do mal; "A nona configuração" trata do mistério do bem; e o 3° romance, "Legião", aborda a punição do mal pelo pecado original. Marilyn Raymond e Linda Blatty (na época, casada com o diretor) foram as únicas presenças femininas creditadas em todo o filme. Este foi o 1° e único papel delas no cinema.
O longa tem momentos cansativos de sátira social com excesso de diálogos na 1° metade envolvendo o Coronel Vincent Kane e os militares internados no Hospital Psiquiátrico. Na 2° metade, a trama se torna mais tensa e sombria, mudando completamente o ritmo e o teor da estória.
Como se O Alientista fosse refeito sob as lentes do estresse pós-traumático da Guerra do Vietnã, gravitando sobre as discussões teológicas (Deus existe? Bondade existe? Onde?) que permeiam os trabalhos mais conhecidos de William Peter Blatty. Gosto de como as coisas se dão a partir de um teatro nonsense, seguindo mais ou menos a lógica (?) com que os pacientes daquele espaço psiquiátrico convivem entre si, embora eu acho que ele não vá muito fundo em seu apelo ao horror ou mesmo de drama existencialista. Para além do original, acho essas discussões e implicações mais interessantes no subestimadíssimo O Exorcista III.
Um filme meio confuso, mas com um elenco que manda muito bem!
Incrível como o jovem Dale, do Walking Dead, é a cara do Edward Norton.
Comédia de humor negro, drama psicológico de mistério e suspense de horror em Metrocolor da Ninth Configuration, ITC Film Distributors e Warner Bros. indicado a 3 prêmios no Globo de Ouro: melhor filme de drama, melhor ator coadjuvante, Scott Wilson (1942-2018), e vencedor de melhor roteiro. O filme foi baseado no romance homônimo de Blatty de 1978 que, por sua vez, era uma releitura de seu romance de 1966, "Twinkle, Twinkle, "Killer" Kane!".
Estréia na direção do roteirista William Peter Blatty (1928-2017), que também escreveu, produziu e até fez uma participação especial no filme. Derivado de O Exorcista (73), onde o personagem Billy Cutshaw aparece em ambos os filmes. Parodiado em Dead end (85), numa cena que parodia uma fala deste filme:
"Cortei a cabeça dele com um arame, e ele continuou falando..."
William Peter Blatty afirmou que considera este filme a verdadeira sequência de O Exorcista (73), e não uma mera continuação. O romance e o filme "O Exorcista" abordam a existência do bem e do mal; "A nona configuração" trata do mistério do bem; e o 3° romance, "Legião", aborda a punição do mal pelo pecado original. Marilyn Raymond e Linda Blatty (na época, casada com o diretor) foram as únicas presenças femininas creditadas em todo o filme. Este foi o 1° e único papel delas no cinema.
O longa tem momentos cansativos de sátira social com excesso de diálogos na 1° metade envolvendo o Coronel Vincent Kane e os militares internados no Hospital Psiquiátrico. Na 2° metade, a trama se torna mais tensa e sombria, mudando completamente o ritmo e o teor da estória.
As melhores partes são a da briga no bar que dura aproximadamente 13 minutos e o suicídio de Kane.
Um trabalho interessante do William Peter Blatty na direção. Acho que faltou um pouco de experiência pra que o resultado fosse mais satisfatório.
Alguns diálogos filosóficos são legais. Assim como, o plot twist.
Fora isso, não é grande coisa. Não é a toa que ficou esquecido e virou um cult.
Melhor cena é do astronauta encontrando jesus crussificado na lua
Como se O Alientista fosse refeito sob as lentes do estresse pós-traumático da Guerra do Vietnã, gravitando sobre as discussões teológicas (Deus existe? Bondade existe? Onde?) que permeiam os trabalhos mais conhecidos de William Peter Blatty. Gosto de como as coisas se dão a partir de um teatro nonsense, seguindo mais ou menos a lógica (?) com que os pacientes daquele espaço psiquiátrico convivem entre si, embora eu acho que ele não vá muito fundo em seu apelo ao horror ou mesmo de drama existencialista. Para além do original, acho essas discussões e implicações mais interessantes no subestimadíssimo O Exorcista III.