Jr.
31 years
Santa Cruz (🇧🇷 BRA)
Usuário desde Junho de 2013
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Estes são os meus filmes e séries favoritos

Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer (Twin Peaks: Fire Walk with Me) 296

Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer

Se Meu Apartamento Falasse (The Apartment) 448

Se Meu Apartamento Falasse

Os Olhos da Cidade são Meus (Angustia) 79

Os Olhos da Cidade são Meus

Prisão de Cristal (Tras el Cristal) 45

Prisão de Cristal

Chá e Simpatia (Tea and Sympathy) 17

Chá e Simpatia

Pânico (Scream) 1,6K

Pânico

O Estranho Que Nós Amamos (The Beguiled) 136

O Estranho Que Nós Amamos

Delírio de Loucura (Bigger Than Life) 37

Delírio de Loucura


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios
Extermínio: A Evolução (28 Years Later) 555

Extermínio: A Evolução

Extermínio (28 Days Later) 1,1K

Extermínio

A Casa dos Pássaros Mortos (Dead Birds) 149

A Casa dos Pássaros Mortos

O Canal (The Canal) 203

O Canal

Últimas opiniões enviadas

Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer (Twin Peaks: Fire Walk with Me) 296

Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer

  • Jr.
    1 ano atrás

    “How can a heart
    That's filled with love
    Start to cry?”

    Os versos de Questions in a World of Blue são entoados pela voz celestial de Julee Cruise, que performa na Road House, enquanto Laura Palmer entra, inebriada pela canção e pela profecia da Senhora do Tronco que ela ouviu há pouco. Ela senta em uma das mesas. Chora, inconsolável. "Os ternos arcos de inocência queimam primeiro nesse fogo", dizia a prenúncio. Laura vai morrer e já sabemos disso enquanto acompanhamos sua via-sacra, mas mais importante é a percepção dela de que irá morrer, e a escolha que ela faz a partir disso para encerrar a um ciclo. O que poderia ser um conto moral explorativo sobre a figura descortinada dessa rainha do baile torna-se um estudo de personagem mais complexos, que entrega à Laura Palmer não apenas a agência derradeira sobre uma vida marcada por abusos nesse plano, mas a libertação espiritual e a graça salvadora pela qual ela ansiava em outro. As imagens finais que Lynch concebeu aqui estão entre as mais devastadoras e ao mesmo tempo redentoras que devo ter visto num filme.

    editado
  • MaXXXine (MaXXXine) 668

    MaXXXine

  • Jr.
    1 ano atrás

    Embarquei na brincadeira de Ti West de criar uma trilogia de filmes que tomam como base referências visuais e narrativas de outros filmes de terror para pagar tributo sem deixar de criar algo novo desde X, passando por Pearl, e esperei animado por essa terceira parte, que dialoga com a estética dos giallo (e de como esse estilo foi filtrado, nos anos 80, por diretores como Brian De Palma), mas terminei com a impressão de que, dessa vez, ficou a homenagem pela homenagem, somente. O problema é que o interesse que esse Maxxxine tem em estilizar tudo não sobra para fechar a saga daquela protagonista que, embora conte com a potência de Mia Goth, não tem muito o que dizer ou fazer ali, e termina meio perdida dentro de um filme que deixa essa sensação de que não sabe bem que história queria contar.

  • Armadilha (Trap) 869

    Armadilha

  • Jr.
    1 ano atrás

    É bom ver como Shyamalan segue impondo para si mesmo diferentes desafios a cada novo filme e evitando zonas de conforto seja em estilo ou temática, como faz com essa inesperada comédia sombria em que a onda está menos em compreender o assassino por uma abordagem psicológica e muito mais em acompanhá-lo como um mastermind que está sempre um passo à frente, com a graça de ver como o filme vai resolver visualmente os truques do cara para se safar num espaço limitado e cheio de interrupções. Só que o fôlego dessa brincadeira acaba quando o filme deixa aquele espaço e precisa resolver os próprios conflitos noutro lugar; é nesse momento que as viradas vão se acumulando e se atropelando para registrar o tom meio debochado que permeia tudo (e dá o tom da cena final, inclusive), mas que, a essa altura, em que o ação precisa concluir, a sensação que fica é a de que as coisas vão se esvaziando e o terceiro ato soa como um anticlímax. A cena pós crédito é bem boa.

  • Fernando Mendes 6 anos atrás

    Olá, Jr. Adorei os Favoritos. Espero que troquemos ideias. Abraço!