Nos Batailles, é um filme sobre a paternidade, Laura (Lucie Debay), simplesmente desaparece sem explicação da vida de Olivier (Romain Duris) e seus filhos, Elliot de oito anos (Basile Grunberger) e seus filhos. irmãzinha, Rose (Lena Girard Voss).
Curtir, e muito. Me emocionei. A cena da irmãzinha fazendo o tratamento no peito do irmão é muito fofo, pena que muito rápida. E o final agradável. Nem sentir falta de não ter nenhuma explicação do sumiço da mãe, Sério, o filme foi tão gostoso de acompanhar que não fez falta saber do por quê. Amei as atuações dos garotos, principalmente do menino.
A nossa Espera - França - 2018 - visto no dia 30.08.20 Filme francês que aborda um tema comum mas importante: Vida pessoal e seus condicionamentos. Como eu vi na mostra (Cinema e Reflexão) ele tem esse poder de nos fazer refletir sobre a vida pessoal e profissional de um homem na sociedade moderna. Aqui o protagonista Olivier bem interpretado por Romain Duris, que é conhecido pelo público mais fiel do cinema francês, é um personagem comum, com seus problemas cotidianos, que é pai, trabalha muito e tem pouco tempo para dar atenção á sua família. Aquela coisa bem comum, acontece com muito intensidade no mundo todo. E aí tem uma reviravolta na trama: A esposa vai embora, some e ele tem que agora tomar conta dos filhos sozinho, mas
tem uma ajuda pontual aqui e ali, e sua carga de trabalho e preocupação aumentou
por estar sozinho com duas crianças. Entendo como um filme que mostra as dificuldades de um homem manter a vida sexual, profissional, pessoal e de como cuidar de crianças. É isso, aí através desses tópicos o filme discorre sobre essas dificuldades, fala das consequências, luta diária e o desgaste emocional. A abordagem do filme é muito boa em alguns aspectos, outras deixa a desejar: No fim, não obtivemos a resposta sobre o que ocorreu com a
esposa do protagonista, ela foi embora por que? Para onde? Ficou sem explicação. Mostrou ela um pouco e dar para entender pelo ritmo de vida que levava, ela ficou abalada emocionalmente
ou não conseguia viver a vida que estava vivendo mas parou por aí, pois daí por diante, ficou sem conclusão. Tem uma parte ou outra, alguns personagens coadjuvantes bem rasos na trama que não agregou quase nada, foi mais superficial em relação ao contexto do filme. Igual outro ponto: Marido
senti apatia, falta de empenho do cara em descobrir o que houve com ela, senti isso bem raso no filme. Me estranhei com isso, senti que ele se sentia tipo 'aliviado' com saída da companheira. Claro é só uma sensação. Mas enfim gostei da fotografia fria, acinzentada que mostrava e intensificava a ausência de uma pessoa querida na casa, dificuldade diária. Gostei muito das crianças também, atuaram muito bem. Enfim, apesar dos buracos na história, é um bom filme francês, bem atual, reflexivo, drama comum mas com momentos importantes ressaltados e tem certas falhas narrativas, mas compensa. Nota: 6,5
Um ecrã lhano, mas eminentemente humano de Senez, não se encontra soluções sentimentais ou homilias para guiar seus personagens - apenas a garantia de que mesmo um dia desagradável não é exatamente como no outro
Curtir, e muito. Me emocionei. A cena da irmãzinha fazendo o tratamento no peito do irmão é muito fofo, pena que muito rápida. E o final agradável. Nem sentir falta de não ter nenhuma explicação do sumiço da mãe, Sério, o filme foi tão gostoso de acompanhar que não fez falta saber do por quê. Amei as atuações dos garotos, principalmente do menino.
Nota 8,4. Telecine Cult 28 de set/22.
A nossa Espera - França - 2018 - visto no dia 30.08.20
Filme francês que aborda um tema comum mas importante: Vida pessoal e seus condicionamentos. Como eu vi na mostra (Cinema e Reflexão) ele tem esse poder de nos fazer refletir sobre a vida pessoal e profissional de um homem na sociedade moderna. Aqui o protagonista Olivier bem interpretado por Romain Duris, que é conhecido pelo público mais fiel do cinema francês, é um personagem comum, com seus problemas cotidianos, que é pai, trabalha muito e tem pouco tempo para dar atenção á sua família. Aquela coisa bem comum, acontece com muito intensidade no mundo todo. E aí tem uma reviravolta na trama: A esposa vai embora, some e ele tem que agora tomar conta dos filhos sozinho, mas
tem uma ajuda pontual aqui e ali, e sua carga de trabalho e preocupação aumentou
esposa do protagonista, ela foi embora por que? Para onde? Ficou sem explicação. Mostrou ela um pouco e dar para entender pelo ritmo de vida que levava, ela ficou abalada emocionalmente
parecia pouco preocupado com esposa,
Nota: 6,5
Um bom filme francês repleto de drama familiar, mas também é uma trama sufocante e que rola em ritmo vagaroso.
Um ecrã lhano, mas eminentemente humano de Senez, não se encontra soluções sentimentais ou homilias para guiar seus personagens - apenas a garantia de que mesmo um dia desagradável não é exatamente como no outro
Filmes franceses quando comedia são deprimentes, imaginem quando drama igual a este filme. Chato.