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Data de lançamento
7 Maio 1987Duração
A Praça É Nossa é um programa de televisão humorístico brasileiro transmitido pelo canal SBT.
Foi criado em 1956 por Manuel de Nóbrega, com o nome de "A Praça da Alegria". Reunia um cenário simples e ao mesmo tempo muito prático: um banco de uma praça, por onde iam passando vários personagens.
Estreou na televisão em 1957 no canal TV Paulista, sendo comandado por seu criador até o começo dos anos 70. Até então a atração já passara pela TV Record e TV Rio. Depois de um tempo fora do ar, voltou a ser exibida em 1977-78 pela Rede Globo, desta vez apresentada por Luís Carlos Miele.
Em 1987 o programa foi remontado na Rede Bandeirantes com o título "Praça Brasil", apresentado pelo filho de Manuel, Carlos Alberto de Nóbrega. Depois de quatro episódios, Carlos Alberto se transferiu para o SBT, onde montou um novo programa com o mesmo formato: "A Praça é Nossa". O humorístico estreou em 7 de maio de 1987. Permanece no ar desde então. Em 2012 o humoristico completa 25 anos no SBT.
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Uma aula para os pretensos humoristas globais/Multishow de hoje em dia formados na CAL.
Na estreia, Silvio Santos surpreendeu Carlos Alberto de Nóbrega no final do programa com uma participação especial na atração. “Eu vim aqui visitar o meu irmão. E fazer uma entrevista comigo mesmo”, disse. De forma despojada e sem seu tradicional traje dominical, o dono do SBT falou sobre suas três personalidades – o Silvio simples do dia a dia, que gostava de comer melancia e cachorro quente; o animador e o empresário. É muito difícil esquecer personagens históricos como:
Maria Teresa
("Minha boca é um 'túmbalo'!" "Quem furunfou, furunfou, quem não furunfou não furunfa mais.");
Roni Rios
("Ó querido Clementino..."
"Apolôôôôôôôôôônio... ! É você, Apolônio?"
"Meu nome é Bizantina Escatamáquia... Pinto!" / "Eu gosto das coisas muito bem explicadinhas, nos seus míííííííííííínimos detalhes.")
Ronald Golias
("Wualaaaaaaahhhh...!" / "Cadê neném? Cadê neném?" / "Ô, Cride! Fala pra mãe..." / "Professor Bartolomeu Guimarães é meu nome." /"Vá tomar no...banho")
Borges de Barros
("Caro Colega...")
Jorge Lafond
("Eeeeeeepa! Veja lá como fala, sua... Bicha não, meu amor! Eu sou uma quase (nome feminino)..."
"E aí Charles Albert, o que é que se 'assucede' no pedaço?".
Jorge Loredo
("Zé Bonitinho, o perigote das mulheres."; "Câmera close, please!")
Lilico
("Pra cá com esse negócio!"
"É bonito isso! Que é pior..."
"Num sabe brincar, num brinca!"
"Tempo bom não volta mais. Saudade de outros tempos iguais...") (cantando)
Moacyr Franco
("Chique no úrtimo!", "Choreeeeeeeeeeei largado!", "Carmô?", "Cê escreve uma carta pra mim? Põe aí: 'Luizim'...", "Bão e buniiiiiito!", "E é verdade, é sim sinhor! Quem me contou foi um pescador..." (cantando), "Viver é bão, mais dá um trabaio!",
"Eu tinha dois cachorrinho", "Cala a boca Suspiro").
Rony Cócegas ("Callllma, Cocada!"
"Chanelllllll..."
"Você allllcha?").
Simplício
("Ô, hôme!")
Tutuca
("Xiiii-iiii-ii..."
"Ah, se ela me desse bola..."
"Como é boa essa secretária!" / "Tadinha, seu Menezes!")
Zilda Cardoso
("Saravá!", dou lhe um catiripapo)
Sem falar de alguns maravilhosos que apareceram e ficaram pouco tempo, mas como o mesmo brilho dos clássicos: Costinha, Arnaud Rodrigues, Carlos Leite, Dercy Gonçalves, Nair Bello, Nany People, Neide Ribeiro, Orival Pessini, Paulo Silvino, Ronaldo Ciambroni, Viana Jr., Valéria Luercy,... INESQUECÍVEIS.
Só lembra a infância.... da década de 90 lembro de algumas boas risadas com a Velha Surda (Roni Rios) e Apolônio (Viana Junior), Filomena (Gorete Milagres), Tiririca, Fifa (Edna Velho) seduzindo Philadelpho (Roni Rios), o saco do pobre (Wilson Vaz), Deputado João Plenário (Saulo Laranjeira), o maluco (Alexandre Régis), Jeca Gay (Moacyr Franco), o ceguinho (Geraldo Magela), Lolô (Ilvio Amaral), o jornaleiro (Buiú), Pacífico (Ronald Golias), Maria Santa (Sylvia Massari) e também, por ser criança, alguma perplexidade com a irreverência de Dercy Gonçalves e Vera Verão (Jorge Lafond).
No passado tinha tanto personagem bom, que personagens como o Canarinho e o Coronel acabavam sendo os mais sem graça.
Hoje salva pouquíssimos. Tirando o Paulinho Gógó, o Ceará, o Porpetone e algumas imitações do pessoal que era do Café com Bobagem, o resto é completamente descartável. Não sei se o Pessini ainda está no elenco, ele é bom.
Muito da falta de graça se deve ao Cazalbé que parece que ficou lélé por causa da perua que ele tá casado. Dá espaço pra essa mina sem graça e vive arrumando treta com um pessoal do elenco, dando a desculpa de que precisa de sangue novo, mas o sem graça do João Plenário tá na Praça desde que eu era criança.
As vezes eu quero até assistir pra ver uns personagens que acho engraçado, mas depois de um combo de quadros sem graça, acabo desligando a TV.
Podiam ter um bloco só de quadros dos programas antigos, seria bom rever a Véia Surda, a Catifunda, o Cocada, o Golias...
Era bom, no final dos anos 80 e durante a década de 90, mas hoje me dia tá cansativo. Infelizmente, os melhores humoristas já não estão mais entre nós.