Mesmo depois de dois anos de separação, Rodrigo ainda sofre pela distância de Carla e do filho deles. Um dia, o sujeito chega pela manhã com a desculpa de querer ver o menino, mas acaba permanecendo na casa que foi sua.
Os dois primeiros terços do filme são ótimos, em sua força desejosa centrífuga, dentro de um confinamento ansiado: os sub-enquadramentos quadrados, numa moldura amplamente retangular, são ótimos (inclusive, o da masturbação). Pena que o terço final redunde numa atmosfera televisiva, aderindo aos cortes curtos e aos 'travellings' circulares. O protagonista possui uma presença assombrosa, insistente, perturbadora... Mas não vou mentir: temo ser assim, às vezes! :( - WPC>
Acho que teve um errinho de tradução da própria equipe que traduziu o título do filme. Taza em espanhol, é mais para caneca.
Os dois primeiros terços do filme são ótimos, em sua força desejosa centrífuga, dentro de um confinamento ansiado: os sub-enquadramentos quadrados, numa moldura amplamente retangular, são ótimos (inclusive, o da masturbação). Pena que o terço final redunde numa atmosfera televisiva, aderindo aos cortes curtos e aos 'travellings' circulares. O protagonista possui uma presença assombrosa, insistente, perturbadora... Mas não vou mentir: temo ser assim, às vezes! :( - WPC>