Durante uma excursão de ônibus peculiar ao Delta do Mekong, o Mdm de 50 anos, Tam esbarra em seu namorado do colégio. Ela está esperançosa por uma chance de reconciliação, mas ele pode não estar.
Meu Deus, que filme lindo! Um dos grandes méritos deste roteiro sensível é não dissipar a atmosfera de realismo mágico: ficamos o tempo inteiro questionando a natureza daquela excursão, até que, ao desfecho, tudo é assumido de maneira primorosa. Tematicamente, algo fez com que eu pensasse em DEPOIS DA VIDA, do Hirokazu Kore-Eda, mas a intenção aqui é distinta: a reconciliação surge como missão individual (e, por dedução, coletiva), não como simples rememoração espetaculosa. Muito, muito bonito: dormirei feliz após esta sessão! (WPC>)
Meu Deus, que filme lindo! Um dos grandes méritos deste roteiro sensível é não dissipar a atmosfera de realismo mágico: ficamos o tempo inteiro questionando a natureza daquela excursão, até que, ao desfecho, tudo é assumido de maneira primorosa. Tematicamente, algo fez com que eu pensasse em DEPOIS DA VIDA, do Hirokazu Kore-Eda, mas a intenção aqui é distinta: a reconciliação surge como missão individual (e, por dedução, coletiva), não como simples rememoração espetaculosa. Muito, muito bonito: dormirei feliz após esta sessão! (WPC>)