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Outros títulos
Dying to tell - Estados Unidos da América
Sinopse
Buscando respostas após o acidente que mudou sua vida no Afeganistão, em 2012, o cineasta Hernán Zin entrevista repórteres de guerra sobre os danos pessoais da profissão.
Uma carta de amor ao jornalismo em sua essência. A arte de se entregar a contar histórias e a coragem de seguir os fatos, relatando e vivendo, mesmo que no horror da guerra. Um documentário bonito, poético, inspirador e triste. Não poderia ser diferente. O ponto alto da produção é trazer relatos verídicos de quem testemunhou a guerra, além de uma vasta fonte de imagens de seus heróis durante o árduo trabalho que é contar histórias para o mundo. Alguns dos personagens são extremamente instigantes. Para uma apaixonada por filmes e documentários de guerra, esse, por mais que seja simples tecnicamente, mostrou uma riqueza de relatos e imagens que me fizeram perceber o quão preciosos são aqueles que arriscam suas vidas para mostrar para o mundo a realidade de um lugar, país ou circunstâncias.
Forte e necessário em tempos de desvalorização do jornalismo. Uma homenagem aos jornalistas de guerra e um lembrete do sacrifício que é feito em nome da informação. Excelente!
Uma carta de amor ao jornalismo em sua essência. A arte de se entregar a contar histórias e a coragem de seguir os fatos, relatando e vivendo, mesmo que no horror da guerra. Um documentário bonito, poético, inspirador e triste. Não poderia ser diferente. O ponto alto da produção é trazer relatos verídicos de quem testemunhou a guerra, além de uma vasta fonte de imagens de seus heróis durante o árduo trabalho que é contar histórias para o mundo. Alguns dos personagens são extremamente instigantes.
Para uma apaixonada por filmes e documentários de guerra, esse, por mais que seja simples tecnicamente, mostrou uma riqueza de relatos e imagens que me fizeram perceber o quão preciosos são aqueles que arriscam suas vidas para mostrar para o mundo a realidade de um lugar, país ou circunstâncias.
Documentário sem disfarces, traz um jornalismo autêntico. Triste, mas esclarecedor.
"Isso sempre me surpreendeu em relação às guerras: os adultos as decretam, mas quem luta são os jovens".
"Eu tive sorte na vida, porque as pessoas que me amam o fazem da maneira mais carinhosa e radical possível: me dando liberdade".
Forte e necessário em tempos de desvalorização do jornalismo. Uma homenagem aos jornalistas de guerra e um lembrete do sacrifício que é feito em nome da informação. Excelente!