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Outros títulos
Erik the Conqueror - Estados Unidos da América
Sinopse
No Século IX, duas crianças vikings separadas desde a infância, com um criado pelos ingleses e o outro por vikings, se encontram depois de quase 20 anos como rivais quando rompe a guerra entre os nórdicos e os ingleses.
Esse filme foi aprimorado pela fotografia filtrada e pela técnica de câmera fluida de Mario Bava, e sua direção eclética sem esforço.
"A Vingança dos Vikings", é um memorável épico de aventura ítalo-francês de 1961, dirigido com eficiência por Bava e estrelado por George Ardisson e Cameron Mitchell como irmãos vikings há muito perdidos no século IX, um dos quais é criado na Inglaterra, o outro na Escandinávia. Eles finalmente se encontram depois de quase 20 anos, como rivais em lados opostos de uma guerra anglo-viking. É um remake do filme épico norte-americano The Vikings, de 1958, estrelado por Kirk Douglas.
Na TV aberta, esse épico de 1961 teve suas exibições nos idos de 1979, nas extintas sessões Sempre aos Domingos e Poltrona R (TV Record) com o título alternativo "Erik, O Conquistador", e repentina reexibição na extinta atração vespertina Duas Sessões (SBT), no final da década de 80, com o título anterior "A Vingança dos Vikings".
Pelo fascinante colorido e figurinização, esse movimentado clássico de ação merece status de cult-movie e o selo de um dos melhores filmes com o tema "Vikings" feitos na Itália e já levado às telas.
Filme Épico? não, não é! Perdi o sono a noite pensando o que é pior nesse filme..?
Produção Organizações Tabajara: direção fraca e irresponsável, cenários mais limpo e organizado que minha casa, atores e batalhas artificiais como miojo água amarela, iluminação colorida de balada adolescente que termina as 22h. Também tem os diálogos, que são uma mistura (inovadora) de novela mexicana com pornô italiano.
Pontuação (alta) de DUAS ESTRELAS vai para as gêmeas.
Bom filme de aventura viking dirigido pelo grande Mario Bava. A história é bem simples, mas prende a atenção do início ao fim. Um filme que merece ser descoberto.
Os dois irmãos são separados e se juntam novamente pelo amor das gêmeas Kessler. É um filme sem nada surpreendente, nem mesmo pra época, a não ser pelo fato de só ter mulher bonita no elenco, isso é uma virtude que deve ser destacada.
Disponível e legendado no Youtube.
Esse filme foi aprimorado pela fotografia filtrada e pela técnica de câmera fluida de Mario Bava, e sua direção eclética sem esforço.
"A Vingança dos Vikings", é um memorável épico de aventura ítalo-francês de 1961, dirigido com eficiência por Bava e estrelado por George Ardisson e Cameron Mitchell como irmãos vikings há muito perdidos no século IX, um dos quais é criado na Inglaterra, o outro na Escandinávia. Eles finalmente se encontram depois de quase 20 anos, como rivais em lados opostos de uma guerra anglo-viking. É um remake do filme épico norte-americano The Vikings, de 1958, estrelado por Kirk Douglas.
Na TV aberta, esse épico de 1961 teve suas exibições nos idos de 1979, nas extintas sessões Sempre aos Domingos e Poltrona R (TV Record) com o título alternativo "Erik, O Conquistador", e repentina reexibição na extinta atração vespertina Duas Sessões (SBT), no final da década de 80, com o título anterior "A Vingança dos Vikings".
Pelo fascinante colorido e figurinização, esse movimentado clássico de ação merece status de cult-movie e o selo de um dos melhores filmes com o tema "Vikings" feitos na Itália e já levado às telas.
Filme Épico? não, não é!
Perdi o sono a noite pensando o que é pior nesse filme..?
Produção Organizações Tabajara: direção fraca e irresponsável, cenários mais limpo e organizado que minha casa, atores e batalhas artificiais como miojo água amarela, iluminação colorida de balada adolescente que termina as 22h. Também tem os diálogos, que são uma mistura (inovadora) de novela mexicana com pornô italiano.
Pontuação (alta) de DUAS ESTRELAS vai para as gêmeas.
Bom filme de aventura viking dirigido pelo grande Mario Bava. A história é bem simples, mas prende a atenção do início ao fim. Um filme que merece ser descoberto.
legal, mas é bizarro o Cameron Mitchell com mais de 40 anos fazendo um rapaz de 20 e pouco rrsrs .
Os dois irmãos são separados e se juntam novamente pelo amor das gêmeas Kessler. É um filme sem nada surpreendente, nem mesmo pra época, a não ser pelo fato de só ter mulher bonita no elenco, isso é uma virtude que deve ser destacada.