Abre Alas

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Abre Alas (2025)
Abre Alas
Média do filme: 2.8 de 5 — baseado em 3 votos
MÉDIAFILMOW
2.8
3 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Ursula Rösele
Data de lançamento 11 Dez. 2025 Outras datas
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 109 min (1h49)
Classificação indicativa de Abre Alas: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

11 Dez. 2025

Duração

109 minutos Classificação indicativa de Abre Alas: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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Sinopse

Um encontro com sete mulheres entre 53 e 85 anos acerca do que calaram na vida. O filme se passa em um único cenário, no qual, além de conversas sobre suas histórias, elas vivenciam performances criadas a partir de seus depoimentos.

Gênero:
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Elenco

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Tigre de Papel | Trailer Legendado

Tigre de Papel

Comentários 0
amigos querem ver
felipebosobrida
Felipe
9 meses atrás

Documentário brasileiro da Sanar Produções, distribuído pela Embaúba Filmes, sobre sete mulheres entre 50 e 85 anos que contam histórias relacionadas a suas trajetórias. Walkiria, Dora, Silvana, Sheila, Regina, Lorena e Heloísa falam abertamente do passado, das escolhas que a tornaram quem são, das dificuldades, violências e preconceitos sofridos dentro e fora da família. São mulheres cis e trans de condições sociais diferentes, muitas deles invisibilizadas, e agora dispostas a enfrentar com coragem esses fantasmas que a atormentaram – contando para a câmera sobre essas passagens de suas vidas. A cineasta Ursula Rösele estreia num filme feminino, experimental e super autoral, com forte inspiração no cinema documental de Eduardo Coutinho – utilizando cenários comuns e minimalistas, e narrações longas sem cortes ou montagem, em que a voz do personagem é o filme em si, sem interferências do diretor ou entrevistador. O enquadramento do filme se transforma num espaço fechado, como uma sala de terapia, num lugar de escuta e reflexões, e o público é convidado a confidenciar aquelas histórias dramáticas sem críticas ou julgamentos. Uma a uma, as sete mulheres falam e ressignificam suas dores como uma espécie de cura de um passado marcado por silenciamento e traumas, passando pela solidão, o abandono do marido, a homofobia/transfobia, abusos na infância, luto e doença terminal. Gostei muito do filme e recomendo – está nos cinemas. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom

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