Bethânia é herdeira de um engenho em estado de “fogo morto”, prestes a se transformar em ruínas. No entanto, ela resiste em vendê-lo, ao mesmo tempo em que procura reerguer a própria vida.
- deixando o realismo fantástico, que eu adorei bastante, de lado, é um retrato fiel de como ainda pensam várias pessoas no brasil - o racismo intrínseco que ainda permanece, a ilusão de que são diferentes e que pertencem a casa grande
Uma fotografia bacana, mas só , achei o filme um marasmo, muito cheio de querer ser, mas não vai a lugar algum, com isso entrega uma trama confusa e que não desperta nada no espectador. Uma pena
- deixando o realismo fantástico, que eu adorei bastante, de lado, é um retrato fiel de como ainda pensam várias pessoas no brasil
- o racismo intrínseco que ainda permanece, a ilusão de que são diferentes e que pertencem a casa grande
Uma fotografia bacana, mas só , achei o filme um marasmo, muito cheio de querer ser, mas não vai a lugar algum, com isso entrega uma trama confusa e que não desperta nada no espectador. Uma pena
Mesmo cheio de fantasmas o colonialismo insiste, persiste…
uma obra de arte.
Boa fotografia e locações, já a trama é um pouco subjetiva, mas eu gostei. Maeve Jinkings é muito boa em cena, e sempre em uns papéis densos.