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Brookfield School, 1924. Arthur "Chips" Chipping (Peter O'Toole) é o dedicado e severo professor de latim de uma tradicional escola inglesa. Eles se casa com uma jovem atriz de musicais, Katherine Bridges (Petula Clark), que deixa o palco para ser apenas sua esposa e acaba conquistando os alunos com sua alegria e espontaneidade. Ela também transforma o marido, que vai deixando de ser tão intrasigente e passa a ser admirado por seus alunos.
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Grandioso em todos os sentidos.Os lugares percorridos são de encher os olhos e as sequências musicais lembram os grandes clássicos do gênero.
Um filme gostoso de assistir tendo Petula Clark num papel cativante e O´Toole como sempre dando show.
O filme tem alguns problemas, sendo o principal deles terem feito uma versão musical para um filme, mas isso soar desnecessário. As músicas são fracas, os números musicais quase não existem, ou seja, seria muito melhor apenas refilmarem o original. Agora, por algum motivo o filme me conquistou muito. O Mr. Chips de Peter O'Toole é maravilhoso (e ainda fiquei com crush) e Petula Clark esbanja carisma. Ah, e mesmo tendo 2h30 de duração, é um filme que passa rapidinha e gostoso de se acompanhar.
Bem diferente do original, com dois grandes atores dando vida a Mr. Chips. Na primeira versão, com Robert Donat, o personagem era bem mais gente boa.
Drama musical indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor ator, Peter O'Toole (1932-2013), e melhor trilha sonora; no Globo de Ouro, mais 3 nomeações: melhor atriz coadjuvante, Sian Phillips, e melhor trilha sonora original, vencendo o de melhor ator de comédia ou musical, Peter O'Toole. Este filme é uma refilmagem do clássico britânico Adeus, Mr. Chips (39), que era um drama romântico, diferente deste, que foi transformado num musical. Depois, foi realizada uma minissérie, Goodbye, Mr. Chips (84) e um filme para TV, Goodbye, Mr. Chips (02). Por mais que este filme, em particular, tenha sido produzido pela MGM, especializada nos maiores clássicos musicais de todos os tempos, ficou claro que este gênero já estava perdendo o brilho e se desgastando demais com o tempo. Este filme tem uma fotografia belíssima em cores, cenários e figurinos deslumbrantes, porém, é muito longo, entediante e cansativo. As músicas são chatas (como quase sempre) e pouco memoráveis. O filme custa a passar, parece interminável e chato demais, apesar da boa atuação de Peter O'Toole.