Mais uma vez, um curta-metragem que parece apenas expandir as sobras de LÍNGUAS DESATADAS. Mas o faz de maneira tão inteligente, erótica e sensível que não há como não nos encantarmos: amei o relato inicial do jovem evangélico que empolga-se ao perceber que o sexo anal não dói tanto, bem como o embate entre os protestantes anti-homofóbicos e um mulato que impreca acerca da condição demeritória dos mesmos, no sentido de que, para ele, o homossexualismo ratifica a escravidão. Marlon Riggs escolhe a poesia e a musicalidade. Emocionei-me afirmativamente! (WPC>)
Mais uma vez, um curta-metragem que parece apenas expandir as sobras de LÍNGUAS DESATADAS. Mas o faz de maneira tão inteligente, erótica e sensível que não há como não nos encantarmos: amei o relato inicial do jovem evangélico que empolga-se ao perceber que o sexo anal não dói tanto, bem como o embate entre os protestantes anti-homofóbicos e um mulato que impreca acerca da condição demeritória dos mesmos, no sentido de que, para ele, o homossexualismo ratifica a escravidão. Marlon Riggs escolhe a poesia e a musicalidade. Emocionei-me afirmativamente! (WPC>)