Para vocês não sei. Para mim, deve ter sido o primeiro filme com personagem gay da história do cinema mundial. Já naquela época (1912), tentaram mostrar que o homossexualismo tem cura. SQN.
Aiai heteroworld, que difícil é essa vida da masculinidade tóxica né? EU JURO que impossível ver esse curta e não brisar forte - são porras de 10 minutos e o romance na minha cabeça bateu tão dinâmico na reversão de papéis entre Big Jim & Algie que tipo tô até agora sorrindo que nem besta na fanfic... Desde as arma (falo), Big Jim sendo apresentado de costas com a arma do Algie disparando em direção pertinente, o trauma com a bebida, dama em perigo ao reverso, Algie ajudando a lidar com o alcoolismo, as cartas deslizando da mão do Big Jim quando o Algie começa a contar sobre a história do casamento - não teve no texto escrito, mas claramente ele mudou o ânimo pq Algie explicou que é obviamente Lavander marriage, eles chegando na casa e rachando o bico no final, OLHA tô quase escrevendo o que rolou nesse um ano aí entre eles.
E sim, tem a coisa de tirar sarro com o fato do Algie ser afeminado (por ser da cidade?), e ele vai literalmente garimpar (puxa outra metáfora pra sexo) pra "se tornar homem", mas o legal é que o cara que fica como responsável em "ensinar" ele a "ser homem" apesar de aparentemente auge da masculinidade logo se mostra frágil em vários sentidos e pra lidar com repressão enche o toba (de alcool), e tipo a forma como Algie assume o papel de protetor dessa fragilidade dele, da mesma maneira que Big Jim apesar de aparentemente chucro acolheu Algie inicialmente, mostra uma troca e não imposição. Por exemplo: Ao invés de sei lá terem botado simplesmente Big Jim ensinando ele a beber também, ou dar porrada gratuita, ou até (e principalmente) dar em cima de várias mina, eles criam uma relação de respeito e companheirismo e isso é que é maravilhoso.
Algie pra defender inclusive pega da cintura a arma do Jim, ficando ele com duas armas ali naquela cena, evidente que ele não rouba a masculinidade do companheiro, mas valorizando o aspecto humano deste, suas fraquezas, é que ele recebe esse teorico status de "homem"... E no final a sensação não é que Algie foi obrigado a se portar de forma masculina, mas que com seu relacionamento com o Jim ele ligou 100% no foda-se pra o que a sociedade pensa, por isso eles disparando as armas e rindo pra porra no final é gostoso - o Jim não precisava estar lá, saca? Se a história realmente fosse cishet, ele simplesmente daria tchau e iria buscar a "prometida" dando um beijo e finite, MAS NÃO - ELES CHEGAM BOTANDO PRA FODER SOCIEDADE JUNTOS E OS CUSÃO QUE ACHINCALHARAM O ALGIE FICAM TREMENDO NA BASE PELO PODER DO AMOR PISTOLEIRO GAY E NESSAS AJUDAM A LIBERTAR A FILHA SAPATÃO DO PAI HOMOFÓBICO, E ESSE É O FILME BYE
Descobri este curta-metragem por acaso, graças ao texto de um amigo em Facebook, e fiquei encantado com esta visão precoce da afetação homossexual. O protagonista é ótimo e passa por uma transformação motivacional, com vistas a um casamento que, ao final, converte-se num "trisal" (risos). A seqüência dos beijos que engendram ameaças balísticas é excelente, identifiquei-me totalmente (risos). Quem dera eu tivesse visto este filme em minha adolescência: ajudar-me-ia bastante a enfrentar algumas situações inconvenientes (risos). Ótimo mesmo! A Alice Guy-Blaché é uma deusa! (WPC>)
Assistido 04/01/2024! Amei!!!!
O que mais me pega é que a crítica consegue ser tão atual. Impressionante não ter sido mais estereotipado para os padrões da época
Para vocês não sei. Para mim, deve ter sido o primeiro filme com personagem gay da história do cinema mundial. Já naquela época (1912), tentaram mostrar que o homossexualismo tem cura. SQN.
Aiai heteroworld, que difícil é essa vida da masculinidade tóxica né? EU JURO que impossível ver esse curta e não brisar forte - são porras de 10 minutos e o romance na minha cabeça bateu tão dinâmico na reversão de papéis entre Big Jim & Algie que tipo tô até agora sorrindo que nem besta na fanfic... Desde as arma (falo), Big Jim sendo apresentado de costas com a arma do Algie disparando em direção pertinente, o trauma com a bebida, dama em perigo ao reverso, Algie ajudando a lidar com o alcoolismo, as cartas deslizando da mão do Big Jim quando o Algie começa a contar sobre a história do casamento - não teve no texto escrito, mas claramente ele mudou o ânimo pq Algie explicou que é obviamente Lavander marriage, eles chegando na casa e rachando o bico no final, OLHA tô quase escrevendo o que rolou nesse um ano aí entre eles.
E sim, tem a coisa de tirar sarro com o fato do Algie ser afeminado (por ser da cidade?), e ele vai literalmente garimpar (puxa outra metáfora pra sexo) pra "se tornar homem", mas o legal é que o cara que fica como responsável em "ensinar" ele a "ser homem" apesar de aparentemente auge da masculinidade logo se mostra frágil em vários sentidos e pra lidar com repressão enche o toba (de alcool), e tipo a forma como Algie assume o papel de protetor dessa fragilidade dele, da mesma maneira que Big Jim apesar de aparentemente chucro acolheu Algie inicialmente, mostra uma troca e não imposição.
Por exemplo: Ao invés de sei lá terem botado simplesmente Big Jim ensinando ele a beber também, ou dar porrada gratuita, ou até (e principalmente) dar em cima de várias mina, eles criam uma relação de respeito e companheirismo e isso é que é maravilhoso.
Algie pra defender inclusive pega da cintura a arma do Jim, ficando ele com duas armas ali naquela cena, evidente que ele não rouba a masculinidade do companheiro, mas valorizando o aspecto humano deste, suas fraquezas, é que ele recebe esse teorico status de "homem"...
E no final a sensação não é que Algie foi obrigado a se portar de forma masculina, mas que com seu relacionamento com o Jim ele ligou 100% no foda-se pra o que a sociedade pensa, por isso eles disparando as armas e rindo pra porra no final é gostoso - o Jim não precisava estar lá, saca? Se a história realmente fosse cishet, ele simplesmente daria tchau e iria buscar a "prometida" dando um beijo e finite, MAS NÃO - ELES CHEGAM BOTANDO PRA FODER SOCIEDADE JUNTOS E OS CUSÃO QUE ACHINCALHARAM O ALGIE FICAM TREMENDO NA BASE PELO PODER DO AMOR PISTOLEIRO GAY E NESSAS AJUDAM A LIBERTAR A FILHA SAPATÃO DO PAI HOMOFÓBICO, E ESSE É O FILME BYE
Descobri este curta-metragem por acaso, graças ao texto de um amigo em Facebook, e fiquei encantado com esta visão precoce da afetação homossexual. O protagonista é ótimo e passa por uma transformação motivacional, com vistas a um casamento que, ao final, converte-se num "trisal" (risos). A seqüência dos beijos que engendram ameaças balísticas é excelente, identifiquei-me totalmente (risos). Quem dera eu tivesse visto este filme em minha adolescência: ajudar-me-ia bastante a enfrentar algumas situações inconvenientes (risos). Ótimo mesmo! A Alice Guy-Blaché é uma deusa! (WPC>)