María, uma soldado de guerrilha de 13 anos, acompanha o nascimento secreto do bebê do comandante enquanto decide o que vai fazer com o bebê que carrega no ventre. Através de seus olhos, vemos a paisagem desolada do conflito armado na Colômbia.
A maternidade e sua idealização. Um tema já abordado em outro famoso filme colombiano "Maria cheia de graça". Porém, dessa vez, o enredo se passa dentro de uma guerrilha. Tive a oportunidade de ver "Alias Maria", pelo idioma original, espanhol, não entendi tanta coisa, pois me parece que as personagens vinham de uma determinada região que impossibilitou um entendimento maior dos diálogos. Por coincidência, a personagem tem o mesmo nome da personagem principal do outro filme mencionado, mas este filme que descrevo é bem mais dramático. A proposta de o filme ter sido indicado pra representar o país no Oscar 2017 foi interessante, levando em conta que o país vive um processo de paz com as FARC. Entretanto, o filme é de 2015, foi lançado aqui junto o impecável "O abraço da serpente" e o encantador "A terra e a sombra", passou até meio despercebido pela ofuscação destes dois filmes incríveis. Acredito que a Colômbia tenha produzido algo mais impactante em 2016, já que o país é bem competente no quesito cinema. Mas preferiu se prender ao momento histórico atual do país e destacar um filme com um tema clichê. É lógico que ficou de fora do Oscar, e pelo jeito passou despercebido por muitos. Lamentável, mas o filme tem seus méritos.
A maternidade e sua idealização. Um tema já abordado em outro famoso filme colombiano "Maria cheia de graça". Porém, dessa vez, o enredo se passa dentro de uma guerrilha. Tive a oportunidade de ver "Alias Maria", pelo idioma original, espanhol, não entendi tanta coisa, pois me parece que as personagens vinham de uma determinada região que impossibilitou um entendimento maior dos diálogos. Por coincidência, a personagem tem o mesmo nome da personagem principal do outro filme mencionado, mas este filme que descrevo é bem mais dramático. A proposta de o filme ter sido indicado pra representar o país no Oscar 2017 foi interessante, levando em conta que o país vive um processo de paz com as FARC. Entretanto, o filme é de 2015, foi lançado aqui junto o impecável "O abraço da serpente" e o encantador "A terra e a sombra", passou até meio despercebido pela ofuscação destes dois filmes incríveis. Acredito que a Colômbia tenha produzido algo mais impactante em 2016, já que o país é bem competente no quesito cinema. Mas preferiu se prender ao momento histórico atual do país e destacar um filme com um tema clichê. É lógico que ficou de fora do Oscar, e pelo jeito passou despercebido por muitos. Lamentável, mas o filme tem seus méritos.