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Data de lançamento
20 Out. 1945Duração
Mildred Pierce (Joan Crawford) é uma mãe dedicada, disposta a fazer tudo pela filha, a ambiciosa e ingrata Veda. Quando Mildred se torna a principal suspeita do assassinato do marido, conhecemos a sua história e descobrimos até onde pode chegar o seu amor de mãe.
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a melhor parte do filme é a relação mãe e filha , o final é ótimo
Um bom filme, bem envolvente, só estranhei a apatia de personagens, não só da Veda, mas da própria Mildred, diante de acontecimentos marcantes como separações e mortes, como já disseram ai anteriormente. Isso também se nota nas filhas na ocasião do divórcio dos pais e até mesmo
no falecimento da pequena, onde após toda aquela choradeira, todo mundo segue em frente em pouco tempo como se ela nunca tivesse existido, é muito estranho. A mãe uma bundona, mas dá pra entender um pouco o lado dela de querer mimar muito sua filha, depois do trauma de ter perdido a caçula, talvez tudo que ela não podia mais dar para a caçula ela tentava suprir em cima de Veda (ela já fazia isso quando eram pobres, mas depois da morte de Kay parece que tudo se intensifica).
E nossa, que ódio daquela dublagem da empregada Lottie, porque tiveram que colocar uma voz tão avacalhada e infantil? Irritante ao extremo de se ouvir, mas depois fui caçar o áudio original e o timbre da personagem era daquele jeito mesmo kkkkkkkk
Fantástica direção de Curtiz, mas merecia um roteiro mais enxuto e o plot twist é quase previsível; mesmo assim uma aterrorizante história de uma mulher batalhadora, cercada de péssimos homens e de uma filha mimada e ingrata.
a morte da pequena Kay serve com uma pequena analogia de um inocente morrendo pelos pecados alheios, mas no caso aqui, não os redime, só os reafirmam
Uma verdadeira jóia do cinema noir que mistura drama familiar e suspense policial, conduzido pela força da atuação de Joan Crawford. Curioso pensar que Michael Curtiz não tinha em mente trabalhar com ela neste projeto. Apesar de alguns clichês do gênero, o filme se mantém atual pela forma como aborda o amor obsessivo, a ambição e a ingratidão.
Gostei mais da novela Vale Tudo (88), mas isso não quer dizer que o filme não seja bom (só não é muito envolvente mesmo rs