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Outros títulos
Graveyard of Honor - Estados Unidos da América
Le Cimetière de la morale - França
Jingi no hakaba - Japão
Sinopse
No Japão dos anos 50, pós-guerra, um novo tipo de criminoso começa a surgir. Numa hora de união nacional em torno da reconstrução do país, os Yakusas espalhavam a violência e destruição criando assim, os primeiros gângsters da história japonesa.
Policial japonês mostrando a trajetória de um Yakuza completamente louco e descontrolado, comprando briga com colegas, chefes e a polícia de forma indiscriminada. A história é somente regular, o elenco mediano, a produção é bem nível-B, a fotografia é péssima (ângulos ruins de câmera, iluminação estranha) e a edição entre fragmentada e histérica. Apenas razoável.
Fukasaku adota uma câmera nervosa e instável em uma montagem tanto ágil como caótica, com cortes abruptos contrabalanceados por pontuais momentos de sensibilidade em uma obra que importa muito da estética de documentário. A atuação minimalista e quase animalesca de Tesuya Watari como o personagem principal, Rikio Ishikawa, uma força autodestrutiva baseada em um personagem histórico da máfia japonesa do pós-guerra, além da fotografia que varia entre o preto e branco, o sépia ou um colorido opaco e escurecido, marca o filme como daqueles onde a forma é a expressão mais imediata da mensagem.
Cara... sem palavras... Que FILMAÇO! Já faz um tempo em que eu assisti ao remake do Takashi Miike, mas sem comparações, este aqui é MUITO superior em tudo! O protagonista desse filme está na lista dos personagens mais loucos do cinema. É surpreendente a capacidade do sujeito em fazer merda. O filme é dinâmico, violênto, e segue até o final sem perder o ritmo. Me surpreende muito a forma versátil em que ele foi filmado. Sem dúvidas um dos melhores filmes de máfia que eu já assisti.
Policial japonês mostrando a trajetória de um Yakuza completamente louco e descontrolado, comprando briga com colegas, chefes e a polícia de forma indiscriminada. A história é somente regular, o elenco mediano, a produção é bem nível-B, a fotografia é péssima (ângulos ruins de câmera, iluminação estranha) e a edição entre fragmentada e histérica. Apenas razoável.
Fukasaku adota uma câmera nervosa e instável em uma montagem tanto ágil como caótica, com cortes abruptos contrabalanceados por pontuais momentos de sensibilidade em uma obra que importa muito da estética de documentário. A atuação minimalista e quase animalesca de Tesuya Watari como o personagem principal, Rikio Ishikawa, uma força autodestrutiva baseada em um personagem histórico da máfia japonesa do pós-guerra, além da fotografia que varia entre o preto e branco, o sépia ou um colorido opaco e escurecido, marca o filme como daqueles onde a forma é a expressão mais imediata da mensagem.
Uma dúvida me instigou no final, talvez por falta de atenção minha. Por que Ishikawa encomendou uma lápide para três, sendo que ele só tinha a Chieko?
Cara... sem palavras... Que FILMAÇO!
Já faz um tempo em que eu assisti ao remake do Takashi Miike, mas sem comparações, este aqui é MUITO superior em tudo!
O protagonista desse filme está na lista dos personagens mais loucos do cinema. É surpreendente a capacidade do sujeito em fazer merda.
O filme é dinâmico, violênto, e segue até o final sem perder o ritmo.
Me surpreende muito a forma versátil em que ele foi filmado.
Sem dúvidas um dos melhores filmes de máfia que eu já assisti.
A sequencia violenta e poética do cemitério justificam esse clássico do cinema japonês.
Ótimo filme de temática Yakuza do Fukasaku que tive o prazer de traduzir.