Quando um aneurisma deixa sua esposa morrendo lentamente, um homem desesperado se volta para um programa experimental que colocará a mente dela em um corpo artificial. Mas o resultado final será realmente a mulher que ele ama, ou algo totalmente diferente?
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Como de praxe nestas produções menos conhecidas de ficção científica de baixo orçamento e visual televisivo, o grande problema é a envergadura netflixiana da trama (não faltará quem diga que se trata de um episódio estendido de 'Black Mirror', por exemplo), além das interpretações, montagem e diálogos com a marca do Hallmark Channel. A despeito disso, há boas idéias e intenções e, paradoxalmente, as cenas que mostram telejornais e/ou programas de entrevistas são boas. Até compreendi o dilema marital, mas o filme não permite muito envolvimento dramático, visto que o desenvolvimento do enredo é forçosamente impessoal. Resolve-se bem, nas beiradas dos dilemas éticos que propõe (as argumentações entre personagens são interessantes), e a canção-tema é fofinha (lembrando algo da Avril Lavigne). Tenta. Faltou sinceridade, mas tenta. Quase acerta. Se não fossem aqueles 'flashbacks' insossos, aff! (WPC>)
Trama manjada, atores fracos e filme ruim.
2.0 é a nota também
Assistível!
Um roteiro meio batido, clichê e de baixo orçamento. Mas é bem dirigido com boas atuações e uma boa reviravolta no finalzinho.