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Kurt Gerstein (Ulrich Tukur) é um oficial do Terceiro Reich que trabalhou na elaboração do Zyklon B, gás mortífero originalmente desenvolvido para a matança de animais mas usado para exterminar milhares de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Gerstein se revolta com o que testemunha e tenta informar os aliados sobre as atrocidades nos campos de concentração. Católico, busca chamar a atenção do Vaticano, mas suas denúncias são ignoradas pelo alto clero. Apenas um jovem jesuíta lhe dá ouvidos e o ajuda a organizar uma campanha para que o Papa (Marcel Iures) quebre o silêncio e se manifeste contra as violências ocorridas em nome de uma suposta supremacia racial.
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A Igreja Católica esconde nazistas, pedófilos e o que mais? Aliens?
E o Papa falou: A igreja é isenta. A igreja protege os seus fiéis. A igreja sofre com os soldados no front. Eu nunca acreditei nessa historinha.
Tem uma carniça, um motivo, uma razão muito mais podre que moveu todo holocausto. A ideologia da supremacia ariana, a ideologia da nacional-socialista era algo abominável. Era algo gigantesco. Politica, ciência, medicina, arquitetura, literatura, jornalismo, educação. Era um sistema. Um mecanismo. Uma maquina. Tanto poder, tanta força e tantas ideias. Dos pilares que governam o mundo eu senti a falta de um. A Religião. Sim, a Igreja Católica, a Religião de Constantino. A Igreja Católica do Vaticano lavou as mãos pro holocausto. E lavou as mãos em nome de Jesus.
"Amém" é obrigatório. É um filme que mostra o desespero de algumas pessoas tentando divulgar e impedir a todo custo o extermínio dos judeus nos campos de concentração. O filme é baseado na peça teatral O Vigário, de Rolf Hochhuth, e conta a história de Kurt Gerstein (Ulrich Tukur), um oficial nazista que tenta denunciar as atrocidades cometidas nos campos de concentração, e Riccardo Fontana (Mathieu Kassovitz), um padre jesuíta que se alia a ele para pressionar o Papa Pio XII a se manifestar contra o genocídio judeu. O filme mostra como a Igreja Católica ignorou ou se omitiu diante das evidências do massacre, por razões políticas ou econômicas.
A trama é terrível, Costa-Gavras mostra o horror que Rolf teve ao ver que o gás que ele trabalhava para matar animais estava sendo usado para exterminar seres humanos. E de forma industrial! Ver a revolta de uns e a conivência e outros, mostra a ideologia da nacional-socialismo na verve de muita gente. E mesmo entre o povo alemão que odiava os judeus, a descrença disso era total! Ninguém acreditava em algo assim. Trabalhar em campos de trabalho sim, uhhhh... Pode. Mas matar igual gado não! (!)
E no desespero, no fim de tudo, você vai procurar ajuda de quem? Do governo, exercito, policia, mídia, artista? Não. Quase todos eles fazem parte do sistema. Falou morreu.
Só Deus então! Mas quem representa Deus no mundo? A Igreja Católica! O Vaticano.
O Papa. E o que o Papa Papa Pio XII fez? O que ele falou?
FOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOODA-SE...
Eu não tem nada mais pra falar.
Filme foda! Bárbaro! Obrigatório.
mais um filmaço do Costa gavras
Um filme muito forte.
Um desconto por ser um filme de Costa-Gravas.Apesar do tema super interessante e que sempre rende bons filmes,esse caminhou com preguiça.A narrativa consegue segurar as pontas até o fim e não deixou o filme passar despercebido.
>Assistido em 23 de Março de 2022