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Um americano é encontrado nu e sem memória em uma vaga de estacionamento em Montreal, 1998. Ele diz que seu nome é James Brighton, mas a única coisa que ele tem certeza é de que é gay. O que aconteceu com esse jovem americano em busca de liberdade? Isto é o que Sylvie, uma estudante de direito, tenta descobrir. A história é uma versão do incidente registrado em 1998, quando um jovem nu foi encontrado no deserto de Montreal e no hospital lembrava-se do nome e do fato de ser gay. A beleza do filme não está tanto em sua história, mas na maneira como o desmemoriado luta para encontrar sua identidade, sua família e o senso de pertencer.
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13.09.2009
Ao revê-lo mais de 10 anos depois, percebo que assisti-lo é uma experiência válida não exatamente por seu roteiro, atuações ou a produção em si mesma, mas por aquilo que ele pode despertar enquanto reflexão ou emoção. Ele é todo sobre memórias, daí que se coloca a possibilidade de que há aquelas que possam estar ou não associadas ao afeto correspondente ao que foi vivido. E nisso as pessoas se perdem. O filme então retrata essa possibilidade de se achar e se perder, mas sobretudo de não se desinteressar de descobrir a pessoa que se é. Neste contexto, aborda temas relevantes como a intolerância à homossexualidade expressa pela violência social bem como religiosa. A personagem sem memória era produto de um meio hostil e seu percurso era de autoconhecimento, tarefa que à cada um cabe a seu modo.
Essa nota alta...
fraco, não me chamou a atenção. parei 30min antes
Achei interessante.. viajei nessa de perder todas as referencias e começar do zero..viajei na mistura que ele fez com a pessoa que amava.. a ponto de achar que era ela ..enfim.. gostei do filme!