8.5 - Um telefilme de qualidade, que foi o 1º de uma série de produções cinematográficas, de uma televisão portuguesa independente, na altura também ela recém formada (a SIC), que apesar da "juventude", teve um assinalável êxito de audiências. Para tal terá contribuído, além da história simples e bem desenvolvida, da inclusão de actores/actrizes já com "nome feito" da nossa praça (António Capelo, José Wallenstein, Noémia Costa, Maria Emília Correia, Almeno Gonçalves), do "toque" (já conhecedor do "métier") do realizador e produtor António da Cunha Telles, da realização eficiente e segura de Cristina Boavida e Ricardo Espírito Santo, e do desempenho dos actores/actrizes principais, desde (o "ainda imberbe") Diogo Morgado (como Miguel - um rapaz de 15 anos), passando por Marcantonio Del Carlo (Mário), Maria João Abreu (Paula - a mãe de Miguel) e uma sensualíssima e cativante Ana Padrão (como Teresa, uma médica de 35 anos, que volta da capital para a sua "terrinha" de nascimento). Como motivos de interesse adicionais na película, encontramos a "relativa química" entre os dois protagonistas principais, uma ou outra cena mais ousada (ao que o público português, da altura, não estava habituado), à polémica dicotomia retratada de amor/paixão/pedofilia, à questão da diferença grande de idades no amor, mas também, à "pequenez" das mentalidades existentes (ainda nos dias de hoje) nas pequenas comunidades do nosso país. Além disso, de destacar, a banda sonora sabiamente constituída com música dos GNR, de Rui Reininho.
8.5 - Um telefilme de qualidade, que foi o 1º de uma série de produções cinematográficas, de uma televisão portuguesa independente, na altura também ela recém formada (a SIC), que apesar da "juventude", teve um assinalável êxito de audiências. Para tal terá contribuído, além da história simples e bem desenvolvida, da inclusão de actores/actrizes já com "nome feito" da nossa praça (António Capelo, José Wallenstein, Noémia Costa, Maria Emília Correia, Almeno Gonçalves), do "toque" (já conhecedor do "métier") do realizador e produtor António da Cunha Telles, da realização eficiente e segura de Cristina Boavida e Ricardo Espírito Santo, e do desempenho dos actores/actrizes principais, desde (o "ainda imberbe") Diogo Morgado (como Miguel - um rapaz de 15 anos), passando por Marcantonio Del Carlo (Mário), Maria João Abreu (Paula - a mãe de Miguel) e uma sensualíssima e cativante Ana Padrão (como Teresa, uma médica de 35 anos, que volta da capital para a sua "terrinha" de nascimento).
Como motivos de interesse adicionais na película, encontramos a "relativa química" entre os dois protagonistas principais, uma ou outra cena mais ousada (ao que o público português, da altura, não estava habituado), à polémica dicotomia retratada de amor/paixão/pedofilia, à questão da diferença grande de idades no amor, mas também, à "pequenez" das mentalidades existentes (ainda nos dias de hoje) nas pequenas comunidades do nosso país. Além disso, de destacar, a banda sonora sabiamente constituída com música dos GNR, de Rui Reininho.
onde posso ver esse filme?
como posso ver o filme aki
Clássico!!!!
Até hoje, o filme portugues que mais gostei :)