Um retrato da existência ao extremo, um filme sobre o amor selvagem que pode construir e destruir barreiras, seja cultural, seja sociais.
A historia de Hua (Corinne Yam), uma jovem professora de Pequim, fluente no francês, que viaja para Paris na esperança de abandonar sua antiga vida. Ali, conhece Mathieu (Tahar Rahim), um trabalhador da construção civil que carece de cultura e sofisticação. Os dois literalmente se encontram por acidente e parece que instantaneamente se reconhecem como filhos deslocados da sociedade. Uma unidade inexplicável que empurra Hua para este homem que representa o desconhecido e a engole em um relacionamento frenético composto de paixão e desejo, abuso sexual e verbal.
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Verdadeiro significado de relacionamento abusivo
Essa garota é muito masoquista.
Bom filme. Apesar da visão machista, creiam, ainda existem muitos relacionamentos assim, destrutivos.
Péssimo e vexatório, tedioso e inverossímil, constrangedor do início ao fim! A direção é péssima, com aquela montagem excessivamente picotada e uma desengonçada e moralista câmera na mão. O elenco está péssimo também, por conta sobretudo da má composição de personagens unilaterais e estereotipados. Gosto da trilha musical melancólica, que só é percebida adequadamente nos créditos finais. Afora isso, um lixo masoquista, urgh! (WPC>)
Vim ver esse filme por causa do diretor. Olhei um outro filme dele o Febre de Primavera e achei interessante.
Dá para ver logo nos primeiros minutos Mathieu é esquisito, pois sai a assedia-la (Hua) pela rua.O que vai acontecer é um tanto previsível. Se ela não aceitasse de cara não teria filme. Achei o filme previsível e não gostei tanto como outro que vi do mesmo diretor. Mas o tema o bom falta de amor próprio, submissão, diferenças culturais, masoquismo, etc
Talvez o filme pudesse ser melhor se atores tivessem mais entrosamento.