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A aspirante a modelo, Anuska, encontra no empresário Sábato uma forma de concretizar suas ambições. Mas, em pouco tempo, um jornalista entra em cena e conquista o coração da jovem. Na tentativa de subir na carreira, ela compromete seu romance com o homem que a apóia, além de levá-lo ao fracasso.
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Parece uma cópia barata de algum romance francês.
Particularmente gostei, me divertiu, breguice agradável.
Não conhecia Marília Branco e foi um grande prazer...
"Um pileque de vez em quando
não faz mal a ninguém. (...)
Eu quero viver a minha vida que
daqui a pouco a gente tá velho." - Anuska
Aquele final nonsense com ela dançando me matou. xD
"Eu gosto de você mesmo que não tenha boa circulação no pé."
Anuska - Manequim e Mulher #AnuskaManequimeMulher de #FranciscoRamalhoJr Brasil,1968.
Estreia de Francisco Ramalho Jr em longas metragens, voltei a este filme pois Ramalho acabou de lançar seu mais novo longa: O Galã, e não é fácil um diretor de cinema no Brasil estar a mais de 50 anos fazendo filmes. Anuska é um filme muito mais interessante do que parece. Inspirado num conto de Ignácio de Loyola Brandão o longa fala sobre essa mulher que aspira ser modelo e quando encontra um rico empresário, vê aí uma chance de seus sonhos se realizarem. Mas não é uma história boba e tem personagens intrigantes que seguram o roteiro do início ao fim, com cenas belíssimas sobre o vazio da alma (exemplo disso é a cena da madrugada em volta da estátua do Borga Gato, em Santo Amaro), creio que Ramalho inspirado pela Nouvelle Vague deu ao seu filme um ar anárquico e isso é uma das qualidades dele. Vale redescobrir Anuska e o cinema de Francisco Ramalho Jr que é muito maior do que O Galã.
#FranciscoCuoco #MaríliaBranco #IvanMesquita #IgnaciodeLoyolaBrandão #CinemaBrasileiro
O filme é todo um tanto descabido, os dilemas são meio aleatórios , e as possíveis citações a obras como "E Deus Criou a Mulher" e "A Noite" sequer fazem jus às referências. Francisco Cuoco até funciona quando austero e ciumento , mas a sua efusividade apaixonada é meio patética. A Marília Branco parece ruim mesmo.
A atriz que faz a Anuska tá mais pra manequim (de loja mesmo) do que pra mulher, porque ô atrizinha ruim...
Só soube da existência desse filme porque foi exibido pela TV Brasil e, sinceramente, não precisava nem existir. A história é chata e desinteressante, os personagens não tem carisma nenhum e consequentemente ninguém se importa com eles. Esse dramalhão nacional só serve mesmo de curiosidade por ser o primeiro trabalho no cinema do ótimo ator Francisco Cuoco e também o primeiro filme dirigido por Francisco Ramalho Jr.