À noite, o bosque esconde os mais profundos medos de Orestes: a escuridão, os espíritos dos seus ancestrais escravizados e a homossexualidade de seu irmão.
Maravilhoso e muito contundente: um dedo enfiadíssimo nas feridas do identitarismo inorgânico. Afinal, denuncia a oficialidade da violência cubana contra os homossexuais, a partir de um paralelismo histórico com a escravidão e as fugas coloniais. O modo como a montagem embaralha os tempos é esplêndido e o intérprete de Julián é belíssimo. A dança que ocorre durante os créditos finais permite-nos um benfazejo respiro. Ótimo! (WPC>)
Maravilhoso e muito contundente: um dedo enfiadíssimo nas feridas do identitarismo inorgânico. Afinal, denuncia a oficialidade da violência cubana contra os homossexuais, a partir de um paralelismo histórico com a escravidão e as fugas coloniais. O modo como a montagem embaralha os tempos é esplêndido e o intérprete de Julián é belíssimo. A dança que ocorre durante os créditos finais permite-nos um benfazejo respiro. Ótimo! (WPC>)