Os meninos Azur e Asmar foram criados juntos pela mesma mulher, Jenane. Azur é loiro e tem olhos azuis, além de ser filho de um nobre. Já Asmar tem olhos e cabelos pretos, sendo filho de Jenane, ama-de-leite que cuida de Azur. Eles cresceram como se fossem irmãos, até serem separados quando Jenane parte com o filho. Asmar cresce ouvindo as histórias da mãe sobre a lendária Fada dos Djins e, quando se torna adulto, decide partir à sua procura, contando com a ajuda do andarilho Crapoux. É quando Azur e Asmar se reencontram, agora não mais como irmãos mas como rivais na busca da Fada.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Essa é uma daquelas animações necessárias para compreensão de diversidade cultural, fantasia, tolerancia.
e como tem cores maravilhosas, filme obrigatório aos meus setimos anos do fundamental II
- 6/10
- a história dos dois príncipes é ótima
- repleta de lições importantes, uma jornada grandiosa e muito boa de se acompanhar
- mas a qualidade da animação prejudica bastante
- parece que foi feito no THE SIMS
Eu sou apaixonado por animações, mas essa é feia viu. Perdão. Os movimentos dos personagens são muito robóticos, artificiais, nada orgânicos, nada fluídos. Parece aquelas animações 3D da Barbie. Isso me incomodou quase o filme inteiro.
O roteiro também é bem bobo muitas vezes, de modo que os personagens literalizam exageradamente seus sentimentos, especialmente quando Azur chega "na arábia" e está sozinho e fica narrando tudo o que está passando e sentindo. A justificativa de que o filme seria infantil não convence. Crianças não são tapadas, muito pelo contrário, elas aprendem e sentem muito menos com palavras e muito mais com expressões faciais, gestos e acontecimentos.
Sei que a proposta do filme é tentar fazer um mea-culpa do homem branco europeu, mas a meu ver não deixou de ser eurocêntrico.
No final das contas não posso deixar de apontar o machismo no filme em tratar a mulher como um troféu, apesar da personagem da princesa ensaiar um quebra disso.
Por fim, assisti a versão dublada e me incomodou bastante a diferença dos timbres de voz dos personagens crianças quando estão falando português (dublagem brasileira) e quando estão falando árabe (dublagem original). Ficou muito discrepante.
Belo, simplesmente belo. A arte é delicada e lembra as ilustrações de antigos livros de estórias infantis. Remete aos contos das mil e uma noites... sem pressa de chegar ao satisfatório final.
tão bom quanto os outros filmes de Michel Ocelot.