Uma trupe de comédia formada por quatro amigos com espectro autista se prepara para uma última apresentação antes da separação de seus membros. (Sinopse Netflix Brasil)
Excelente documentário pra quem é fã de comédia. E quando eu digo fã, é fã mesmo, não seguidor de comediante famoso no instagram. Falo da comédia de verdade, raiz; da comédia que vem da autoaceitação, do labor cômico; a comédia que abraça pessoas desajustadas na sociedade e dá a elas um sentimento de pertencimento. Emocionante. Enfim, eu gostaria de conhecer os integrantes do grupo algum dia...
O documentário é simples e não apresenta nada de muito novo ou interessante em seu formato MAS ele ganha muito com os personagens que tem. Os meninos retratados são ótimos, divertidos e interessantes... O filme trabalha momentos sensíveis sutilmente e quando há espaço para o humor ele o abraça (independente de você gostar do tipo de humor... pra mim, o show no final foi ótimo) mas a temática do Asperger é abordada com naturalidade por pessoas que lidam//tem o diagnóstico mas que nunca se definem só por ele
(A cena final onde o New Michael descreve como gostaria da sua pagina na Wikipédia, onde ele é reconhecido por varias coisas e somente ao final, talvez, pelo seu diagnóstico é a síntese do filme e é tocante)
. O filme é curto o que facilita um engajamento mais rápido e faz com que o filme possa ser um entretenimento mais palpável. Tendo os personagens que tem e contando a historia que conta o filme até podia ser mais... mas ele ainda sim é um retrato simples e bonito.
Depois que descobri o belo filme “Blue Jay”, quis conhecer os outros dois filmes do diretor Alexandre Lehmann (“Paddleton” e esse “Asperger For Us”). Paddleton até gostei e é com o mesmo protagonista de Blue Jay (Mark Duplass, que também é produtor desses filmes), mas é inferior. Esse “Aperger For Us” é um documentário sobre quatro jovens que tem a síndrome de Asperger e colocam em prática o plano de fazerem uma apresentação de uma peça teatral. Eles são bons, talentosos, mas o documentário em si é chato e arrastado, com uma narrativa incapaz de nos prender a atenção. O bom é que esses três filmes são curtos (todos duram menos de 90 minutos), mas o melhor mesmo é Blue Jay. De qualquer forma, esse diretor é bom com filmes independentes, e boas coisas ainda estão por vir. Ah, um detalhe, esses três filmes estão no catálogo da Netflix.
É espetacular a maneira com que cada um aprendeu a lidar com esse diagnóstico, sobretudo, como quando um deles afirma que quer ser reconhecido por várias atribuições e, por fim, talvez, pelo diagnóstico, quem sabe?
Para a temática que tem, imaginei que seria muito mais. Mais engraçado, cativante, esclarecedor, curioso, vibrante... É só OK.
Excelente documentário pra quem é fã de comédia. E quando eu digo fã, é fã mesmo, não seguidor de comediante famoso no instagram. Falo da comédia de verdade, raiz; da comédia que vem da autoaceitação, do labor cômico; a comédia que abraça pessoas desajustadas na sociedade e dá a elas um sentimento de pertencimento. Emocionante. Enfim, eu gostaria de conhecer os integrantes do grupo algum dia...
O documentário é simples e não apresenta nada de muito novo ou interessante em seu formato MAS ele ganha muito com os personagens que tem. Os meninos retratados são ótimos, divertidos e interessantes...
O filme trabalha momentos sensíveis sutilmente e quando há espaço para o humor ele o abraça (independente de você gostar do tipo de humor... pra mim, o show no final foi ótimo) mas a temática do Asperger é abordada com naturalidade por pessoas que lidam//tem o diagnóstico mas que nunca se definem só por ele
(A cena final onde o New Michael descreve como gostaria da sua pagina na Wikipédia, onde ele é reconhecido por varias coisas e somente ao final, talvez, pelo seu diagnóstico é a síntese do filme e é tocante)
Tendo os personagens que tem e contando a historia que conta o filme até podia ser mais... mas ele ainda sim é um retrato simples e bonito.
Depois que descobri o belo filme “Blue Jay”, quis conhecer os outros dois filmes do diretor Alexandre Lehmann (“Paddleton” e esse “Asperger For Us”). Paddleton até gostei e é com o mesmo protagonista de Blue Jay (Mark Duplass, que também é produtor desses filmes), mas é inferior. Esse “Aperger For Us” é um documentário sobre quatro jovens que tem a síndrome de Asperger e colocam em prática o plano de fazerem uma apresentação de uma peça teatral. Eles são bons, talentosos, mas o documentário em si é chato e arrastado, com uma narrativa incapaz de nos prender a atenção. O bom é que esses três filmes são curtos (todos duram menos de 90 minutos), mas o melhor mesmo é Blue Jay. De qualquer forma, esse diretor é bom com filmes independentes, e boas coisas ainda estão por vir. Ah, um detalhe, esses três filmes estão no catálogo da Netflix.
É espetacular a maneira com que cada um aprendeu a lidar com esse diagnóstico, sobretudo, como quando um deles afirma que quer ser reconhecido por várias atribuições e, por fim, talvez, pelo diagnóstico, quem sabe?