Michal, uma mulher de 32 anos de idade, estabelece uma data para seu casamento - o oitavo dia da Festa das Luzes do Hanucá. Ela tem o vestido e o local, e acredita que Deus não deve ter muita dificuldade em encontrar um noivo para ela.
Encontrei esse filme no Telecine Play e me interessei em assistir. Estou dando uma oportunidade para mim de assistir a filmes de outros países e outras culturas. Mudar um pouco, e sair dos americanos enlatados. Depois da experiência de assistir Barakah com Barakah, que acabei gostando muito, estou mais abrindo meus horizontes cinéfilos e encontrando muitos tesouros escondidos. O ruim é que filmes assim acabam sendo bem difíceis de ser encontrados. O filme é ótimo. Apesar que em alguns momentos eu ficava meio com raiva de algumas situações que a protagonista aceitava. Mas tenho que ver que é uma outra cultura, outros costumes, e o que para mim não parece ser tolerável, para eles é algo comum e normal. Fora uma outra visão que me deu de sua cultura. Vale muito a pena assistir se você tiver a oportunidade.
Através do muro é mais um filme que nos pega pela fofura. O importante aqui é ponderar a cultura na qual ela se desenvolve, uma vez que Rama Burshtein é uma cineasta bastante ligada à comunidade Judaica Ortodoxa, logo, os valores que a personagem protagonista Michal tem para a vida é casar-se com o homem ideal para que possa estar mais ativa junto a tudo o que a comunidade judaica tem de tradição. Mas Michal já tem 32 anos e ainda não conseguiu encontrar o marido ideal. É ai que ela decide colocar o marco de reservar o salão, preparar os convites, ajustar a cerimônia e ai sim... procurar o noivo. Em certa altura da trama, você acha que a diretora entrega o final precocemente, mas quando se dá conta ela consegue montar possibilidades que deixam o 3º ato bem indefinido. Reforçando as ponderações culturais, podemos trazer Michal como a mulher que sonha, mas com certa dificuldade de realização, entretanto, ela descobre que Deus vai iluminar seus caminhos a partir de seus próprios olhos e de suas decisões. Nota 3,5 em 5
Encontrei esse filme no Telecine Play e me interessei em assistir. Estou dando uma oportunidade para mim de assistir a filmes de outros países e outras culturas. Mudar um pouco, e sair dos americanos enlatados. Depois da experiência de assistir Barakah com Barakah, que acabei gostando muito, estou mais abrindo meus horizontes cinéfilos e encontrando muitos tesouros escondidos. O ruim é que filmes assim acabam sendo bem difíceis de ser encontrados.
O filme é ótimo. Apesar que em alguns momentos eu ficava meio com raiva de algumas situações que a protagonista aceitava. Mas tenho que ver que é uma outra cultura, outros costumes, e o que para mim não parece ser tolerável, para eles é algo comum e normal. Fora uma outra visão que me deu de sua cultura.
Vale muito a pena assistir se você tiver a oportunidade.
Através do muro é mais um filme que nos pega pela fofura. O importante aqui é ponderar a cultura na qual ela se desenvolve, uma vez que Rama Burshtein é uma cineasta bastante ligada à comunidade Judaica Ortodoxa, logo, os valores que a personagem protagonista Michal tem para a vida é casar-se com o homem ideal para que possa estar mais ativa junto a tudo o que a comunidade judaica tem de tradição.
Mas Michal já tem 32 anos e ainda não conseguiu encontrar o marido ideal. É ai que ela decide colocar o marco de reservar o salão, preparar os convites, ajustar a cerimônia e ai sim... procurar o noivo.
Em certa altura da trama, você acha que a diretora entrega o final precocemente, mas quando se dá conta ela consegue montar possibilidades que deixam o 3º ato bem indefinido.
Reforçando as ponderações culturais, podemos trazer Michal como a mulher que sonha, mas com certa dificuldade de realização, entretanto, ela descobre que Deus vai iluminar seus caminhos a partir de seus próprios olhos e de suas decisões.
Nota 3,5 em 5