A segunda temporada de Bad Thoughts é basicamente o equivalente televisivo de comer um saco inteiro de salgadinhos baratos às três da manhã: você sabe que não deveria estar fazendo aquilo, se sente um pouco sujo depois, mas, de algum modo, não consegue parar de mastigar. Tom Segura continua em sua missão de nos provar que a mediocridade humana é uma fonte inesgotável de entretenimento, entregando esquetes que flutuam entre o genial e o "como é que alguém aprovou isso no orçamento?". É um espetáculo de cinismo refinado que, embora sofra com a síndrome da repetição e alguns momentos onde o esforço para ser "ousado" beira o desespero, ainda serve como um espelho deformado e perfeitamente irritante da nossa própria sociedade moderna.
A segunda temporada de Bad Thoughts é basicamente o equivalente televisivo de comer um saco inteiro de salgadinhos baratos às três da manhã: você sabe que não deveria estar fazendo aquilo, se sente um pouco sujo depois, mas, de algum modo, não consegue parar de mastigar. Tom Segura continua em sua missão de nos provar que a mediocridade humana é uma fonte inesgotável de entretenimento, entregando esquetes que flutuam entre o genial e o "como é que alguém aprovou isso no orçamento?". É um espetáculo de cinismo refinado que, embora sofra com a síndrome da repetição e alguns momentos onde o esforço para ser "ousado" beira o desespero, ainda serve como um espelho deformado e perfeitamente irritante da nossa própria sociedade moderna.