Que filme ruim. E que filme longo. Meu deus! Não tinha necessidade desse filme ter mais de 2 horas. De verdade.
O começo todo dele é super tosco, com aquela mesma história que já vimos diversas vezes em filmes: a menina que é sequestrada e treinada para ser uma bailarina, mas que na verdade é uma espiã/assassina/deusa/etc etc (e tudo executado de uma maneira bem ruim). Essa parte toda poderia ter sido cortada pelo menos uns 10 minutos.
e é claro que no final ele tinha que ser o responsável por matar ela, mas óbvio que ele nunca faria isso poque é o Keanu e os personagens dele nunca fariam isso. Então ele passa um pano pra ela, dá uma chance e ajuda ela no que pode.
E tudo se repete (porque deu dinheiro e é claro que vai ter uma continuação).
O que me entristece é que John Wick é dirigido maravilhosamente, e esse filme é bem mediano, bem blockbuster.
Fui surpreendido por mais um ótimo filme dentro da franquia John Wick. Confesso que comecei esperando mais do mesmo, principalmente porque Hollywood já cansou de enfiar goela abaixo personagens femininas completamente artificiais, que surgem do nada sendo melhores, mais fortes e mais competentes do que todo mundo, inclusive o protagonista, simplesmente porque o roteiro decidiu que deveria ser assim. Felizmente, aqui fizeram o básico que parece ter virado artigo de luxo: escreveram uma personagem de verdade. Ela tem uma origem bem construída, um propósito claro, personalidade, limitações e, principalmente, uma história que justifica sua presença nesse universo. E o melhor de tudo: o filme não precisa diminuir o John Wick para fazer ela parecer poderosa. Muito pelo contrário.
Ela leva uma bela surra do próprio John Wick e ainda recebe a ajuda dele,
e isso não diminui a personagem em absolutamente nada. É justamente aí que o filme dá uma verdadeira aula de como criar uma personagem feminina forte sem transformar tudo em uma disputa infantil de quem é "melhor" ou ficar empilhando discurso e pautinha em cima de um roteiro vazio. Uma personagem não precisa ser invencível, perfeita ou superior a todos os homens para ser boa. Ela precisa ser bem escrita. Coisa que Hollywood parece ter esquecido em boa parte das produções recentes. Além disso, as cenas de ação continuam excelentes, mantendo o nível que já virou marca registrada da franquia. No fim, o que mais me surpreendeu foi perceber que conseguiram introduzir uma nova personagem nesse universo sem destruir a essência de John Wick e sem transformar o filme em um panfleto. Uma verdadeira aula de como criar uma grande personagem feminina: menos discurso, menos mimimi e menos tentativa de empurrar uma agenda goela abaixo em vez disso temos, mais história, personalidade, desenvolvimento ,parabéns aos roteiristas que tiveram competência na hora de escrever.
foram geniais, e originais porque não lembro de ter visto isso em canto nenhum. O filme mostrou que a vingança é uma escolha que pode custar caro; e o mesmo corpo disciplinado para a dança pode se transformar em uma arma quando a dor e a sede de vingança passam a conduzir nossas escolhas. 🩰🔪🩸🔥
Ana Pitel de Armas é bailarina e foragida, mete a porrada em geral, mesmo magrinha. Mais um do Universo Wick pra curtir despretensiosamente, entre balas e fogo (o embate final é um espetáculo quente!), cumpre o papel.
Que filme ruim. E que filme longo. Meu deus! Não tinha necessidade desse filme ter mais de 2 horas. De verdade.
O começo todo dele é super tosco, com aquela mesma história que já vimos diversas vezes em filmes: a menina que é sequestrada e treinada para ser uma bailarina, mas que na verdade é uma espiã/assassina/deusa/etc etc (e tudo executado de uma maneira bem ruim).
Essa parte toda poderia ter sido cortada pelo menos uns 10 minutos.
Então vem a parte em que ela conhece o John Wick
e é claro que no final ele tinha que ser o responsável por matar ela, mas óbvio que ele nunca faria isso poque é o Keanu e os personagens dele nunca fariam isso. Então ele passa um pano pra ela, dá uma chance e ajuda ela no que pode.
E tudo se repete (porque deu dinheiro e é claro que vai ter uma continuação).
O que me entristece é que John Wick é dirigido maravilhosamente, e esse filme é bem mediano, bem blockbuster.
(26/09/2026)
Fui surpreendido por mais um ótimo filme dentro da franquia John Wick. Confesso que comecei esperando mais do mesmo, principalmente porque Hollywood já cansou de enfiar goela abaixo personagens femininas completamente artificiais, que surgem do nada sendo melhores, mais fortes e mais competentes do que todo mundo, inclusive o protagonista, simplesmente porque o roteiro decidiu que deveria ser assim.
Felizmente, aqui fizeram o básico que parece ter virado artigo de luxo: escreveram uma personagem de verdade. Ela tem uma origem bem construída, um propósito claro, personalidade, limitações e, principalmente, uma história que justifica sua presença nesse universo. E o melhor de tudo: o filme não precisa diminuir o John Wick para fazer ela parecer poderosa. Muito pelo contrário.
Ela leva uma bela surra do próprio John Wick e ainda recebe a ajuda dele,
É justamente aí que o filme dá uma verdadeira aula de como criar uma personagem feminina forte sem transformar tudo em uma disputa infantil de quem é "melhor" ou ficar empilhando discurso e pautinha em cima de um roteiro vazio. Uma personagem não precisa ser invencível, perfeita ou superior a todos os homens para ser boa. Ela precisa ser bem escrita. Coisa que Hollywood parece ter esquecido em boa parte das produções recentes.
Além disso, as cenas de ação continuam excelentes, mantendo o nível que já virou marca registrada da franquia. No fim, o que mais me surpreendeu foi perceber que conseguiram introduzir uma nova personagem nesse universo sem destruir a essência de John Wick e sem transformar o filme em um panfleto.
Uma verdadeira aula de como criar uma grande personagem feminina: menos discurso, menos mimimi e menos tentativa de empurrar uma agenda goela abaixo em vez disso temos, mais história, personalidade, desenvolvimento ,parabéns aos roteiristas que tiveram competência na hora de escrever.
Caramba a mulher tanto bateu para caramba como apanhou também. As sequências dos
lança-chamas
O filme mostrou que a vingança é uma escolha que pode custar caro; e o mesmo corpo disciplinado para a dança pode se transformar em uma arma quando a dor e a sede de vingança passam a conduzir nossas escolhas. 🩰🔪🩸🔥
26 Oct 2025
Imagina apanhar da Ana de Armas 🥰🥰🥰
Ana Pitel de Armas é bailarina e foragida, mete a porrada em geral, mesmo magrinha. Mais um do Universo Wick pra curtir despretensiosamente, entre balas e fogo (o embate final é um espetáculo quente!), cumpre o papel.