Depois de estar em reabilitação por dois anos, Cesar agora trabalha em uma pequena fábrica de balão no subúrbio de Buenos Aires. Seu ex-sogro vai forçá-lo a cuidar de seu jovem filho, cuja mãe morreu em um acidente. Mas Cesar tem planos de dar Alfonso para adoção.
Uma fotografia muito bonita, mas meu Deus, é tudo jogado nesse filme. Nada fica claro.
Quem são aqueles senhores que o César deixa o filho? Porque ele não quer o filho? Qual o passado do César? E aquela Laura, quem ela é?
Faltou tempo pra desenvolver. Parece filme de iniciante.
Possui aquele charme mui peculiar do típico cinema argentino: evita julgar os personagens, a narrativa é bastante fluída em sua leveza, os atores parecem interpretar a si mesmos, etc. . A curta duração, porém, parece impedir o desenvolvimento mais intensificado da situação dramática nodular, que explode ao final, mas dispersa-se muito rápido, ao mesmo tempo. Talvez o problema desta má apreciação inicial esteja relacionado a um problema pessoal com a noção de paternidade, mas, em revisões posteriores, quem sabe o filme não se revele ainda mais charmoso do que demonstrou-se neste primeiro contato? (WPC>)
O filme conseguiu uma coisa interessante, que foi mostrar o egocentrismo como uma doença, e não como motivo para malharmos o personagem