Ouso citar Simone de Beauvoir para elencar a força desta experiência cinematográfica. Tornou-se tudo mulher dentro de uma pequena sala onde pude assistir ao documentário Bambi (2013) de Sébastien Lifshitz, lado a lado com sua protagonista, Marie-Pierre Pruvot - conhecida transexual Bambi da noite parisiense dos anos 50 e 60 - e à ela dedico este texto, com todo meu carinho e minha admiração.
"Marie-Pierre Pruvot narra a sua trajetória, nascida no dia 11 de novembro de 1935 em território argeliano ocupado pela França, ficou conhecida como uma das primeiras e mais suntuosas transexuais do mundo do espetáculo parisiense e um amuleto de sorte lhe batizaria Bambi, emblema de uma época carnavalesca que ela levaria consigo toda sua vida e mesmo depois de abandonar as artes cênicas para obter a graduação em literatura pela Sorbonne, formando-se educadora. [...]
A sensibilidade de Sébastien Lifshitz aponta para os dramas de seus indivíduos de maneira subjetiva, mas não desvela explicitamente a palavra dos mesmos em julgamento. Seu olhar fortalece a figura de Marie-Pierre Pruvot, alguém que precisou ser forte, símbolo de resistência e criadora da própria mulher que se tornou para poder triunfar em meio a tantas barreiras impostas socialmente..."
uma alma caridosa poderia dizer onde viu? :'(
Onde acho legenda pra esse doc pelo amor de deeeeeus?
Ouso citar Simone de Beauvoir para elencar a força desta experiência cinematográfica. Tornou-se tudo mulher dentro de uma pequena sala onde pude assistir ao documentário Bambi (2013) de Sébastien Lifshitz, lado a lado com sua protagonista, Marie-Pierre Pruvot - conhecida transexual Bambi da noite parisiense dos anos 50 e 60 - e à ela dedico este texto, com todo meu carinho e minha admiração.
"Marie-Pierre Pruvot narra a sua trajetória, nascida no dia 11 de novembro de 1935 em território argeliano ocupado pela França, ficou conhecida como uma das primeiras e mais suntuosas transexuais do mundo do espetáculo parisiense e um amuleto de sorte lhe batizaria Bambi, emblema de uma época carnavalesca que ela levaria consigo toda sua vida e mesmo depois de abandonar as artes cênicas para obter a graduação em literatura pela Sorbonne, formando-se educadora. [...]
A sensibilidade de Sébastien Lifshitz aponta para os dramas de seus indivíduos de maneira subjetiva, mas não desvela explicitamente a palavra dos mesmos em julgamento. Seu olhar fortalece a figura de Marie-Pierre Pruvot, alguém que precisou ser forte, símbolo de resistência e criadora da própria mulher que se tornou para poder triunfar em meio a tantas barreiras impostas socialmente..."
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http://cinexistencia.blogspot.fr/2013/12/bambi-ela-nao-nasceu-mulher-tornou-se.html