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Duração
Durante a Guerra Irã-Iraque, o menino Bashu perde sua casa e toda a sua família. Assustado, ele se esconde na boleia de um caminhão que está deixando a área. Ele sai do caminhão na região norte do Irã, onde tudo, da geografia até a linguagem, é diferente. Ele encontra Naii, que está tentando criar seus dois filhos pequenos em uma fazenda, enquanto seu marido está longe. Apesar das diferenças culturais, e do fato de não falarem a mesma língua, Bashu e Naii lentamente formam um forte vínculo.
*A obra foi escolhida o melhor filme iraniano de todos os tempos, através de votação encomendada por uma revista persa de cinema a 150 críticos e profissionais de cinema iranianos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
“Bashu” possui um ritmo lento, não tão contemplativo quanto imaginava, mas feito de pequenos episódios, sutis mudanças, bem característico do cinema iraniano e do povo simples que pretende representar. Mas apesar de abarcar emoções universais e situações ainda atuais, as atuações simplórias me impossibilitaram de criar conexão emocional. É o risco das obras que pretendem interpretações reais.
Considerado o melhor filme iraniano de todos os tempos ele faz jus ao título. A história trata de temas como a intolerância e o preconceito, mas também de solidariedade e de esperança. Impossível não se comover com ela e com os seus personagens cativantes. Daqueles filmes que a gente queria que mais pessoas conhecessem.
Belíssimo filme!! Entre todos os problemas de guerra, etnia e até mesmo de comunicação Bashu consegue sobreviver e recomeçar sua vida. Mais um filme que mostra a importância da figura infantil na cultura iraniana.
Lindo filme!
Fazia tempo que não sentia tanta pena de uma personagem. Pobre Bashu! Fiquei impressionada com a atuação do Afravian, muito natural. Muito interessante como a relação entre ele e Naii vai evoluindo pouco a pouco. A única coisa tensa no filme todo foi as aparições da mãe dele.