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Acho a abordagem mística do nordeste pelo Glauber Rocha interessante, afinal, é uma das características mais importantes da região, mas "Deus e o Diabo na Terra do Sol" é feito de maneira tão primitiva que impossibilita minha imersão e conexão com o filme. Os problemas técnicos amontoam-se.
Penso que alguns filmes do Cinema Novo ganhariam vida caso refeitos.
Não funcionou. É aquela sequência que veio depois de muitos anos (sem ninguém pedir) porque os autores desejavam uma maneira de encerrar oficialmente a história original. Nesse sentido, me lembrou muito o constrangedor “Matrix Resurrections”. Qual a necessidade?
Em “The Godfather Part III”, pesou demais a ausência dos personagens mais característicos dos dois primeiros filmes. Sem a presença dominante de Vito Corleone, o temperamento explosivo de Sonny, a instabilidade emocional de Fredo e a lealdade absoluta de Tom Hagen, sobrou o quê? Um Michael Corleone envelhecido que precisa segurar as rédeas da família e do filme pois, além dele, as únicas personagens que sobraram foram as mulheres mal trabalhadas das obras anteriores. Kay não tem muito a adicionar e Connie até possui alguma voz mas não é o suficiente para torná-la interessante. Todos os bons foram embora e restaram os anexos. E aí foi preciso criar personagens e renovar o elenco. Assim, temos Vincent, filho de Sonny, que é apenas uma cópia do pai mas ainda dá sobrevida ao filme, e Mary, interpretada por Sofia Coppola, a filha mais nova de Michael e que ainda não conhece a verdadeira face do pai. Sofia sofreu grandes críticas pela sua atuação sem vida, mas devemos realmente culpá-la? A garota tinha apenas 18 anos e foi chamada para apagar o incêndio que Winona Ryder iniciou ao sair da produção por exaustão mental. A culpa é de quem aprovou sua inclusão e, mais ainda, possibilitou a criação de “The Godfather Part III”.
A única coisa boa desse filme é o grito desolado de Michael, que é basicamente minha reação quando lembro que faltavam apenas 4 minutos e o Brasil subiu com 7 jogadores. …………..AAAAAAAAAAA 😩
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boa tarde
nem. "personagem de menina fofa que vira mulher grandona (ou o contrário?)" next, please. Só gosto da piano massage
6. Neferpitou eu amo essa pessoa infame e linda
Sempre pensei que "Cruel Intentions" fosse um daqueles thrillers adolescentes clássicos dos anos 90, mas então me deparo com "10 Things I Hate About You" + "Gossip Girls". O roteiro bobinho e as atuações medíocres e/ou caricatas me desanimaram. E os eventos finais são risórios. Até a estética é feia, muitos planos fechados, algo meio novelesco e que nunca dá oportunidade para uma ambientação mais imersiva.
De bom? Apenas Placebo e The Verve como abertura e encerramento, respectivamente.