Dirigido por
Data de lançamento
17 Dez. 1999Duração
Big Earl Partridge (Jason Robards) é um produtor de TV à beira da morte que deseja reencontrar o filho. Phill (Phillip Seymour Hoffman) é seu dedicado enfermeiro e Linda (Juliane Moore), sua jovem esposa. Frank (Tom Cruise), um célebre guru machista, é o filho que Big Earl procura. Jimmy Gator (Philip Baker Hall) é o apresentador de um famoso programa de TV que também está com câncer e procurando se entender com a filha Cláudia (Melora Walters), cocainomaníaca. Stanley (Jeremy Blackman) é um garoto-prodígio manipulado pelo pai oportunista. O ponto comum entre essa gente? Todos vivem num bairro de Los Angeles cortado por uma rua chamada Magnólia. Mas, antes que este círculo de personagens se feche, o espectador ainda terá muitas surpresas...
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Eu sou bem cinéfilozinho, mas admito que tem uns filmes que eu não entendo. Eu acho que é um filho do final dos anos 1990, em que todo mundo estava New Age, meio místico, e confundindo mensagens positivas com realmente tocar na veia das pulsões inconscientes humanas.
No passado, quando vi esse filme pela primeira vez (deve ter em torno de 15 anos), logo se tornou um de meus favoritos da vida.
Revendo hoje, achei apenas ok.
As atuações são primorosas, isso é inegável. Todos os atores entregam muito.
O enredo e o roteiro é que não me encantaram tanto nessa revisita.
Acho que a vida tem dessas coisas: épocas favoráveis, fases da vida em que estamos mais suscetíveis, vicissitudes.
Magnólia. Direção Paul Thomas Anderson. Filme longo com 3h8 que assisti aos poucos, muita gente falando, chega a ser cansativo. A drama acompanha nove personagens em Los Angeles ao longo de um único e tenso dia, onde tudo pode acontecer. O filme explora traumas familiares, culpa, arrependimento, abusos, abandono, solidão, depressão, a busca pelo perdão e a força do passado no presente de cada um dos personagens. Durante o filme todo, tem gente falando, pessoas que falam muito, mas no fundo guardam uma imensa solidão e não sabem dizer o que sente. Tem ótimas cenas e tem Tom Cruise jovem e bonito dando um show de interpretação. Ótima trilha sonora. É bom filme, mas não agrada todo público. " O passado pagou suas contas conosco, mas nós não o deixamos para trás "
Filmaço. As 3h de filme passaram rápido. Atuações perfeitas, história envolvente com muitos personagens. Todos igualmente interessantes. Terminei com vontade de assistir de novo.
IMPRIMATUR - visto no cinema no ano 2000:
A execução é brilhante e o ritmo das tramas exemplar. Contudo, o longa poderia se beneficiar de um corte mais enxuto.
Avaliação em nota: 8.0