Últimas opiniões enviadas
Patina muito entre três tramas diferentes, e o carisma esmagador do Jim Carrey, mas eu acho que ele é uma sequência estranha, mas digna dos filmes do Burton, e a melhor maneira de introduzir um Robin fiel às hqs nesse universo (o Robin do Marlo Wayans que aparece no roteiro original dos dois filmes anteriores não conta, porque é uma releitura bem distante do personagem)
Cinematografia muito boa e performances que se elevaram acima do tom novelesco usual das produções nacionais. O calcanhar de Aquiles aqui é o fraquíssimo roteiro, que se ancora em percepções equivocadas das fragilidades sociais do nosso paí e antagonismos emotivistas baratos
dar sobretons raciais ao drama de Goiânia me pareceu quase um apelo explícito para a série apelar aos EUA, assim como o uso 2016 do gênero com a personagem da Esther. A cereja no bolo de desonestidade intelectual, para mim, é a apresentação 100% positiva do uso de tratamentos experimentais nos pacientes, algo típico do pensamento mágico brasileiro que vemos hoje mesmo no desastre midiático do tratamento por polilamina
As vítimas reais da tragédia mereciam mais.