Duas coisas me impressionaram em “Jason and the Argonauts”: os deuses são representados e possuem papel ativo no desenrolar da trama, algo costumeiramente negligenciado pelas adaptações da mitologia grega e que reflete o espírito do mundo ocidental pós-iluminismo onde a influência de seres divinos em nossa vida é rechaçada; e o fantástico stop motion empregado na recriação dos desafios enfrentados por Jasão e seus homens. Imagino a sensação na época ao ver histórias tão antigas quanto famosas ganhando vida de maneira tão bela e criativa.
Infelizmente, o restante não tem a mesma reverberação, sobretudo os personagens que são bastante apagados, nenhuma atuação digna de nota, além das alterações no mito de Jasão.
Tá, quando Medeia apareceu nesse filme eu quase caí pra trás, e isso foi algo unicamente meu kkkkkkk.
Jasão e os Argonautas (1963) é um desses épicos com efeitos muito interessantes. Pode ser um pouco lento e mal planejado em alguns momentos, mas não faz você querer parar de assistir.
É uma aventura grega, como tantas outras já apresentadas antes. Acho que o ponto diferente aqui são os efeitos e, claro, Medeia.
Tenho um leve fascínio por Medeia porque minha professora de Antiguidade Ocidental é tão obcecada por essa personalidade grega que até se autointitula como Medeia kkkkkkk.
Então, quando essa personagem surge no filme e entrega aquela dança babadeira pra Hécate, eu já tinha esquecido o Jasão, o Velocino de Ouro e até os velhos de fralda pra focar em uma personagem maravilhosa KKKKKKK.
PS: que escolha de elenco horrorosa. A gente espera bofões e recebe só exóticos. Isso sem falar do Hércules, que parece ter sido escolhido em qualquer bar de esquina por uns dez dólares.
Vi muitas vezes quando criança nos anos 90. E revi hoje. O filme é bom, só deveria ter um final melhor do que teve. Mas ainda assim recomendo e muito.
O filme acaba do nada, cadê o final? kkk
Duas coisas me impressionaram em “Jason and the Argonauts”: os deuses são representados e possuem papel ativo no desenrolar da trama, algo costumeiramente negligenciado pelas adaptações da mitologia grega e que reflete o espírito do mundo ocidental pós-iluminismo onde a influência de seres divinos em nossa vida é rechaçada; e o fantástico stop motion empregado na recriação dos desafios enfrentados por Jasão e seus homens. Imagino a sensação na época ao ver histórias tão antigas quanto famosas ganhando vida de maneira tão bela e criativa.
Infelizmente, o restante não tem a mesma reverberação, sobretudo os personagens que são bastante apagados, nenhuma atuação digna de nota, além das alterações no mito de Jasão.
cine humberto mauro
Tá, quando Medeia apareceu nesse filme eu quase caí pra trás, e isso foi algo unicamente meu kkkkkkk.
Jasão e os Argonautas (1963) é um desses épicos com efeitos muito interessantes. Pode ser um pouco lento e mal planejado em alguns momentos, mas não faz você querer parar de assistir.
É uma aventura grega, como tantas outras já apresentadas antes. Acho que o ponto diferente aqui são os efeitos e, claro, Medeia.
Tenho um leve fascínio por Medeia porque minha professora de Antiguidade Ocidental é tão obcecada por essa personalidade grega que até se autointitula como Medeia kkkkkkk.
Então, quando essa personagem surge no filme e entrega aquela dança babadeira pra Hécate, eu já tinha esquecido o Jasão, o Velocino de Ouro e até os velhos de fralda pra focar em uma personagem maravilhosa KKKKKKK.
PS: que escolha de elenco horrorosa. A gente espera bofões e recebe só exóticos. Isso sem falar do Hércules, que parece ter sido escolhido em qualquer bar de esquina por uns dez dólares.